Priscila Machado, até o fim


Como o (des)governo Yeda Crusius conseguiu criar sua última musa fabricada antes mesmo da posse de Tarso Genro, que herdou o Palácio Piratini como se tivesse herdado um chiqueiro fétido, insalubre e inóspito

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

Zero Hora

https://i1.wp.com/oglobo.globo.com/fotos/2009/07/16/16_MHG_pais_yeda_crusius.jpg
Que comam brioches, eat fried chickens!

https://i0.wp.com/tvbythenumbers.zap2it.com/wp-content/uploads/2011/08/Miss-Universe-2011.pngParte da inspiração deste texto veio do artigo do Leonardo Fortes acerca da truculência da então governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), que, em julho de 2009, chamou professores da rede estadual de ensino em greve de “torturadores de crianças”.
A matriz da história está aqui
Ontem à noite (quinta-feira, 8 de setembro de 2011), a atual Miss Brasil(*) Priscila Machado também teve seu rompante via Twitter, no mesmo modus operandi de Mayara Petruso (aquela estudante paulista que, após o resultado da eleição presidencial de 2010, incitou o assassinato por afogamento de nordestinos). “Respeito é bom e todo mundo gosta. Trabalho duro, sério e sempre tive caráter. Ninguém nesse mundo tem o direito de me julgar por nada…”, escreveu, desesperada, a aluna da quadrilha de Evandro Hazzy, especializada em maquiar resultados do concurso Miss Rio Grande do Sul(*) e fabricar aberrações com vistas a eleições fraudadas de Miss Brasil(*), atreladas à “parceria” que a Band mantém com a Rede Globo desde 2003.
(Como até o reino mineral de Michael C. Hall sabe, a gaeta[**] não passa de uma firma testa-de-ferro do monopólio da Globo[***], mancomunada com sionistas, tucanos, democratas, republicanos, ruralistas, cartolas-gângsteres do Clube dos 13 e a créme de la créme do Tea Party americano, do movimento Cansei e de atores desempregados com o cancelamento de Brothers & Sisters, na ABC e no Universal Channel, no Brasil sociedade da Globosat, programadora de TV paga da famíglia Marinho, com a Comcast-NBCUniversal).

Reprodução/Twitter

https://i2.wp.com/n.i.uol.com.br/noticia/2011/09/09/twitter-da-priscila-machado-1315558649365_300x420.jpg
Norma Rae, Nora Walker, Mayara Petruso, Priscila Machado, Texas Ranger

Oras, Priscila Machado não se deve achar no direito de cercear a liberdade de expressão da maneira como se apresentou a sua cada vez mais escassa legião de fãs e seguidores. Tal qual Yeda, a Miss Brasil(*) 2011 tem controlado a imprensa no Miss Universo(*) 2011 da mesma maneira que a ditadora tucana o fez em relação aos escândalos de corrupção que mancharam seu fétido governo no Piratini (operação Rodin, máfia do Detran, etc., apenas para citar alguns casos, um deles envolvendo Lair Ferst, esposo da Miss Brasil 1986, Deise Nunes). Age como um Putin aclimatado a um Sex And the City tropicalizado e piorado, para a acepção dos desesperados do programa Manhã Bandeirantes, da rádio Bandeirantes de São Paulo.
Como até a atriz americana Mireille “sal de fruta” Enos sabe, um deles, José Paulo de Andrade, vetou uma participação da deputada do PSB paulista Luíza Erundina, que defende a regulamentação da mídia no Brasil. Isso foi em janeiro último e Priscila Machado, assim como Hazzy, seu técnico, seu preparador, seu caddie, endossa essa jogada suja da mídia direitista contra o Marco Regulatório aprovado no sábado passado (3) pela direção nacional do PT, em decorrência da prática criminosa feita por um repórter da revista Veja no hotel em que estava hospedado o ex-ministro José Dirceu, em Brasília.
Vade retro, Priscila Machado é a última mulher-fruta produzida pelo tucanato gaúcho no poder até a data. Chegam as eleições gerais de 2014 e repetirá-se o mesmo filme. Desta feita para derrubar Genro do Piratini. Pelo caminhar do andor, a campanha contra Tarso Genro começou ontem mesmo, na plateia do Credicard Hall, revoltada com os desmamdos tucano-republicano-globelezados como viúvas do poder não só no Rio Grande do Sul, mas principalmente em nível de Brasil.

