Furacão da CPI: o mal que os assassinos de reputação causam às pessoas


Drama de Denise Leitão Rocha serve de alerta para imprensa burguesa e conservadora especializada em concursos de misses(***) e pregação de golpes na Sibéria

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

R7

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“Fui vítima de um canalha e não poderia ser julgada assim”

A truculência do ensemble cast da mídia nativa tupiniquim contra a advogada Denise Leitão Rocha, assessora do senador Ciro Nogueira (PP-PI), por uma mísera fita de sexo (motivo de demissão por justa causa em qualquer parte do mundo, inclusive na mais fechada ditadura do mundo, Myanmar), mostra a que nível chegou a baixaria da imprensa não-detentora dos XXX Jogos Olímpicos de Verão da Era Moderna, abastecida por acusações infundadas, jornalismo sádico e irresponsável e baixarias travestidas de fantásticos shows da morte e do esquartejamento psicológico do ser humano, travestidos em concursos de beleza camuflados em circos de horrores de drag-queens do Ru Paul’s Drag Race(***). O trauma de Denise, exposto em extensa matéria do portal R7, denota bem o grau de ódio das “instituições democráticas” herdaddas da ditabranda militar a pessoas que perdem seus empregos por punições administrativas. Ridicularizam-nas. Não dão segundas chances. Mandam-nas para o inferno do esquecimento.
O que a mídia nativa não deve ocultar, de forma alguma, é o tormento pelo qual Denise passa após ter perdido seu emprego (tal qual tiveram os ex-funcionários da Rede Tupi após a cassação de sete de suas nove concessões, por imposição da Globo e do governo militar do general João Baptista Figueiredo [1917-1998] – vídeo no rodapé da matéria). Abaixo, os detalhes do drama da ex-assessora com seu desemprego, regado a remédios de tarja preta:

“Demitida, Furacão da CPI diz estar à base de remédio tarja preta

Denise Rocha foi tirar satisfação no Senado e disse que é vítima de um canalha

Por Marina Marquez
Do R7, em Brasília

A advogada que ficou conhecida como Furacão da CPI, Denise Rocha, esteve na manhã desta terça-feira (7) no Senado Federal para falar com o senador Ciro Nogueira (PP-PI) sobre sua exoneração do cargo de assessora parlamentar, que foi publicada na última segunda (6).
Denise falou com o R7 sobre o “tormento” que está vivendo e classificou como “injusta” a demissão. Ela teve um vídeo íntimo divulgado entre parlamentares e jornalistas que cobrem a CPI do Cachoeira no Congresso e viu suas imagens serem publicadas na internet.

– Isso tudo é muito desgastante, uma grande injustiça que estou vivendo. A demissão antes de terminarem as investigações da polícia é precipitada, desumana e machista. Eu fui vítima de um canalha com quem estive há seis anos atrás e não poderia ser julgada assim.

A Furacão da CPI explicou que nunca teve o vídeo íntimo que vazou e só soube dele em um depoimento da comissão, antes do recesso parlamentar.

– Eu cheguei para o depoimento do prefeito de Palmas [Raul Filho] junto com ele e de repente vi as câmeras dos fotógrafos viradas para mim e não para ele. Estranhei, levei um susto, até que um assessor me puxou, saímos da sala e ele me explicou o que estava acontecendo.

“Eu estou aqui dando a cara a tapa, batalhei a vida toda pelo meu trabalho

Segundo a ex-assessora, o vídeo foi produzido em um apartamento com um policial em 2006. Ela não ficou com as imagens e não sabe como elas vazaram depois de tanto tempo.
Quando foi informada do vazamento, procurou a polícia e a Delegacia da Atendimento à Mulher investiga o caso.

– Acho que uma pessoa dessa não posso nem chamar de ex-namorado. O que me revolta é que quem não faz isso? Não digo nem do vídeo, mas o ato. Como viemos ao mundo? Eu era uma menina na época, mas todo mundo faz sexo. É muito preconceito porque sou mulher. Se fosse um homem, seria a mesma repercussão?

Demissão

No Senado, Denise recebeu a informação dos colegas do gabinete de Ciro Nogueira de que o senador só chegará a tarde a Brasília. Como está se recuperando de uma cirurgia feita há menos de um mês, ela decidiu não esperar e voltará a falar com ele depois.
A ex-assessora se emocionou durante a entrevista. Tremendo muito, disse que tem tido dificuldade para dormir, tem tomado vários remédios “tarja preta” para se recuperar, mas não consegue.

– Eu estou passando mal, não estou bem. É tudo muito difícil, essa é a primeira vez que saio de casa. Só ia ao médico e ficava em casa desde que isso tudo começou. Meus pais também não saem, estão sofrendo. Me apóiam, mas estão sofrendo.

Denise reclama que não consegue imaginar procurar um emprego agora e tentar tocar a vida como se nada tivesse acontecido.

