De herói olímpico americano a transgênero, Bruce Jenner virou picareta e salafrário e mentiu para 14 milhões de americanos


Perto desse cretino, Ryan Lochte é fichinha, bagrinho de feira e peixe pequeno

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

Fotomontagem/R7


Salafrário! Picareta! Vagabundo!

Há quatro décadas, Bruce Jenner, 66, o homem da foto à esquerda, conquistava sua única medalha olímpica nos Jogos Olímpicos de Verão de Montreal (Canadá), no decatlo, após uma participação apagadíssima em Munique, quatro anos antes. O Menino Americano de Sleepy Hollow (a cidade do Estado de Nova York e não a série televisiva da FOX, assim escrita sem o itálico do título de obra), nascido na cidade de Mount Kisco sob o nome de William Bruce Jenner, passou a assinar Caitlyn Marie Jenner após a farsa que encenou ao jornalístico 20/20, da rede ABC. Ludibriou 14 milhões de telespectadores nos Estados Unidos da mesma forma que o nadador Ryan Lochte o fez com o frentista do posto, após seu feito na Rio 2016. Tirou sua virilidade de lado e pisou para a capa da Vanity Fair de sexo já trocado, botocada e com próteses de silicone, para fingir aos antigos fãs ser uma senhora de uma certa idade tão falsificada quanto uísque paraguaio, que dá dor de cabeça a começar pela aduana de Foz do Iguaçu.
Uma vez consumada a farsa, Caitlyn, ex-Bruce, foi estrela de um reality documental do canal pago E!, o mesmo dos realities de seus enteados Kardashian. Saiu de uma vida de homem de família que pensava no futuro de suas filhas mais jovens e no legado a ser deixado para estas para uma vida louca vida não condizente com gente de sua idade. Se enturmou com gente da cepa de Laverne Cox, mas sua aventura transgênero na televisão não durou muito: acossado pelas constantes derrotas para um reality de peladões do Discovery Channel, I Am Cait foi passado à faca pelo E!. O canal vai colocar o ex-Bruce Jenner com maior intensidade dos realities dos enteados Kim, Kourney, Khloé e Rob, mais a prole que fez com sua ex-mulher, Kris Jenner
Ao se tornar transgênero, Bruce Jenner traiu o que lhe havia de mais precioso: a sua virilidade, sua integridade e sua honestidade. Vai ficar estereotipado como uma Roberta Close da terceira idade, Os que caíram no conto do vigário criado com a situação desse indivíduo que me desculpem, mas mostrar a verdade de certas pessoas e desmascarar suas mentiras, para o bem do jornalismo, é cada vez mais fundamental. Para não dizer que não falei do poetinha Vinícius de Moraes (1913-1980), parafraseando uma canção censurada do Geraldo Vandré. As feias (e os feios) que me perdoem…

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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