Para quem procurava: a nudez de Débora Rodrigues, muito antes do reality Mulheres Ricas, na Playboy de outubro de 1997


Acompanha texto de Ricardo Setti, editor da publicação à época, sobre o assunto
ATENÇÃO: as opiniões apresentadas neste artigo não refletem, necessariamente, a linha editorial adotada pelos blogs TV em Análise

“Histórias secretas de Playboy (2): uma militante do MST ia posar nua, e o mundo veio abaixo

Publicado na Veja.com em 3/6/2011

Fotos Thomas Susemihl/Playboy/Reprodução


Débora Rodrigues, a ex-militante sem terra estrela da capa de “Playboy” em outubro de 1997 e estrela de reality da Band em 2012

Publicado originalmente a 24 de outubro de 2010

(Os leitores não têm a menor obrigação de saber, mas a uma certa altura de minha longa carreira no chamado jornalismo hard – cuidando especialmente de temas políticos e relações internacionais – e no desempenho de cargos editorias executivos, coube-me ser diretor de Redação da revista Playboy, entre 1994 e 1999. Um período muito rico, que, felizmente, deu resultados muito positivos para a Editora Abril e rendeu muitas histórias que nunca contei. E que agora, no blog, estou contando, como já fiz antes. Se quiser conferir a história anterior, leia aqui).

Em 22 anos de história de Playboy até então, nunca tínhamos vivido nada parecido – mesmo agora, aos 35 anos de idade, a revista não viu o fenômeno se repetir. O fato é que de alguma forma vazou, dentro do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a informação, verdadeira, de que uma de suas militantes, Débora Cristina Rodrigues, havia assinado contrato para posar nua para a revista.

“A despeito da vida dura que levara, era uma típica, genuína beleza brasileira, de pernas grossas, nádegas salientes e um rosto bonito e marcante, emoldurado por cabelos castanhos. Ostentava também um sorriso agradável e uma covinha no queixo”.

A imprensa, como sempre, ficou sabendo. E seu súbito, avassalador interesse por Débora transformou a bela sem-terra num caso espetacular do que os americanos chamam de instant celebrity — alguém que passa, em questão de dias, do absoluto anonimato para a condição de celebridade.
Foi uma loucura midiática – não estou exagerando. Parecia que o mundo vinha abaixo. Reportagens pipocaram não apenas em jornais e revistas das maiores capitais, como O Globo e a Folha de S. Paulo, a Istoé e o Jornal da Tarde, ou os belo-horizontinos Diário da Tarde e Hoje em Dia, ou, ainda, o Correio Braziliense, do Distrito Federal. A coisa se espraiou por dezenas de jornais regionais do país, do Rio Grande do Sul a Pernambuco, do Paraná à Bahia.

Eu a descobri lendo jornal na praia

Playboy tinha sob contrato, na época, uma assessoria de imprensa encarregada principalmente de divulgar a revista para a mídia do interior do país, além de providenciar clippings – coleções de recortes de jornais e revistas e gravações de programas de rádio e TV em que a se mencionasse Playboy. Tenho até hoje, nos arquivos de meu escritório, a montanha de material sobre Débora.
Os programas de fofocas nas redes de TV não falavam de outra coisa. Celebridades, como a socialite Thereza Collor ou a atriz Danielle Winits, palpitavam. Num programa de rádio em São Paulo, a hoje senadora Marta Suplicy (PT-SP), que ainda comentava profissionalmente assuntos de sexo e relacionamento, mesmo sem saber nada de concreto do caso espinafrou a revista e a mim, pessoalmente, por “explorar” uma militante dos “movimentos sociais”.

“A imprensa, como sempre, ficou sabendo. E seu súbito, avassalador interesse por Débora transformou a bela sem-terra num caso espetacular do que os americanos chamam de instant celebrity — alguém que passa, em questão de dias, do absoluto anonimato para a condição de celebridade”.

