Assunto da semana: Rainha Selina Meyer V


O caminho livre de Julia Louis Dreyfus no 68º Primetime Emmy de atriz cômica

HBO/Divulgação

Há concorrentes para Julia Louis Dreyfus, 55, em seu penta de indicações ao Primetime Emmy por Veep? Na mastigação de informações do quadro de indicadas, a meu ver, não. Um pentacampeonato de Louis Dreyfus nesta categoria é obviamente inevitável, dada a carga de excelência artística que esta temporada de “Veep” empregou exclusive indicações de atores coadjuvantes, atores convidados e áreas de roteiro e direção. Sozinha, Julia Louis Dreyfus soterra qualquer bolsa de aposta que se faça contra seu nome. Pode esquecer.

Fotos ABC e HBO/Divulgação

Não há terreno sequer para a debutante de Emmy Tracee Ellis Ross, 43, a Rainbow de Black-ish. Figura fácil de indicação ao NAACP Image Awards, Tracee, filha da cantora Diana Ross, 72, não tem atuação que corresponda às expectativas do birô de votação da NATAS, a Academia Nacional de Televisão que participa da definição dos vencedores. Recomenda-se também colocar as barbas de molho para Laurie Metcalf (Getting On), de três vitórias em 10 indicações, contando também a situação de agora. Não convém arriscar o certo pelo duvidoso.

Fotos Netflix e Comedy Central/Divulgação

Na segunda fila de indicadas, a vecchia guarda Lily Tomlin, 76, aparece apenas para constar e cumprir tabela em seu currículo de 23 indicações, incluindo seis estatuetas, incluindo uma de narração de documentário. Tem uma boa voz para narrar sobre os elefantes brancos do fardo maldito das Olimpíadas em curso no Rio de Janeiro, Copa do mundo é pouco. Mas comparando com novas faces como a da desbocada Amy Schumer, 35, (Inside Amy Schuimer), é melhor colocar a pauta da experiência em banho-maria. Sem ofensas.

Eric Liebowitz/Netflix/Divulgação/22.04.2016

Ao lado de Julia Louis Dreyfus na terceira e última fila de indicadas da categoria, de acordo com o site oficial do 68º Primetime Emmy, a mãe recente Ellie Kemper, 36, contratada pela NBC para Unbreakable Kimmy Schmidt, vendida ao Netflix graças ao tino empresarial de sua produtora, Tina Fey, aparece apenas também para cumprir tabela. Sua atuação restrita a usuários de streaming interditou qualquer opinião minha a seu respeito. Melhor passar a bola para quem tem Netflix e TV por assinatura na mesma mão (e casa). Boa semana a todos.

Publicação simultânea com o caderno Noptícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (7/8)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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