Flávio Ric(c)o delira em relação ao mercado norte-americano de TV aberta


Em sua colona(*) de hoje no UOL(**)

Da redação TV em Análise

Reproduções/TVbytheNumbers e NBCUniversal

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…”caímos na velha discussão se existe mercado para tantas redes de TV”. Nos Estados Unidos são sete

Artigo sobre religião na TV viaja na maionese no último parágrafo. O Críticas não retira uma vírgula do que Ric(c)o diz da exploração de espaços por igrejas nas emissoras abertas, mas discorda do teor do último parágrafo, a conferir:

“E aí caímos na velha discussão se existe mercado para tantas redes de TV? Aqui são 6. Nos Estados Unidos só 3, CBS, ABC e NBC”.

Não. Nos Estados Unidos são cinco redes de língua inglesa (ABC, CBS, FOX, NBC e The CW) e duas de língua espanhola (Telemundo e Univisión). Sete no total.
Trechos com os quais a redação deste Críticas concorda:

1-“Importante bater na mesma tecla. Os programas religiosos acabaram com o rádio AM, invadiram a FM e há um bom tempo também chegaram à televisão”.

(Vale destacar na televisão aberta e não nos canais pagos).

2-“…concessão pública não foi feita para vender horários. Passa, porque aqui se faz vista grossa em muita coisa”.

(Nos anos da ditabranda, a Globo vendia horários para exaltar os feitos dos governos militares de então. Tanto é que, em 1984, chegou ao cúmulo de vender um horário de quinta-feira à noite, logo após a novela, para exaltar os feitos do governo do general João Figueiredo, que desgraçou a economia do Brasil por mais de 20 anos, com as vistas grossas de Sarney, Collor, Itamar e FHC, que privatizaram tudo e entregaram nas mãos do capital estrangeiro – siderúrgicas, telefonia, energia elétrica. Faltaram a Petrobras, os Correios, a Infraero, o Banco do Nordeste, o Banco do Brasil, o Banco da Amazônia, Furnas, a Caixa Econômica Federal e a Chesf, que Lula e Dilma não deixaram e não deixarão vender).

3-“Hoje, a briga é muito forte, por parte dos líderes de algumas crenças, para comprar espaços nas diversas emissoras que se dispõem a isso. Uma disputa que envolve muitos milhões de reais”.

(Não vem ao nosso caso, mas estão envolvidas denominações como a Universal, a Igreja da Graça, a Mundial do Poder de Deus, a Assembleia de Deus e até mesmo denominações católicas. Vide o que acontece na TV Cultura de São Paulo, destruída pelos tucanos, que há anos exibe a Missa de Aparecida, paga com o dinheiro do contribuinte).

(*)Convém lembrar que colona não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. Tratam-se de colonistas que, na visão de Paulo Henrique Amorim, “…tratam o Brasil da perspectiva do que imaginam que a Metrópole imaginaria o Brasil. No caso específico de Gaspari, ele trata o Brasil da perspectiva do que imagina que os professores de Harvard pensariam do Brasil e dele…”. Para o Críticas, tratam-se de colonistas sociais que tratam o Brasil como um combinado de Venezuela em termos missológicos com um Sudão em termos econômicos, sociais, de infra-estrutura (vide a campanha que a Globo e a Band fazem contra a Copa de 2014 e as Olimpíadas de Verão de 2016 por causa dos aeroportos) e de educação. Mais: tratam-se de colonistas sociais, calunistas de sites de celebridades, de jornais facistóides e de revistas de entretenimento que jamais reconhecerão Haley Reinhart, James Durbin, Scotty McCreery e Lauren Alaina, finalistas do American Idol em 2011, como promessas da indústria fonográfica. Preferem a Paula Fernandes e a Mariana Rios, namorada do Di do NXZero e empregada da Rede Globo, à Pia Toscano…
(**)UOL é o braço de Internet do Grupo Folha(***) em associação com a Abril-Naspers, que, quando governou a África do Sul, apoiou o regime de apartheid que manteve Nelson Mandela na cadeia por 27 anos. E, durante os 15 anos de governos tucanos em São Paulo, ofereceu assinaturas de suas revistas sem licitação (inclusive livros pornográficos e revistas de mulher pelada) às escolas públicas do Estado.
(***)Folha é o jornal que não se deve deixar a sua tataravó ler porque publica palavrões e mostra sem censura os seios, os pêlos pubianos, a vagina e a bunda da miss Pernambuco 2008, Michelle Fernandes da Costa, em revista masculina publicada a poucos dias de passar a faixa à sua sucessora, em março de 2009. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista o então governador da Paraíba Cássio Cunha Lima DEPOIS de cassado e pergunta o que ele achou do processo no TSE, da ditabranda, do câncer de Fidel, da ficha falsa da Dilma, das mulheres-fruta, das ancas da cantora Jôsy, do ódio a piauienses encampado pelo Rafinha do Emocore, da Carla Perez lecionando “i” de iscola, da Rayanne Morais “eleita” Miss Brasil 2009 pelo site EGO, ligado à Globo (sócia da mesma Folha no jornal de negócios Valor Econômico), que vestiu FHC com o manto de “bom caráter”, porque levou dezoito anos para reconhecer um filho seu fora do casamento (com uma jornalista empregada da Globo), que mandou a Diane Sawyer da Globo News avacalhar o cantor itainopolense Frank Aguiar por causa de um filme e de uma entrevista sórdida com uma aspirante a aspirante a aspirante de celebridade paulista a uma aprendiz de Oprah do Primetime da Rede TV!, que publicou texto sórdido de um professor de comunicação da USP sobre o Miss Universo 2007, que ainda fala mal do Saulo Roston (vencedor do Ídolos 2009), que matou o senador paulista Romeu Tuma e depois o ressucitou, mandou a Mariska Hargitay falar mal do Piauí e a Tamara Tunie, o Ice-T e o Christopher Meloni bancarem o Sérgio Ricardo quebrando o violão no Festival da Record de 1967 em Law & Order: Special Victims Unit , deixou o elenco de Law & Order: Criminal Intent e o Robin Williams avacalharem o Brasil em seriado da USA Network e programa de entrevista da CBS, é o que é porque o dono é o que é e que, quando a mineira Elaine Parreira Guimarães ficou em quinto lugar no Miss Universo 1971, emprestava os carros de reportagem aos torturadores.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Axé-besteirol, Ética jornalística, Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Globelezação, Imperialsmo midiático, Imprensa monopolista, Poderes ocultos, Podres poderes e marcado , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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