Até um deputado do PT, o bigodudo Luiz Eduardo Greenhalgh (SP), acabou entrando na história, para “defender os direitos” de Débora. Eu não imaginava, juro que não, que tudo aquilo fosse ocorrer quando, lendo sossegadamente ao sol o Estadão de domingo ao lado de minha mulher no refúgio litorâneo onde recuperava as energias com a família, na escondida minipraia de Sorocotuba, no Guarujá, a 90 quilômetros de nosso apartamento em São Paulo, dei com uma reportagem sobre José Rainha Júnior, o líder dos sem-terra no Pontal do Paranapanema, no extremo oeste do estado.
Num canto da foto em preto e branco de Rainha com um grupo, aparecia uma bela mulher, de calças jeans, rabo-de-cavalo, um boné do MST e grandes brincos tipo argola. Era Débora, e resolvi na hora que iria colocá-la nas páginas de Playboy.

“A beleza no rosto e nos olhos”

Na semana seguinte, na reunião que sempre fazia com meu braço direito na contratação de estrelas e na produção de ensaios fotográficos, a editora Ariani Carneiro, mostrei-lhe o recorde de jornal em que aparecia a foto de Débora e pedi para que ela desse um jeito de entrar em contato com a moça.
Ariani lançou mão de sua formação como jornalista e em pouco tempo, com indicação de colegas do Estadão e os bons ofícios de militantes próximo a Rainha, conseguiu localizar Débora. Ela tinha um emprego na prefeitura de Teodoro Sampaio, cidade de 20 mil habitantes a 670 quilômetros de São Paulo, na região do Pontal.

Não se assustou com a proposta. Ariani, porém, para evitar surpresas sobre as virtudes físicas até então apenas entrevistas numa foto preto e branco da jovem, convidou-a a vir a São Paulo, para conhecê-la pessoalmente.
Débora só me contaria depois, mas, apertada financeiramente, foi de carona para São Paulo e chegou até a dormir em banheiro de posto de gasolina. Mas apareceu na redação, naquela época situada não no imponente edifício que a Abril ocupa hoje na avenida Marginal de Pinheiros, mas num prédio menor, no bairro do Brooklyn. Eu estava em um compromisso fora, Ariani a recebeu.
Débora, aos 29 anos, divorciada aos 20, mãe de dois filhos e tendo uma vida dura – fora motorista de ônibus de bóias-frias, entre outras atividades –, não ostentava um corpo escultural, constatou Ariani. Mas ela ainda se lembra: “Fiquei impressionada com a beleza do rosto dela, principalmente os olhos”.

Um belo dinheiro na época

Ariani merecia minha total confiança nas avaliações do potencial das candidata a ensaios e Débora, portanto, estava aprovada. A surpresa e o barulho que fariam uma edição com uma militante do MST nua nas páginas de Playboy já não seriam poucos. Sendo realmente bonita, então, era o melhor dos mundos. Ariani lhe fez a proposta financeira que combináramos, ela topou e, dias depois, receberia por Sedex cópias da minuta do contrato, que assinou e devolveu, mantendo uma para si.
Jamais revelo valores de cachês, mesmo tantos anos depois de deixar a revista. Vou abrir exceção desta vez devido à polêmica que se seguiu sobre esse ponto específico: o contrato previa o pagamento de 20 mil reais a Débora. Um belo dinheiro – lembrem-se de que o episódio é de 13 anos atrás. Suficiente para comprar em 1997 dois automóveis médios, ou mesmo pagar parte de uma casa em Teodoro Sampaio.
Recebido o contrato, no começo de abril, estávamos num ano tão movimentado que a feitura do ensaio acabou sendo adiada, adiada…