Carole Segal/AMC/Divulgação

https://i1.wp.com/blogna.tv/wp-content/uploads/2011/04/Mireille_Enos.jpg
Atriz Mireille Enos: Priscila Machado e Yeda Crusius mataram Rosie Larsen

(*)Na teoria, a Band é dona dos direitos de transmissão do concurso Miss Brasil e de seus concursos estaduais quando, na prática, estes pertencem à Globo (que desde 1990 paga para não transmití-lo). É a mesma coisa que a emissora da famíglia Marinho fez (e ainda faz) com as séries da FOX, como Glee, Bones, Burn Notice e outras (fora as animações)
(**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser sempre escrita: em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela, um sub-Porto Rico, uma sub-Colômbia (tipo um Whooper Jr.) ou uma Guatemala tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Sub do Subway, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de concursos de misses
(***)Em março de 1990, o SBT demitiu 324 funcionários em decorrência do Plano Collor I, entre os quais estavam a cantora Simony e Marlene Brito, coordenadora do Miss Brasil e produtora do certame desde a época em que era empregada da antiga Tupi. Como até o cabeleireiro da January Jones do Mad Men sabe, Marlene abriu uma firma para promover o Miss Brasil para o Miss Universo e o Miss Mundo com o dinheiro do FGTS que Sílvio Santos lhe pagara. Negócio pequeno ante o elefante branco de incompetência e irrespinsabilidade que se tranformariam primeiro Paulo Max, depois a Singa Brasil e, mais tarde, a gaeta(**), todas formadas em conluio com colonistas(****) sociais mancomunados com o monopólio da Rede Globo, entre os quais o piauiense Nelito Marques, colonista(****) do Diário do Povo acumulando função jornalística com a de coordenador do Miss Piauí
(****)Convém lembrar que colona não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. Tratam-se de colonistas que, na visão de Paulo Henrique Amorim, “…tratam o Brasil da perspectiva do que imaginam que a Metrópole imaginaria o Brasil. No caso específico de Gaspari, ele trata o Brasil da perspectiva do que imagina que os professores de Harvard pensariam do Brasil e dele…”. Para o Críticas, tratam-se de colonistas sociais que tratam o Brasil como um combinado de Venezuela em termos missológicos com um Sudão em termos econômicos, sociais, de infra-estrutura (vide a campanha que a Globo e a Band fazem contra a Copa de 2014 e as Olimpíadas de Verão de 2016 por causa dos aeroportos) e de educação. Mais: tratam-se de colonistas sociais, calunistas de sites de celebridades, de jornais facistóides e de revistas de entretenimento que jamais reconhecerão Haley Reinhart, James Durbin, Scotty McCreery e Lauren Alaina, finalistas do American Idol em 2011, como promessas da indústria fonográfica. Preferem a Paula Fernandes, o Neymar, o Elano, o Luan Santana, a Nayla Micherif, a Mariana Rios, namorada do Di do NXZero e a Giovanna Lancelotti, namorada do Pê Lanza do Restart, ambas empregadas da Rede Globo, à Pia Toscano, ao Paul MacDonald, ao Ruben Studdard, à Lindsey Vonn, ao Johnny Weir, ao Clay Aiken, ao Francis Lopes, ao saudoso Raimundo Soldado, ao Israel Lucero, ao LeeDewyze, ao Goffredo da Silva Telles Jr., autor da Carta aos Brasileiros de 1977, à Sarah Michelle Gellar….

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Globelezação, Imprensa monopolista, Imprensa sulista-separatista, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo e marcado , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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