– Se o vídeo tivesse sido feito no Senado, eu teria que ser demitida sumariamente, mas não foi. Eu estou aqui dando a cara a tapa, batalhei a vida toda pelo meu trabalho. Vou tentar seguir a vida, mas como vou entrar num novo emprego sendo tratada como uma advogada que tem vídeo pornô na internet? É muito constrangedor”.

Como até o reino mineral de Michael C. Hall sabe, caberão oceanos de indenizações contra a Rede Globo, a Band, a Veja, a IstoÉ, a Folha(*), o Estadão, o Diário do Povo do Piauí, o colonista(**) Nelito Marques…

“A Rede Globo, aliada ao Governo Militar, matou e enterrou as suas concorrentes: a Tupi e a Excelcior (sic). Ambas as emissoras eram as únicas que enfrentavam a Globo de igual pra igual: em qualidade e audiência. A Globo, como sempre, jogou sujo com seu poder e anti-ética.”

(Do internauta Luan Borges, no Youtube)

(*)Folha é o jornal que não se deve deixar a sua tataravó ler porque publica palavrões e mostra sem censura os seios, os pêlos pubianos, a vagina e a bunda da miss Pernambuco 2008, Michelle Fernandes da Costa, em revista masculina publicada a poucos dias de passar a faixa à sua sucessora, em março de 2009. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Cássio Cunha Lima DEPOIS de cassado e pergunta o que ele achou do processo no TSE, da ditabranda, do câncer de Fidel, da ficha falsa da Dilma, das mulheres-fruta, das ancas da cantora Jôsy, do ódio a piauienses encampado pelo Rafinha do Emocore, da Carla Perez lecionando “i” de iscola, da Rayanne Morais “eleita” Miss Brasil 2009 pelo site EGO, ligado à Globo (sócia da mesma Folha no jornal de negócios Valor Econômico), que vestiu FHC com o manto de “bom caráter”, porque levou dezoito anos para reconhecer um filho seu fora do casamento (com uma jornalista empregada da Globo), que mandou a Diane Sawyer da Globo News avacalhar o cantor itainopolense Frank Aguiar por causa de um filme e de uma entrevista sórdida com uma aspirante a aspirante a aspirante de celebridade paulista a uma aprendiz de Oprah do Primetime da Rede TV!, que publicou texto sórdido de um professor de comunicação da USP sobre o Miss Universo 2007, que ainda fala mal do Saulo Roston (vencedor do Ídolos 2009), que matou o senador paulista Romeu Tuma e depois o ressucitou, mandou a Mariska Hargitay falar mal do Piauí e a Tamara Tunie, o Ice-T e o Christopher Meloni bancarem o Sérgio Ricardo quebrando o violão no Festival da Record de 1967 emLaw & Order: Special Victims Unit , deixou o elenco de Law & Order: Criminal Intent e o Robin Williams avacalharem o Brasil em seriado da USA Network e programa de entrevista da CBS, é o que é porque o dono é o que é e que, quando a mineira Elaine Parreira Guimarães ficou em quinto lugar no Miss Universo 1971, emprestava os carros de reportagem aos torturadores.
(**)Convém lembrar que colona não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. Tratam-se de colonistas que, na visão de Paulo Henrique Amorim, “…tratam o Brasil da perspectiva do que imaginam que a Metrópole imaginaria o Brasil. No caso específico de Gaspari, ele trata o Brasil da perspectiva do que imagina que os professores de Harvard pensariam do Brasil e dele…”. Para o Críticas, tratam-se de colonistas sociais que tratam o Brasil como um combinado de Venezuela em termos missológicos com um Sudão em termos econômicos, sociais, de infra-estrutura (vide a campanha que a Globo e a Band fazem contra a Copa de 2014 e as Olimpíadas de Verão de 2016 por causa dos aeroportos) e de educação. Mais: tratam-se de colonistas sociais, calunistas de sites de celebridades, de jornais facistóides e de revistas de entretenimento que jamais reconhecerão Haley Reinhart, James Durbin, Scotty McCreery e Lauren Alaina, finalistas do American Idol em 2011, como promessas da indústria fonográfica. Preferem a Paula Fernandes, o Neymar, o Elano, o Luan Santana, a Nayla Micherif, a Mariana Rios, namorada do Di do NXZero e a Giovanna Lancelotti, namorada do Pê Lanza do Restart, ambas empregadas da Rede Globo, à Pia Toscano, ao Paul MacDonald, ao Ruben Studdard, à Lindsey Vonn, ao Johnny Weir, ao Clay Aiken, ao Francis Lopes, ao saudoso Raimundo Soldado, ao Israel Lucero, ao LeeDewyze, ao Goffredo da Silva Telles Jr., autor da Carta aos Brasileiros de 1977, à Sarah Michelle Gellar….
(***)Na teoria, a Band é dona dos direitos de transmissão do concurso Miss Brasil e de seus concursos estaduais quando, na prática, estes pertencem à Globo (que desde 1990 paga para não transmití-lo). É a mesma coisa que a emissora da famíglia Marinho fez (e ainda faz) com as séries da FOX, como Glee, Bones, Burn Notice e outras (fora as animações)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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