Assunto da semana: uma comediante do Chelsea Lately que ainda não sabe atuar (para sair no jornal desta vez)


Whitney, como série, é menos ousada do que sua criadora

Divulgação/NBC


Cummings, em ação com Chris D’Elia: vai trabalhar na Globo

Direto ao ponto: Whitney (Liv, 3ª, 22h, dublado), sitcom-assinatura da comediante Whitney Cummings, tinha tudo para ser a grande “bomba” na leva de séries carimbadas com temporada completa em outubro passado. A despeito de seu sucesso com a co-criação de 2 Broke Girls (CBS, Warner), Cummings como atriz se mostra fria, sem graça. Nada que lembre a panelista do Chelsea Lately.
Centrada e focada no relacionamento da Whitney Cummings de mentirinha (neste caso, uma fotógrafa, pelo projeto apresentado à NBC e aprovado à mesma época de 2 Broke) com Alex Miller (empresário do ramo de Internet, interpretado por Chris D’Elia – Glory Daze, Chicago Hope), a premissa de Whitney é tão maçante que dá pena assistir a um episódio inteiro (o quarto, cá levado ao ar em 27 de março só para tomar como exemplo).

Chris Haston/NBC/Divulgação

Whitney
Mente criativa para uma trama pobre

Oblíqua como uma novela grudenta das sete, Whitney afugenta o telespectador afugenta o telespectador não por ser uma sitcom ruim. Sua trama óbvia como chiclete mascado irrita até mentes mais fortes, inclusive as acostumadas às lutas do MMA, seja qual for a sigla. Renovada para uma segunda temporada, Whitney é uma das séries não policiais a serem passadas à faca pelo Liv na transição para o Investigação Discovery, no dia 9.
Talento de sobra como escritora, Whitney Cummings tem de mão cheia. Tanto que a CBS já deu sinal verde para uma segunda temporada de 2 Broke Girls, dividida com Michael Patrick King, de Sex And The City/O Sexo e a Cidade (ora em reprise no TBS). Como atriz, Cummings, 29, revelada no infame Punk’d de Ashton Kutcher (MTV) ainda precisa aprender muito. Muito mesmo. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (1º/7)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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