Assunto da semana: Canções de alegria, histórias de horror e insanidade


A doce melodia de Dominique ique ique em AHS: Asylum

Fotos Reprodução e Byron Cohen/FX/Divulgação

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A Irmã Sorriso e o Escárnio da Irmã Judy

A tênue balada de Dominique, da falecida freira belga Jeanine Deckers (melhor conhecida como Irmã Sorriso, 1933-1985) atenuou um pouco o ambiente mórbido da primeira parte do episódio Eu Sou Anne Frank, de American Horror Story: Asylum (FOX, 3ª, 22h, 18 anos). Usada para embalar o inferno do manicômio, a melodia escamoteia o ambiente de horror que guia o manicômio da irmã Judy.

Byron Cohen/FX/Divulgação

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Recheada por participações competentes como a de Chloë Sevigny (Amor Imenso) como Shelley, uma paciente eletrocutada pelo temido doutor Arden (James Cromwell, A Sete Palmos), chamado de “assassino nazista” por uma paciente adulta que se diz ser Anne Frank (Charlotte Brown, interpretação da alemã Franka Potente, Corra Lola Corra e namorada de Jason Bourne nos filmes da franquia). Resumo: um elenco de convidados digno de uma Porsche ou uma Maserati, por exemplo.

Byron Cohen/FX/Divulgação

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A força da interpretação de Potente como Anne Frank/Charlotte Brown dá à loucura e ao devaneio de sua personagem força máxima para perspectiva de indicação ao Golden Globe, ao SAG e ao Primetime Emmy 2013. Um acerto e tanto dos produtores executivos Ryan Murphy e Brad Falchuk, que já receberam do FX americano a encomenda da terceira leva de AHS. Acertaram na lata.

Byron Cohen/FX/Divulgação

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Desembucha, dr. Arden! Vai, desembucha!

Combinar os horrores nazistas com os horrores de um Meduna americano da década de 1960 é um passaporte mais que suficiente para o escopo de American Horror Story: Asylum angariar tantas quantas indicações possíveis fores ao Emmy na área de minisséries e telefilmes, a despeito das limitações já impostas pela ATAS na área de atuação. Enfim, nesta fall-season fraca, temos um showzaço. Até domingo.

Reprodução/Tumblr/Divulgação/FX

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Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (2/12)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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