Público paulista do SBT é coxinha e imbecil. Telespectadores de A Praça é Nossa barraram indignação de repórter da Record no Projeto Tamar, em Regência (ES)


Matéria do Repórter Record Investigação que relatou drama de atingidos pela lama da barragem da Samarco, em Mariana (MG), é digna de Prêmio Esso

Da redação TV em Análise

Rede Record/Reprodução


Desolação de moradores de Bento Rodrigues não interessa a Sheherazade, Gentili e Carlos Alberto de Nóbrega e Os Aposentados Selvagens

Bento Rodrigues acabou, Bento Hiroto morreu. Para a audiência domiciliar aferida pela empresa Kantar Ibope Media na Grande São Paulo na noite desta quinta-feira (25), não interessa ao público saber a quantas chegou a reação da jornalista Heleine Heringer ao desabar em lágrimas ao entrevistar uma pesquisadora do Projeto Tamar, no distrito de Regência, em Linhares (litoral norte do Espírito Santo). Ao telespectador do humorístico A Praça é Nossa não interessa a dor dos índios Krenak, que choram a morte do rio Doce no município de Resplendor (440 km do município de Mariana, região central de Minas Gerais, onde rompeu a Barragem de Fundão, no dia 5 de novembro de 2015).
O choro de Heleine passou longe de bater as piadas ultrapassadas da Praça. Na medição domiciliar consolidada na capital paulista e mais 38 municípios de sua região metropolitana, o Repórter Record Investigação sobre o drama dos atingidos de Bento Rodrigues, Paracatu de Baixo, Resplendor, Colatina,. Linhares e Regência e a ameaça da lama tóxica dos rejeitos da mineradora Samarco ao santuário ecológico de Abrolhos (BA) registrou média de 6 pontos – três atrás das piadas de Carlos Alberto de Nóbrega, 79, que não deveria achar graça nenhuma no choro de Heleine em Regência.
Para piorar, os 11 pontos registrados pela Rede Globo no confronto contra o… SBT e não com a Record promoveram uma interdição criminosa do debate sobre a verdadeira situação dos atingidos do rio Doce que não tem mais peixe para pescar. A boa apuração de Heringer e da pauteira que com ela trabalhou é digna de render ao RR Investigação uma indicação ao Prêmio Esso de Jornalismo. Pena que só os coxinhas paulistas e imbecis não percebam a dor dessa gente, sem as matizes do Padrão Global/Padrão Fintástico da Regra do Jogo do Bicho dos Capitalistas Selvagens Americanos que Querem tomar dos Bandeirantes da Família Saad o Concurso de Miss Brasil.

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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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