O que mais as Cheerios de Michelly Bohnen pregam aconteceu de verdade na UFMA


A gaeta(*) não percebeu que racismo é crime

Fotos Andrea Schaffer/Divulgação/Diário Catarinense/12.03.2011 e Reprodução/Jornal Pequeno

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“…ainda faz chacota com a pronúncia do nome do colega relacionando com o palavrão ‘no cu’…”

Nota do Coletivo de Entidades Negras (CEN/Brasil):

CARTA ABAIXO ASSINADO

Nós, estudantes do curso de Engenharia Química da Universidade Federal do Maranhão/UFMA, matriculados na disciplina Cálculo Vetorial, informamos que o professor Cloves Saraiva vem sistematicamente agredindo nosso colega de turma Nuhu Ayuba humilhando-o na frente de todos os alunos da turma. Na entrega da primeira nota o professor não anunciou a nota de nenhum outro aluno, apenas a de Nuhu, bradando em voz alta que “tirou uma péssima nota”; por mais de uma vez o professor interpelou nosso colega dizendo que deveria “voltar à África” e que deveria “clarear a sua cor”;em um outro trabalho de sala o professor não corrigiu se limitando a rasurar com a inscrição “está tudo errado” e ainda faz chacota com a pronúncia do nome do colega relacionando com o palavrão “no cu”; disse que o colega é péssimo aluno por que “somos de mundos diferentes” e que “aqui diferente da África somos civilizados” inclusive perguntando “com quantas onças já brigou na África?”. Nuhu não retruca nenhuma das agressões e está psicologicamente abalado, motivo pelo qual solicitamos que esta instituição tome as providências que a lei requer para o caso.

Favor divulgar em todas as redes pois o que está acontecendo aqui é comum em outras Instituições.

Cristina Miranda
Coordenadora do CEN/MA

Clique aqui para assinar a Petição Pública”.

Nota abaixo no John Cutrim, no Jornal Pequeno:

Professor da UFMA acusado de práticas de racismo contra aluno nigeriano se retrata

O professor de Cálculo Vetorial da UFMA, José Cloves Saraiva, enviou nota ao blog onde se retrata das acusações de práticas de racismo contra o aluno nigeriano Nuhu Ayuba, de 21 anos, estudante do primeiro período do curso de Engenharia Química da Universidade Federal do Maranhão (Ufma).
O estudante acusa o professor de tê-lo humilhado sistematicamente na frente de todos os alunos da turma, com frases do tipo “Somos de mundos diferentes”; “Aqui é diferente da África, somos civilizados”; “Com quantas onças você já brigou na África?”, entre outras expressões.
Veja abaixo a retratação:

RETRATAÇÃO PÚBLICA

José Cloves Verde Saraiva, professor associado III da UFMA, vem mui respeitosamente pedir desculpas públicas a interpretação, certamente, dúbia do aluno nigeriano NUHU AYUBA, que durante as aulas de Cálculo Vetorial, no curso de Engenharia Química da UFMA, sentiu-se ofendido, e vem esclarecer este engano nos três itens seguintes:

1. Ao perguntar o seu nome não houve qualquer sentido jocoso, visto que sua pronúncia no seu idioma induz isto no nosso e que foi esclarecida por ele mesmo como o equivalente deste a NOÉ JOSUÉ.

2. Em conversa particular, referir-me ao Prêmio Nobel Nigeriano W. Soyinka sobre a frase “UM TIGRE NÃO DEFINE TIGRITUDE. UM TIGRE SALTA!” Quando me referi aos LEÕES AFRICANOS, que nas dificuldades de todo estrangeiro para o entendimento subjetivo de acusações preconceituais, esta não induz isso, pois sou também de cor Parda, assim como os meus familiares, e durante toda minha existência jamais proferiria tal insulto, principalmente para aluno.

3. Já referir-me em classe que “ser universitário é muita responsabilidade” e é costume dos alunos novatos (calouros) usarem as dependências da Universidade para outros fins fora do contexto educacional. Reclamei a você e aos outros colegas que não compareciam as aulas, nem fizeram os exercícios e, principalmente você, não compareceu ao PRÉ-TESTE e nem fez a sua 1ª Avaliação, além disso, não fez o PRÉ-TESTE da 2ª Avaliação, nem as suas notas de aula no caderno desta disciplina foram escritas e apresentadas até hoje. É lamentável! Faço o meu dever de professor cobrando o bom entendimento da disciplina, tendo formado excelentes alunos durante todo esse tempo, veja que a maioria dos seus colegas de classe cumpriram seus deveres e a turma passada não teve problemas deste tipo. Embora sabendo que você tem suas dificuldades naturais, como qualquer estrangeiro, deveria pelo menos se explicar, evitando interpretações errôneas sobre o seu atual comportamento como estudante da UFMA.

Firmo-me nestes termos públicos e receptivo a quaisquer outros esclarecimentos”.

O Críticas cobra a mesma postura dos torcedores desesperados da Miss Santa Catarina na mais baixa disputa pelo título de Miss Brasil(**) que já se verificou, desde a sua criação em 1954.
E, principalmente, de sua coordenação estadual recalcada em ódio a nordestinos (sobretudo piauienses).
Esse Lifetime movie da Nora Roberts do RBS(***) Notícias SC já estamos cansados de assistir desde a eleição presidencial passada.

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser sempre escrita: em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela, um sub-Porto Rico, uma sub-Colômbia (tipo um Whooper Jr.) ou uma Guatemala tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Sub do Subway, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de concursos de misses
(**)Na teoria, a Band é dona dos direitos de transmissão do concurso Miss Brasil e de seus concursos estaduais quando, na prática, estes pertencem à Globo (que desde 1990 paga para não transmití-lo). É a mesma coisa que a emissora da famíglia Marinho fez (e ainda faz) com as séries da FOX, como Glee, Bones, Burn Notice e outras (fora as animações)
(***)Não é Rede Brasil Sul e sim Rede Bunda Suja (da Natália Casassola), afiliada global em Santa Catarina que tem entre seus diretores o pai de um dos estupradores juvenis de Florianópolis denunciado pelo Tijoladas do Mosquito e pelo Jornal da Record

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Água oxigenada, Marska Hargitay do Jornal Nacional, Mondo cane, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Todas as Venezuelas do mundo e marcado , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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