Assunto da semana: o ‘Grammy das massas’


O que se pensar do American Music Awards aos 40 anos

Getty Images/18.11.2012

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Partindo do tributo sonoro de Stevie Wonder, a 40ª edição dos American Music Awards (a primeira sem a coordenação de Dick Clark, morto em abril, aos 82 anos) refletiu um ambiente de celebração, memórias e festa. E, ao mesmo tempo, mostrou um Justin Bieber cantando lamentos com a queda livre de audiência da premiação em relação ao ano passado (de 12 para 9,5 milhões). Dor com dor…

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Ke$ha: micareta de americano é isso aí

Idealizada por Clark em 1973, após a ABC perder para a rival CBS os direitos de transmissão do Grammy, o AMA (como é chamado) virou uma espécie de medidor de pulso e, ao mesmo tempo, contraponto ao colegiado conservador da academia de gravação americana, a NARAS. Ao invés de uma meia dúzia de produtores e compositores, a fórmula do AMA está nas execuções em rádios e nas vendagens de CDs físicos e downloads digitais. É a voz do povo.

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MC Hammer e Psy: coisa triste

Voltando à festa em si, tudo pôde acontecer da mega-abertura com Usher à apoteose deprimente com Psy, do famigerado Gangnam Style ao lado do quase esquecido MC Hammer (U Can’t Touch This). Tudo mesmo. Do dia de finados fora-de-época de Ke$ha à pauta mórbida da Sônia Abrão tudo cabe. Até a Hayden Pannetiere, transferida de Heroes para Nashville, anunciando uma categoria.

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P!nk: show de vida fora da Tevê Globo

Em meio à festa de horrores de alguns atos musicais, um ponto positivo: a performance saltitante e saltimbanca de Pink, 33 – ela mesma ginasta profissional aos 14 anos. Impressionou. Repetiu coisa semelhante já feita no Grammy de 2010. Na festa de premiações dadas ao canadense Bieber, Alecia Moore mostrou um espetáculo de vida e arte em meio a lembranças e lotação de estantes de troféus. Até domingo.

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Bieber Fever e uma metida a besta

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (25/11)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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