Assunto da semana: O rock da Morena Baccarin no Castelo de Cartas da Netflix


Primeira impressão das indicações ao Primetime Emmy 2013

Jemal Countess/AFP Arquivo/Getty Images


Spacey roubou do Bacon a indicação a ator de série dramática

Invadida por duas produções do Netflix, a listagem de indicados nas categorias mais importantes da 65ª edição dos Primetime Emmys, anunciada na manhã desta quinta-feira (18) pelos atores Aaron Paul (Breaking Bad) e Neil Patrick Harris (convocado às pressas para substituir Kate Mara, de House of Cards) trouxe pouca novidade a respeito das atuações. Salvo uma ou outra exceção (Kevin Spacey no lugar de Kevin Bacon, por exemplo), quase nada mudou como na canção do Léo Jaime.

Fotos Peter “Hopper” Stone/ABC/Divulgação e Kent Smith/Showtime/Divulgação


Sofia Vergara e Morena Baccarin: rivais, só no futebol

Rock nacional debochado da década de 1980 à parte, a carioca Morena Baccarin, 34, fez história ao se tornar a primeira sul-americana a concorrer em categorias de atuação dramática. À parte da estrela de Homeland, a colombiana Sofia Vergara, 41, é outro nome do Cone Sul para a atuação, mas em comédia – leia-se, a esquadra de Modern Family nas categorias coadjuvantes, Fórmula de sucesso desde 2010. Julie Bowen, Ty Burrell, Jesse Tyler Ferguson… Vai contando…

Jessica Miglio/HBO/Divulgação

Com a mão cheia, Lena Dunham emplacou três indicações cumulativas pelo segundo ano seguido na área das comédias – produção (PGA), direção (DGA) e atuação (SAG). Nomes dos sindicatos entre parênteses, Dunham terá a concorrência de Louis C.K., que emplacou indicações de produção de comédia, atuação, direção e até mesmo produção e direção em especial de variedades – o monólogo Louis C.K.: Oh My God!, da HBO, que também pareou Matt Damon e Michael Douglas como atores principais de minissérie/telefilme.

Montagem Blog Te Dou Um Dado


Segundo a Globo e seus merváis, cada país tem o The Voice que merece

Até o dia 15 de setembro, data dos Creative Arts Primetime Emmys (que engloba a lotação excessiva de categorias técnicas disso e daquilo), muito terá a se esquadrinhar de séries dramáticas, séries cômicas, minisséries e telefilmes, campos de atuação principal, campos de atuação coadjuvante e realities de competição (exclusive The Voice – o americano e não o do Lulu Santos do Adam Levine). O Brasil fez história? Sim. Os serviços de streaming? Também, ao comerem uma cota de indicações para a TV real. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (21/7)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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