Leitor do MBonB: O Miss Universo Brasil(*) da Band está morto


A gaeta(**) tomando conta da quadrilha, ao lado da Globo, de suas emissoras-satélite, de Naji Nahas, José Serra, FHC, Boris Casoy, Caetano Veloso, Mayara Petruso, Maria Melillo, Gretchen Carlson, Rach(a)el (Welch) Sheherazade(***), Sarah Palin, da blogueira dissidente cubana Yoani Sanchez e também da Soninha Francine que chama via Twitter os desabrigados e ex-assentados de Pinheirinho, a Jennifer Hudson, o Tim Tebow, a Clara Nunes, o Pixinguinha, o Agostinho dos Santos, a Fantasia Barrino, o Barros de Alencar, o Carlos Aguiar, o Carlos Imperial, a Marimoon, o Michael C. Hall, o dono da fábrica de cal e os jurados do American Idol e do The Voice da NBC de “criminosos”

Por BSB-DF
No Miss Brazil on Board

Fotos Getty Images e Reprodução/Viomundo

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Por quem Jennifer Hudson realmente estava chorando nos Grammys

NovoMUB – O miss Universo Brasil virá novo ou continuará “oficial”?

Author:
BSB-DF
Date Posted: 21:49:01 02/14/12 Tue

Katamos nós… de novo.
Talvez seja cedo demais para predizermos algo a respeito do Miss Universo Brasil… do Novo Miss Universo Brasil. Mas, certamente já é tardia qualquer ação para desatravancar esse que deve ser o mais tradicional certame de beleza da grande tribo tupiniquim.
Existem sim, algumas travancas de aroeira maciça que só com muita ousadia, coragem e vontade de mudar, poderão ser quebradas.
Aqui, serrar as aroeiras que sustentam um evento defasado, perdido no século XXI, sustentado pelo saudosismo do século XX, não caracterizaria “crime ambiental”. Seria uma prestação adequada de serviço aos espectadores, admiradores e por que não patrocinadores e adjacências.
O ponto inicial do corte certamente seria ver um evento Miss Brasil começar pelo começo; ter um meio e finalmente um fim.
Explica-se: às vezes tem-se uma abertura bem dinâmica. Coreografias de animadoras de torcida e tudo mais. É plausível. Noutras, tem-se um farfalhar de vestidos de gala nada convencionais, pra não dizer feios, logo na entrada. Pouco plausível. Quando começa assim, quem já anda antenado (a roer unhas) nos concursos de beleza já começa a imaginar o desfecho grotesco, qual seja, a vencedora coroada de maiô (buaaaaa).
Lá na tal abertura dinâmica, alimenta-se uma fagulha de esperança. Pois se as moças não entraram em gala, certamente farão favor ao bom senso de pô-las assim em desfile final. Santa ignorância. Muito cedo para tal afirmação quando se fala do “miss Brasil oficial”.
Em 2010 e 2011 foi saborosa essa sensação. A sensação de que o movimento retrógrado só se aplicaria nos estudos mais minuciosos da física. Não! No miss Brasil, especialmente, o “oficial” são evidentes os movimentos retrógrado e ainda o retardado (para dá aquele reforço). E lá estão as candidatas antes flutuando em trajes de “princesa”, agora se despindo a enfiar-se em maiôs para o fechamento do evento.
É de se imaginar o quão seria “glamouroso” a rainha Elizabeth dois, em trajes menores ostentando uma coroa de realeza. A coroa está para a rainha assim como a beleza está para a miss. Ambas são da realeza. Os polos (da política e beleza) embora distintos convergem a um significado comum.
Outra travanca que represa o passado no presente é o amadorismo da condução do evento. É perceptível que não há ensaios ou se há eles não são suficientes. Nos holofotes prostram-se dois apresentadores sem a mínima sintonia; ou melhor, há sintonia nos constantes atropelamentos vocais. Um diz, o outro desdiz.
Há aqueles que jamais foram mestre de cerimônia e que não demonstram sequer saber o que venha a ser tal denominação. Há ainda aqueles com sérios problemas de dicção e raciocínio para conduzir e de fato comandar um programa de semelhante porte.
É perceptível que há inúmeros entraves que “enfeiam” o que deveria ser belo. Mas é bem verdade que é necessário aguardar como será o amanhã.
O amanhã nos dirá se continuaremos a ter rainhas (da beleza) coroadas em trajes menores; o amanhã nos dirá se a parede da represa feita pelos castores com madeira de lei será rompida em nome do bom senso; só o amanhã nos mostrará se é possível entrar no “ringue” da beleza e disputar como protagonista e não como mero figurante.
Diante do que não se pode afirmar… só nos resta dá um “enter”… e dizer: em um certame de beleza tem roupas leves convencionais, tem biquinis e maiôs, e a sutileza da gala para o fechamento – exatamente nesta ordem…

Abraço aos azuis…

Replies:

No orkut tá rolando um papo que a Enter só tomará a frente dos concursos em 2013…e que neste ano continua tudo a mesma coisa…acredito que seja isso mesmo,visto que,a Enter nem se pronunciou até o momento…o que é preocupante é que tem muitos estados estão parados esperando um posicionamento dela,,,,é muita desorganização e vai acabar sendo tudo feito nas pressas infelizmente…espero que esses boatos sejam mentira e que grandes surpresas apareçam como foi prometido!!! — Nade, 06:52:01 02/14/12 Tue”.

(*)Na teoria, a Band é dona dos direitos de transmissão do concurso Miss Brasil e de seus concursos estaduais quando, na prática, estes pertencem à Globo (que desde 1990 paga para não transmití-lo). É a mesma coisa que a emissora da famíglia Marinho fez (e ainda faz) com as séries da FOX, como Glee, Bones, Burn Notice e outras (fora as animações)
(**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser sempre escrita: em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela, um sub-Porto Rico, uma sub-Colômbia (tipo um Whooper Jr.) ou uma Guatemala tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Sub do Subway, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de concursos de misses
(***)Segundo Rubens Ewald Filho escreveu em seu blog no R7 em 25 de junho de 2010, a atriz americana Raquel Welch, em sua autobiografia, “revela muita coisa. De como ser perua e não atriz”. Na acepção modesta do editor deste Críticas, a pensata serve para a Rachel Sherazade, da TV Tambaú, porta-voz das oligarquias paraibanas no SBT e áulica do senador Cássio Cunha Lima e de sua entourage midiática-direitista-fascista.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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