Relatório do IVC mostra que Nova Escola foi a revista que mais perdeu leitores entre fevereiro e abril de 2016


Publicação da Editora Abril dirigida a professores de ensino fundamental teve queda de 25,5% de circulação no período

Da redação TV em Análise

Captura de tela/Diário do Centro do Mundo


Entre as semanais de informação, a maior queda foi da Veja

Um estudo do Instituto Verificador de Circulação (IVC), divulgado nesta quarta-feira (13) pelo site Diário do Centro do Mundo, mostra que a Nova Escola, publicação dirigidas a professores de ensino fundamental mantida pela Editora Abril, foi a revista que teve maior queda percentual de circulação entre os meses de fevereiro e abril de 2016. No período, a Nova Escola teve queda de 25,5% na circulação de exemplares – de 215.842 exemplares em fevereiro despencou para 160.880 em abril, mês em que a Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade do processo de impedimento da presidenta legítima do Brasil, Dilma Rousseff, 68, afastada por uma campanha sórdida na qual a Abril e outros grandes grupos de mídia tomaram parte junto com o capitalismo norte-americano.
Entre as revistas semanais de informação, a maior queda foi de outra publicação da Abril, a infame revista Veja, que teve queda de 4,2% na circulação de exemplares no período – caiu de 1.108.918 exemplares em fevereiro para 1.062.319 exemplares no mês da ardilação do golpe contra Dilma na Câmara. A Época, editada pela Editora Globo, teve a segunda maior queda (2% na circulação de exemplares – de 360.776 em fevereiro para 353.663 em abril). Na mão inversa, outra publicação que apoiou o Golpe contra Dilma, a Istoé, da Editora Três, teve crescimento tímido de 1,4% – de 314.411 subiu para 318.718 no mês do Golpe contra Dilma. Das 30 publicações apuradas pelo DCM, a que teve maior crescimento no IVC de fevereiro/abril foi a Caras (8,2%, de 170.078 para 184.009).

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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