CBS renova direitos do Grammy até 2026. Premiação de 2017 volta para o domingo e deixa de ser costa a costa


59ª edição do “Oscar da música americana” está marcada para 12 de fevereiro de 2017

Da redação TV em Análise

Monty Brinton/CBS/Divulgação/15.06.2016
Acordo foi assinado pelos presidentes da CBS e da Academia de Gravação

Os presidentes da CBS, Les Moonves, e da Academia de Gravação, Neil Portnow, assinaram a extensão do contrato de transmissão da rede americana para o Grammy de língua inglesa, que expiraria em 2021, até 2026. O anúncio foi feito pela entidade que organiza a principal premiação musical dos Estados Unidos na quarta-feira, 15 de junho.
Ainda de Acordo com a NARAS, sigla em inglês para a Academia de Gravação, a 59ª edição do Grammy está marcada para o dia 12 de fevereiro de 2017, no Staples Center, em Los Angeles. Ao contrário do que ocorreu em fevereiro último, quando o Grammy foi realizado no feriado do Dia dos Presidentes, a premiação não terá desta vez o benefício da transmissão ao vivo de costa a costa do território americano. A grade dominical de horário nobre, iniciada com o jornalístico 60 Minutes, impede que o plano feito na 58ª edição do Grammy tenha continuidade.
Com o novo acordo, a CBS estará completando 50 anos de transmissões ininterruptas do Grammy em 2023, na metade do novo acordo. No Brasil as transmissões ao vivo do Grammy tiveram início em 1987, na Rede Globo, e lá seguiram até 1993. De 1994 em diante, apenas canais pagos como Sony (até 2009) e TNT (desde 2010) tem transmitido a premiação. Entre as redes abertas, a exceção ficou com o SBT, que exibiu o evento entre 2000 e 2007, ao vivo ou em gravações.
Em junho de 2011, CBS e NARAS tinham assinado acordo que possibilitaria a transmissão do Grammy até 2021. O acordo de agora foi apenas um adendo de cinco anos ao que já fora assinado anteriormente.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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