Editores reportando em Buenos Aires, na Europa, nos EUA…

Àquela altura, já estávamos profundamente voltados para a necessidade de assegurar uma estrela de grande apelo para a edição de 22º aniversário, em agosto – com o detalhe de que a revista de agosto deveria estar pronta na Gráfica da Editora Abril entre o final de junho e o começo de julho.
Eu, pessoalmente, iniciara os primeiros contatos com Marisa Orth, excelente atriz de teatro, cinema e TV mas cuja imensa popularidade decorria sobretudo da burralda personagem Magda, do humorístico dominical Sai de Baixo, da Rede Globo. (Marisa seria, efetivamente, a protagonista da edição de aniversário, com enorme vendagem nas bancas, como contarei em futuro post).
A Redação estava a pleno vapor. Só para citar alguns casos: o editor Ricardo Castilho, entre outras tarefas, preparava dezenas de milhares de questionários que seriam enviados a professores de todo o Brasil para municiar o hoje extinto Ranking Playboy das Melhores Faculdades do Brasil, elogiado pelo ministro da Educação, Paulo Renato, como o mais completo instrumento de avaliação do ensino superior antes da criação do Provão.
O editor Nirlando Beirão, que acabara de voltar de Buenos Aires com um nutrido perfil do estrambótico presidente argentino Carlos Menem embarcara para a Europa, onde retrataria as delícias do principado de Mônaco. O editor Marcos Emílio Gomes estava nos Estados Unidos cuidando de três reportagens – uma delas, a história de um brasileiro que aguardava execução no corredor da morte de uma penitenciária na Flórida. E por aí vai.

O vazamento da assinatura do contrato com Débora, e também dos valores, se deu justamente porque demoramos a produzir o ensaio com a integrante do MST, e ocorreu exatamente no mês de agosto, com a revista trazendo Marisa Orth na capa já nas bancas e, graças a Deus, vendendo barbaridade.

Falaram Stedile, Thereza Collor, Danielle Winits…

Ao explodir na mídia, veio a público todo tipo de reação. Curiosa acabariam sendo as diferentes posturas dos sisudos, enfezados dirigentes do MST. João Pedro Stedile, o líder nacional, deixou momentaneamente o planejamento de invasões de fazendas para considerar “prejudicial para a imagem do movimento” que Débora posasse para Playboy.
Segundo Stedile, se o ensaio fosse associado ao MST – um delírio absoluto numa revista que se pretendia elegante e sofisticada como Playboy, e que não passava pela cabeça de ninguém na redação –, afetaria “moralmente” o movimento. Outro chefão dos sem-terra, Gilmar Mauro, amenizou. “Ela não faz parte da direção e não nos cabe julgar suas decisões pessoais”, disse, acrescentando que o MST não era formado por “anjos”.

José Rainha Júnior, talvez até por conhecer Débora pessoalmente, deu um passo adiante. Considerou um “absurdo” a hipótese de se aplicar alguma punição à integrante do MST por causa das fotos. Jurando não ser um “consumidor freqüente” da revista, entregou os pontos: “Nesse caso, por curiosidade, vou ver, sim”.
Celebridades variadas, procuradas pela mídia, entraram no caso. A bela Thereza Collor, esclarecendo não ter “nada contra” a disposição de Débora, opinou, não obstante, que um ensaio de nu poderia impactar o movimento que ela integrava. Norma Bengell, a primeira atriz a aparecer em cenas de nu frontal no cinema brasileiro, no célebre filme Os Cafajestes (1962), lembrou: “O corpo é dela, ela faz o que achar que deve”.
A atriz Danielle Winits também apoiou Débora, assegurou ter recusado um convite da revista – que não houve, só viria muito depois – e considerou “baixo” o cachê acertado. Marta Suplicy, por conta própria, num programa de rádio em que comentava temas da mulher, fez coro sobre o tema “cachê baixo” – que deixara felicíssima a principal interessada, Débora –, falando em “exploração”.

