Enquanto o trabalho solo não chega, o primeiro ensaio de capa de Thaíz Schmitt para a Playboy, em dezembro de 2008


Ao lado de Márcia Spezia e Ana Lúcia Fernandes. Ensaio da coelhinha gaúcha feito por Marlos Bakker chega às bancas na terça-feira (10)

Fotos J.R. Duran/Playboy/Reprodução

Abaixo, entrevista de Thaiz ao blog Diário Playboy Brasil, feita pelo repórter Julimar Paixão:

01) A pergunta que não quer calar: Era um sonho seu ser estrela de uma capa individual da Playboy?
R: Sim, era um sonho desde criança ser capa da revista Playboy. Meus primos que colecionavam, contavam nos dedos os dias para a revista chegar na casa deles, e eu também olhava e falava: Só tem mulher linda nessa revista!! Eu vou ser capa da Playboy também!!! Então, sonho realizado pela terceira vez, mas agora que serei sozinha que posso dizer que sou Capa da Revista

02) Conte-nos como foram os bastidores do seu novo ensaio: quem foi o fotografo e como chegaram a escolha do tema!
R: O fotógrafo foi o Marlos Bakker e eu já havia sido fotografado por ele para uma matéria de vinho em 2009; as fotos ficaram incríveis, por isso fiquei super confiante e a vontade nas fotos. Os assistentes dele também foram uns queridos me ajudando nos bastidores. Fiquei muito emocionada, estou há seis anos representando a marca e mereço essa capa. O tema do ensaio foi proposto pelo nosso diretor o Thales Guaracy, já que a Playboy americana esta completando 60 anos. Eu me senti muito lisonjeada, pois ele poderia ter convidado qualquer outra famosa, modelo ou atriz para ser a estrela de capa, e o convite foi pra mim, eu nem acreditei na hora. O Thales veio para sofisticar ainda mais a nossa amada Playboy!!!!

03) Como foi o seu início de carreira como modelo? Com quantos anos você descobriu a intimidade com as lentes das máquinas fotográficas?
R: Fiz meu primeiro curso profissional com 12 anos, mas desde muito pequena já sabia que queria ser famosa, aparecer na TV, revistas. Mas, foi com 19 anos que vim morar em SP e que tudo começou.

04) Como a Playboy lhe descobriu e como foi o processo para se tornar a coelhinha oficial?
R: A Playboy estava a procura da Coelhinha loira para completar o trio. Fui convidada a provar a roupa de Coelhinha e tudo começou.

05) Thaiz, Ana e Márcia: um trio que deu certo! Como é o contato das três coelhinhas fora vida da Playboy?
R: Eu e a Ana ainda somos Coelhinhas oficiais, nos damos super bem, ela é uma fofa.

06) Muitas mulheres queriam ser coelhinhas oficiais e você é uma delas; o que isso representa pra você?
R: É verdade, e eu sei disso. Muitas mulheres me perguntam nas redes sociais e onde me encontram, como faz para ser uma Coelhinha. Sinto-me muito honrada em representar uma marca conhecida mundialmente.

07) Ser coelhinha rende muita cantada: tem alguma engraçada que você possa nos contar?
R: Sim, muitas (rsss) de homens e mulheres. A que eu nunca vou esquecer é essa: Posso apertar seu pompom?

08) Você foi apontada uma vez como afear do cantor Latino; como você lida com a rede de intrigas do meio artístico?
R: Não fui apontada, nós tivemos um namoro rápido. As pessoas falam demais e chegam até inventar fofocas para dar polêmicas, mas sempre levo comigo esse pensamento: “O prego que mais se destaca, é sempre o mais martelado.” Então, eu tendo o apoio e carinho da minha família e amigos que amo, isso é o que mais importa pra mim.

09) Você já participou de várias coletivas de lançamento da revista, sendo que cada estrela tem sua forma de agir! Qual foi a mais simpática com as coelhinhas e cite algo que uma estrela fez que vocês não gostaram e você como futura estrela, não faria!
R: A estrela de capa que mais me marcou foi a da Jaque kury (Março de 2008) por ter sido a primeira capa que acompanhei e ela foi e é muito simpática. Teve uma capa global que prefiro não citar o nome, que não quis a presença das Coelhinhas, e nesse mês não precisei trabalhar. Deve ter sido por insegurança, mas toda pessoa tem seu brilho próprio e eu nunca faria isso com alguma Coelhinha que irá me acompanhar na minha festa.

10) Como você encara o nu na sua vida? Até onde vai a barreira da nudez artística para a vulgar, na sua opinião?
R: Olha, eu encaro com muita naturalidade, pois desde criança, esse era meu sonho e eu não tinha ideia do que seria um ensaio nu artístico. Eu ajudei a escolher todas as fotos desse ensaio, ficou muito quente e tenho certeza que todos os leitores (as) irão curtir. Eu posso afirmar que nenhuma foto ficou vulgar, pois a Playboy é consagrada por isso. Meu ensaio ficou muito classudo!

Para ler o resto da entrevista acesse este link

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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