Mais três sites confirmam tendência de top 15 para Raíssa Santana apontada no pré-embarque do Críticas


Missosology, Sash Factor e Miss Universe Poll Fan Page apontam cenários distintos

Da redação TV em Análise

Fotomontagem/Missosology


A classificação da brasileira Raíssa Santana entre as 15 semifinalistas do concurso Miss Universo 2016, marcado para daqui a 21 dias na Mall of Asia Arena, em Pasay (região metropolitana De Manila), é dada como certa por mais três sites especializados na cobertura de concursos de beleza. No Missosology, a baiana aparece na terceira colocação, atrás da colombiana Andrea Tovar e da filipina Maxine Medina, líder do pré-embarque da publicação, divulgado na manhã deste sábado (7).

Fotomontagem/Sash Factor

Já no Sash Factor, que divulgou seu pré-embarque na manhã deste domingo (8), Raíssa aparece na sétima colocação, uma atrás da apontada no pré-embarque do TV em Análise Críticas, publicada na segunda-feira (2), onde aparece na sexta colocação, tendência essa também aferida no pré-embarque do Global Beauties. Nas duas páginas, a liderança é da filipina Maxine Medina, 26, 14ª colocada no pré-embarque do Críticas. A colombiana Andrea Tovar, 23, terceira colocada no Sash Factor e segunda no Missosology, ocupa a terceira colocação no pré-embarque do Crúticas. A venezuelana Mariam Habach, quarta colocada no Missosology e sexta colocada no Sash Factor, ocupa a 40ª colocação no pré-embarque do Críticas e tem poucas chances de classificação..

Fotomontagem/Miss Universe Poll Fan Page

No perfil Miss Universe Poll Fan Page, que divulgou seu pré-embarque no início da noite da sexta-feira (6), Raíssa aparece na quinta colocação, uma à frente da apontada no pré-embarque do Críticas. Andrea Tovar lidera, seguida de Maxine Medina e Marian Habach. A tailandesa Chalita Suansane, 60ª colocada no pré-embarque do Críticas, aparece na quarta colocação.
Nas nove vezes anteriores em que o Miss Universo foi realizado na Ásia – 1974 (Pasay), 1976 (Hong Kong), 1980 (Seul), 1987 (Cingapura), 1988 (Taipé), 1992 (Bangcoc), 1994 (Pasay), 2005 (Bangcoc) e 2008 (Nha Trang), nenhuma negra venceu o título. E nessas mesmas ocasiões, nenhuma brasileira se classificou entre as semifinalistas. De acordo com os sites especializados, Raíssa Santana pode quebrar esse paradigma maldito, que afetou as carreiras de muitas brasileiras que competiram no Miss Universo.

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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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