Chegam o deputado e seu bigodaço

Tanto se avolumou o falatório que a própria Débora houve por bem querer renegociar o valor do contrato. Por indicação da turma do MST, apareceu para representá-la o deputado federal do PT paulista e advogado Luiz Eduardo Greenhalgh. Combinamos um encontro na redação e, lá pelas tantas, surge o deputado, com seu formidável bigodaço.
Greenhalgh me conhecia há muitos anos. Não éramos próximos, mas tínhamos amigos comuns, freqüentamos as mesmas pessoas e as mesmas festas durante um bom período, quando jovens. Seu apelido brincalhão entre os amigos, ainda me lembro, era “Pirata”. Mesmo assim, ele me tratou com impessoalidade, e a desconfiança de quem lida com um potencial explorador dos pobres e oprimidos.
Além de querer elevar as cifras, exigiu – como se fosse necessário – que nenhum símbolo do MST aparecesse no ensaio. E complementou com a obrigatoriedade de que a moça aprovasse as fotos antes de sua publicação.
Não tive maiores problemas com os três temas.
A fama instantânea de Débora justificava uma melhoria na remuneração, que passou a ser de uma parte fixa bem superior aos anteriores 20 mil, e uma parte variável, que consistia em lhe pagar um xis por exemplar vendido acima de 200 mil exemplares, um xis adicional se as vendas ultrapassassem 300 mil e assim por diante. Algo semelhante, com valores bem inferiores, ao que propus a Vera Fischer, em post já publicado neste blog.

Quanto aos símbolos do MST, bem, o que queríamos era transformar Débora em uma deusa, com lingerie e jóias refinadas, fotografada num belo cenário. (Para que se tenha idéia de como foi, no ensaio, Ariani utilizou, entre outras peças, fina lingerie La Perla, uma camisa de seda de Alexandre Hercovitch e joias H. Stern).
Finalmente, a aprovação das fotos, com cópia assinada uma a uma pela contratada, era uma rotina em se tratando de estrelas, algo que Débora já se tornara. Nenhum problema.

O cerco da mídia, até com helicóptero

Feito o acerto, que estabelecia adicionalmente a confidencialidade dos detalhes financeiros, lá se foi, todo satisfeito, o deputado, que dias depois, porém, revelaria em entrevistas detalhes sobre a participação de Débora nas vendas.
Com a enorme repercussão do caso Débora, resolvemos, é claro, produzir imediatamente o ensaio, que estamparia a capa de outubro. (A de setembro já estava na gráfica). Trazida a São Paulo para preparativos num salão de beleza, Débora voltou à redação, quando finalmente a conheci. Devo testemunhar que, das dezenas de estrelas e algumas dezenas de modelos não tão conhecidas com quem tive contato em cinco anos dirigindo a revista, Débora, pessoalmente, foi de longe uma das mais bonitas que conheci.
A despeito da vida dura que levara, era uma típica, genuína beleza brasileira, de pernas grossas, nádegas salientes e um rosto bonito e marcante, emoldurado por cabelos castanhos. Ostentava também um sorriso agradável e uma covinha no queixo. Com outros integrantes da equipe, a levamos para almoçar num restaurante espanhol próximo, situado no conjunto do World Trade Center.

No dia seguinte começaria o trabalho do fotógrafo Thomas Susemihl e do time constituído por Ariani, a produtora Silvia Costanti, o cabelereiro Kaká Moraes e o maquiador Lili.
O cerco da mídia a Débora e à equipe da revista tornou a feitura das fotos uma proeza. De nada adiantou o sigilo sobre a escolha do cenário para as fotos — a praia de Camburi, no paradisíaco litoral norte de São Paulo, a 170 quilômetros da capital.
Equipes de TV montaram plantão na porta do prédio onde Débora se hospedava, outros jornalistas descobriram o endereço de Ariani, o Vectra alugado por Ariani e onde viajavam Débora, Silvia, Kaká e Lili foi seguido no trânsito quando buscava o litoral e, mesmo tendo ela conseguido despistar os perseguidores, a casa alugada por Playboy em Camburi acabou sendo acossada por dezenas de profissionais de imprensa — até helicópteros de TV rondavam. “Tinha gente atrás de moitas, subindo muros, e Débora a certa altura não se sentia mais à vontade sem roupa”, recorda Ariani.
É claro que o primeiro dia de trabalho, interrompido por uma entrevista coletiva de Débora, que foi também filmada e fotografada pela mídia, rendeu pouco. No dia seguinte, a imprensa parcialmente saciada, quem não ajudou foi São Pedro: o tempo fechou…

