Provocador: Além de esconder racismo da miss SC na UFMA, UOL(*) esconde também denúncias contra Ricardo Teixeira


Só o Juca Kfouri não é gigolô da Globo e do PSDB

Fotos Sergio Barzaghi/Gazeta Press (Teixeira) e Pascal Le Sergetain/Getty Images (Albert de Mônaco e Charlene)

https://i2.wp.com/i1.r7.com/data/files/2C95/948F/30E1/CDFA/0130/E81C/9894/1839/rteixeira395.jpghttps://i2.wp.com/veja.abril.com.br/assets/pictures/41696/casamento-charlene-wittstock-albert-monaco-20110701-10-size-620.jpg
Dois monarcas: um, do futebol brasileiro, metido em encrenca às portas da Copa de 2014, e o outro, de Mônaco, bon-vivant e recém casado com uma nadadora olímpica sul-africana

No R7:

UOL, o bola murcha

Diga-me que escândalos te interessam e te direi quem és.
Que silêncio é esse que encobre as sucessivas maracutaias envolvendo a CBF? Por que alguns veículos de comunicação preferem ignorar determinadas denúncias, por mais graves que sejam?
O Ministério Público quer que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, devolva R$ 9 milhões aos cofres do governo do Distrito Federal. Uma cacetada. Segundo as investigações, foi esse o valor desviado em uma fraude grotesca envolvendo um amistoso da seleção brasileira contra Portugal, em 2008.
Os detalhes estão todos aqui.
Todos os ingredientes que embrulham o estômago de pessoas honestas estão nessa operação financeira: laranjas, improbidade administrativa, ostentação de riqueza, escárnio com a Justiça, e a crença na impunidade.
O próprio Ministério Público do Distrito Federal classificou o caso como “aberração”. São indícios pesados, provas documentais, um prato cheio para quem quer contribuir para a limpeza ética deste país.
Esse é o papel do jornalismo. Mas certos escândalos não despertam o interesse de determinados veículos. Aí cabe a pergunta: por quê?
Um caso chama a atenção. Há duas semanas, quando o Jornal da Record veiculou outras denúncias sobre o “jogo sujo” de Ricardo Teixeira, somente o jornalista Juca Kfouri, um dos mais sérios do país, indignou-se e publicou o escândalo em seu blog. O portal UOL(*), do Grupo Folha(**), ao qual pertence o blog do Juca, deu destaque à notícia de absoluto interesse público. Agora, estranhamente, o UOL(*) deixou o assunto prá lá.
Outros veículos matam o problema na raiz. Fingem-se de cegos, surdos e mudos, todo o tempo. Fingem até acreditar que isenção fiscal não é dinheiro público.
E existe até a turma dos descarados. Tem jornal, de ligações umbilicais com a CBF, que lança mão da estratégia mais rasteira do submundo do jornalismo para defender a sem-vergonhice: publica carta de “leitor” com ataques a quem critica o derramamento de grana do povo nos esquemas de 2014.
Se contra Ricardo Teixeira sobram provas, contra a ala podre da imprensa restam somente suposições, algumas impublicáveis. A menos ofensiva é que ela não se escandaliza com as denúncias e deixa a bola rolar.
Veja a reportagem e tire sua conclusão”.

http://videos.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?idMedia=4e0d0ec2b51aec656aaa3a6d&idCategory=66&embedded=true

Clique aqui para ver como a torcida organizada de Michelly Bohnen incentiva demonstrações de racismo contra africanos na Universidade Federal do Maranhão, em São Luís. Logo, no berço do reggae brasileiro, na “Jamaica ludovicense”.

Michael Nagle/Getty Images/ABC News

https://i2.wp.com/a.abcnews.com/images/US/gty_hot_dog_eating_contest_nt_110704_wg.jpg
O momento em que Neymar morreu pela boca, no Monumental de La Plata

Atualização do Provocador após Neymar virar piada na ESPN americana (Sportscenter) para fazer chamada de campeonato de cachorro-quente apresentado pelo Nick Cannon:

“E hoje, domingo (3), mais uma vez o jornalista Juca Kfouri foi o único que teve coragem de comentar o assunto em seu blog.
O que o motivou a escrever foi ver Sandro Rosell, ex-presidente da Nike do Brasil, atual presidente do Barcelona e unha e carne com Ricardo Teixeira, no ônibus da Seleção Brasileira em La Plata, rumo ao jogo contra a Venezuela.
“A presença de Rosell hoje na Seleção Brasileira soa como provocação, demonstração de plena certeza de impunidade”, disse Juca.
Também, pudera. Rosell estava envolvido na organização do fatídico jogo entre Brasil e Portugal, que acabou com o desvio dos R$ 9 milhões”.

(*)UOL é o braço de Internet do Grupo Folha(**) em associação com a Abril-Naspers, que, quando governou a África do Sul, apoiou o regime de apartheid que manteve Nelson Mandela na cadeia por 27 anos. E, durante os 15 anos de governos tucanos em São Paulo, ofereceu assinaturas de suas revistas sem licitação (inclusive livros pornográficos e revistas de mulher pelada) às escolas públicas do Estado.
(**)Folha é o jornal que não se deve deixar a sua tataravó ler porque publica palavrões e mostra sem censura os seios, os pêlos pubianos, a vagina e a bunda da miss Pernambuco 2008, Michelle Fernandes da Costa, em revista masculina publicada a poucos dias de passar a faixa à sua sucessora, em março de 2009. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista o então governador da Paraíba Cássio Cunha Lima DEPOIS de cassado e pergunta o que ele achou do processo no TSE, da ditabranda, do câncer de Fidel, da ficha falsa da Dilma, das mulheres-fruta, das ancas da cantora Jôsy, do ódio a piauienses encampado pelo Rafinha do Emocore, da Carla Perez lecionando “i” de iscola, da Rayanne Morais “eleita” Miss Brasil 2009 pelo site EGO, ligado à Globo (sócia da mesma Folha no jornal de negócios Valor Econômico), que vestiu FHC com o manto de “bom caráter”, porque levou dezoito anos para reconhecer um filho seu fora do casamento (com uma jornalista empregada da Globo), que mandou a Diane Sawyer da Globo News avacalhar o cantor itainopolense Frank Aguiar por causa de um filme e de uma entrevista sórdida com uma aspirante a aspirante a aspirante de celebridade paulista a uma aprendiz de Oprah do Primetime da Rede TV!, que publicou texto sórdido de um professor de comunicação da USP sobre o Miss Universo 2007, que ainda fala mal do Saulo Roston (vencedor do Ídolos 2009), que matou o senador paulista Romeu Tuma e depois o ressucitou, mandou a Mariska Hargitay falar mal do Piauí e a Tamara Tunie, o Ice-T e o Christopher Meloni bancarem o Sérgio Ricardo quebrando o violão no Festival da Record de 1967 em Law & Order: Special Victims Unit , deixou o elenco de Law & Order: Criminal Intent e o Robin Williams avacalharem o Brasil em seriado da USA Network e programa de entrevista da CBS, é o que é porque o dono é o que é e que, quando a mineira Elaine Parreira Guimarães ficou em quinto lugar no Miss Universo 1971, emprestava os carros de reportagem aos torturadores.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Corrupção na mídia, Esportes, Eventos, Força da Grana, Imperialsmo midiático, Imprensa monopolista, Independência editorial, Mondo cane, Samba de uma nota só e marcado , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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