Assunto da semana: A hora de Walden Smith chegou


O bom momento de Ashton Kutcher em Two And a Half Men

Divulgação/CBS

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Kutcher, em cena com Jon Cryer, em episódio de Two And a Half Men

Para bom entendedor, meia palavra bastaria para definir o promissor momento de Ashton Kutcher à frente da banda de Two And a Half Men (Warner, 4ª, 19h). É um ator brilhante, não temos o que discutir. Nem desde sua época de 70’s Show. Preencher a lacuna de Charlie Sheen, demitido por indisciplina laboral e insultos até ao presidente da rede americana CBS, por si só já é um prato cheio. Vamos ao enredo.
Recepção fria do público americano à parte, a chegada de Kutcher para o papel do bilionário de Internet Walden Schmidt foi uma benção para uma sitcom que estava na corda-bamba devido à demissão por justa causa de seu protagonista original (Sheen e a Warner já conversaram). Sua introdução foi mais que bem-vinda, apesar de o papel soar frio para o público por anos fidelizado com as loucuras do finado Charlie Harper. Descanse em paz.

Cliff Lipson/CBS/Divulgação

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Angus T. Jones, crescido (esq.), contracenando com Kutcher

Com Kutcher/Schmidt, Two And a Half Men vive um importante divisor de águas não apenas para seu enredo de beira-mar. Mas, principalmente para o escopo do elenco nele envolvido. Do jovem Angus T. Jones (Jake) ao ganhador do Emmy Jon Cryer (Alan Harper), passando pela governanta vivida por Conchata Ferrell, todos saíram direta ou indiretamente atingidos com essa troca. Salvaram a lavoura.
Pode não se achar que “aquele” foi o ano de Kutcher fora das gravações de Men. Resumindo: 2011 serviu na prática para recolocá-lo basicamente nas suas origens. A da comédia televisiva descolada, crescida e com barba por fazer. A da comédia do bilionário que tenta comprar as posses do “falecido” Charlie. A de Kutcher que não brinca em serviço. Ainda há muito que fazer. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (8/1)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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