Assunto da semana: 108 milhões de pontos de luz no breu do Mercedes-Benz Superdome


O apagão de Beyoncé no intervalo do Super Bowl XLVII

Jeff Haynes/Reuters/03.02.2013

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Luzes, luzes, luzes e mais luzes. Há quem diga que o consumo de energia dos equipamentos de som e iluminação da cantora Beyoncé causou o apagão de 38 minutos no Super Bowl realizado no último domingo, em Nova Orleans. Passado o show de intervalo, a terceira parte da partida entre Baltimore Ravens e San Francisco 49ers quase lembrou a Marquês de Sapucaí (Rio), no carnaval de 1992. Breu total.

Jonathan Bachmann/Reuters/03.02.2013

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Ao contrário do que aconteceu no Sambódromo carioca no início do desfile da União da Ilha daquele ano, geradores evitaram que os 108 milhões de telespectadores americanos fossem constrangidos com uma penca de pontos de luz na escuridão. Escuridão mesmo para o SB 47, só a programada para a performance de Beyoncé, anunciada com meses de antecedência e planejada minuciosamente. Tal qual a reunião do tríduo Destiny’s Child, que a projetou.

John P. Filo/CBS/Divulgação

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Em pleno papo sobre se vai ou não ter apagões na Copa das Confederações em junho próximo, no Rock in Rio (para o qual a senhora Jay-Z irá em setembro) e na Copa FIFA em junho do ano que vem, o blecaute técnico do Super Bowl 47 forçou a CBS a passar o episódio especial de Elementary depois das 23h. Vai ver, as forças de Thomas Alva Edison pensam que Sherlock Holmes é vetado a menores de 18 anos.

Brian Snyder/Reuters/03.02.2013

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Conspiração à parte, o show de intervalo da Beyoncé nesta edição do Super Bowl vencida pelos Corvos (tradução de “Ravens” para o idioma de Cartola e Pixinguinha) de Baltimore por 34 a 31 contra os 49ers californianos se tornou um espetáculo digno de indicação ao Creative Arts Primetime Emmys. Não cabe na área de roteiros da premiação de 22 de setembro, mas valeu a pena, mesmo. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (10/2)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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