EQUIPE DE TRANSIÇÃO DE TRUMP ESTUDA CORTAR VERBA PUBLICITÁRIA DA CASA BRANCA PARA A ABC


Medida deverá ser tomada em represália a artistas que ofenderam presidente eleito durante o 44º American Music Awards

João Eduardo Lima
Editor r criador dos blogs TV em Análise

Kevin Winter/Getty Images
Idiotice de Billie Joe Armstrong pode fazer emissora perder US$ 350 milhões em verba oficial

As agressões verbais verificadas na 44ª festa de entrega do American Music Awards, realizada na noite deste domingo (20), no Microsoft Theatre, em Los Angeles, já causaram irritação na equipe de transição do presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump, 70. Integrantes da equipe de transição para o governo que assumirá a Casa Branca no dia 20 de janeiro revelaram ao TV em Análise Críticas que estudam “medidas legais cabíveis” contra o que chamaram de “agressão à família americana orquestrada por elementos da comunidade artística não satisfeito com o voto referendado nas urnas, que definiu os delegados que elegeram Trump como o 45º presidente americano”.
Os artistas enquadrados pela comissão de transição do governo Trump são o comediante Jay Pharoah, 29, que disse que “mais um branquelo (Trump) irá assumir a Casa Branca”. A piada de Pharoah desagradou o núcleo duro do novo governo, que estuda acionar advogados para exigir do ex-aluno do Saturday Night Live retratação pública e, se possível, ação indenizatória de danos morais e ofensa à honra. Medida semelhante deverá ser cobrada da banda de roch Green Day, que durante a apresentação da música Bang Bang entoou o verso “No Trump, No KKK, No Fascist USA” (Fora Trump, Fora KKK, Fora EUA Fascistas), para denotar a insatisfação da comunidade artística americana com o resultado eleitoral, orquestrada pelo vocalista Billie Joe Armstrong, 44.
Também foram verificadas ofensas por parte da modelo Gigi Hadid, 21, co apresentadora da premiação ao lado de Pharoah, à honra da futura primeira-dama, Melania Trump, ao parodiar a controversa frase por esta proferida na Convenção Nacional Republicana, em julho. À época, setores do Partido Democrata, ao qual é filiado a candidata derrotada Hillary Clinton, 69, acusaram Melania de plagiar fala da futura ex-primeira-dama Michelle Obama, 52, proferida na Convenção Nacional Democrata de 2012, que referendou a candidatura à reeleição de Barack Obama, 55.
Devido aos insultos verificados nos AMAs 2016, a equipe de transição da Casa Branca já estuda cortar as verbas publicitárias do Governo para a ABC, estimadas em US$ 350 milhões. O montante não inclui as verbas destinadas a canais pagos do grupo Disney, como a ESPN e o Disney Channel. Parte dessas verbas vem de campanhas de combate e repressão ao tráfico de drogas, campanhas de saúde pública como a erradicação do zika vírus e de órgãos das Forças Armadas como a Guarda Nacional e a Força Aérea.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Canta USA, Podres poderes, Premiações e marcado , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s