Os dados nacionais da estreia do X-Factor Brasil


A comparação que se deve fazer com o malogro da versão americana

Da redação TV em Análise
(Atualizado em 13/9/2016 às 19h50)

Fotomontagem/TV em Análise Críticas sobre Pop Brasil


Na foto, atores de comercial de margarina, todos felizes (menos Bonadio)

A estreia da edição brasileira do The X-Factor rendeu à Rede Bandeirantes 821.042 telespectadores (média de 1,2) em 626.303 domicílios (2,6) na noite da segunda-feira (29/8). O alcance nos 15 mercados reportados pela Kantar Ibope Media – São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Bolo Horizonte, Vitória, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém, Manaus, Brasília, Goiânia, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre – foi de 4.173.632 telespectadores (6,1), número esse inferior ao que foi registrado na estreia da fracassada versão americana pela FOX, em 2011.
Para efeito de comparação, a estreia da falecida versão americana do X-Factor, em 21 de setembro de 2011, rendeu à FOX 12,1 milhões de telespectadores (281,39% a mais que a estreia brasileira), média de 7,2 (276,92% a mais que o similar da Band) e share domiciliar de 11 pontos. Com o tempo, os índices de audiência do X-Factor USA só despencaram e sua morte só foi decretada em fevereiro de 2014, depois de ouvido o lado de seu produtor executivo Simon Cowell, 56, que chegou a dar “boa sorte” ao X Factor da Band. O qual já começou mal, em ambiente de velório.
O distinto leitor deve estar vendo todos os elementos da foto – os jurados Alinne Rosa, Paulo Miklos (o único intelectual do grupo), Di Ferrero e a apresentadora Fernanda Paes Leme sorridentes como se estivessem em comercial de margarina, padrão família. Mas a “cara de Percival” do produtor Rick Bonadio, o “sexto Mamona”, denuncia: a coisa está mais cheirando a clima de cremação. Na primeira segunda-feira e na primeira quarta-feira de veiculação, o X-Factor Brasil perdeu para os programas Xuxa Meneghel e Gugu, da Rede Record e para o Programa do Ratinho do SBT, caindo na quarta colocação. Basta usar o espelho retrovisor.
Cada ponto equivale a 684.202 telespectadores em 240.886 domicílios nos 15 mercados auditados para o Painel Nacional de Televisão.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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