Assunto da semana: O Y Factor do Oscar do horário nobre


Claire Danes e as chupetas do 68º Primetime Emmy de atriz em drama

Showtime/Divulgação/19.10.2015

Você é forte, dentes e músulos, peitos e lábios”
(Caetano Veloso, in: Você é Linda, 1983)

Simples assim: jogue-se a carga de oito indicações de Claire Danes, nascida menos de dois meses antes de sua ex-colega de Homeland, a carioca Morena Baccarin, 37, (agora a serviço de Gotham) contra um grupo de sem debutantes, de “criancinhas”, como diria a saudosa Elke Maravilha, em termos de concorrência histórica ao Primetime Emmy de melhor atriz em série dramática. Para a 68ª edição do “Oscar do horário nobre americano”, joga-se mais uma vez a experiência contra a imaturidade de certas atrizes na premiação.
Sem usarmos dos termos derrogatórios empregados por Alexandre Frota contra as senadoras Vanessa Grazziotin e Gleisi Hoffman, mas o usando para um bom sentido, a “bancada da chupeta” do 68º Primetime Emmy de melhor atriz em série dramática parece ter poder de influência altíssimo para decidir quem leva a estatueta. Tirando-se Viola Davis, que acabou de incorporar à sua idade recém-completada o número da marca da cachaça da “boa ideia”, vencedora do segmento no ano passado, pode-se extrair desse sumo muita coisa.

Kevin Winter/Getty Images/14.07.2016

E por que o imbecil de plantão chama as concorrentes ao Emmy de atriz dramática de “bancada da chupeta”? Simples: a favor de Claire Danes conta seu histórico construído a partir da Vida de Cão não correlata a Veja, IstoÉ, Época, Estadão, O Globo, dentre outros dejetos da mídia velhaca. Velhaca não para se aplicar a Taraji P. Henson, 45, idade tucana para a estrela central do drama fonográfico Empire, preso no som livre da Globo enquanto a FOX afina a divulgação da temporada 3, para passar no canal premium junto com a matriz ianque.
Bom. Esquecer da cinquentona Robin Wright para a pauta? A mulher do Eduardo Cunha do House of Cards? Não. Mas não dá para mensurar qualquer coisa melhor. Esquecer da doce canadense Tatiana Maslany, 30, e suas seis personagens do Orphan Black? Nem pensar. Mas, falar da Keri Russell, 40, e suas quatro batidas na trave até conseguir o golaço da indicação por The Americans é uma benção para quem a acompanha desde seus 22, no piloto de Feliciry, levado ao ar em 23 de setembro de 1998. Recado dado. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (28/8)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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2 respostas para Assunto da semana: O Y Factor do Oscar do horário nobre

  1. Fernanda L. disse:

    como vc pode publicar um texto desse, com tantos erros de português?

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