Escapando disfarçada para a Bahia

A equipe decidiu mudar de rumo e, correndo contra o relógio e com minha autorização, rumou para a Praia de Imbassaí, 60 quilômetros ao norte de Salvador, na Bahia. Os cuidados de Ariani foram tantos que nem mesmo Débora sabia exatamente para onde iria — ela própria pediu para só ser informada do destino quando estivesse dentro do avião. Disfarçada com uma improvável peruca preta cacheada, e maquiada com exagero — o batom fez aumentar a boca, por exemplo –, ela conseguiu passar incógnita pelo Aeroporto de Congonhas.
Na Bahia, enfim, o fotógrafo Thomas Susemihl pôde trabalhar. O ensaio, com a chamada (título) de capa “Finalmente — Débora Rodrigues, a sem-terra mais bonita do Brasil”, ocupou 18 páginas da edição de setembro. As vendas superaram ligeiramente os 400 mil exemplares em bancas, que se somaram a 170 mil assinantes. Todo mundo na Abril vibrou com os resultados, que incluíram excelente faturamento em publicidade. Quanto a mim, acho que a mídia falou tanto em Débora que acabou impedindo números ainda mais altos. Mas não disse nada. Afinal, não havia qualquer motivo para queixas.

Hoje ela é piloto na Fórmula Truck

Ainda mais que o fato de haver estrelado a capa de Playboy mudou muito, e para melhor, a vida de Débora Cristina Rodrigues.

Ela administrou bem o dinheiro recebido, voltou-se para uma atividade nova — a Fórmula Truck, certame de corrida de caminhões com grande público e forte patrocínio, onde estreou como piloto no ano seguinte, 1998 –, e se casou com um campeão do esporte, o comerciante Renato Martins, fundador da equipe em que corre, a RM competições.

Hoje com 42 anos, Débora vive com o marido, a mãe e os dois filhos numa confortável casa com vasto terreno nos arredores de São Paulo.

Vocês não imaginam a minha alegria ao saber que aquele dia na praia, lendo o Estadão de domingo, além de tudo acabaria nisso”.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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7 respostas para Para quem procurava: a nudez de Débora Rodrigues, muito antes do reality Mulheres Ricas, na Playboy de outubro de 1997

  1. LOLOLOOL disse:

    GOSTOOOSSSAAAAA

  2. elenildo de luna sales disse:

    Nunca tinha visto tanto pelos lindos negros numa mulher tão branca

  3. João Ricardo disse:

    Ela devia lembrar das origens dela, de onde ela veio e fazer algo mais importante e não ficar botando banca de mulher rica,,,, a causa dela era o mst. e agora?

  4. IZONE BONADIMAN disse:

    DEBORA DEIXARAM ALGUMA COISA INDECENTE PRA VC SO´Q NÃO FUI EU QUEM MANDOU VC SABE Q EU TE AMO ABRAÇO PRA VC E TEU ESPOSO E SEUS FILHOS UM DIA VENHA ME VER. ABRAÇO. BEIJO……………………………

  5. sebastiao disse:

    eu gostei muito dessas fotos

  6. Alfredo disse:

    A missão da Playboy era desmoralizar o MST; o mesmo tentaram fazer com a filha do Brizola. Hoje tal atitude e reflexão em artigos de sociologia. Débora, seja feliz pq você merece como outras milhares também

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