Assunto da semana: O doutor do Plantão Médico agora combate alienígenas


A queda livre da ficção científica de Falling Skies

Divulgação/TNT

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A tropa de choque de Falling Skies: derrapada no Ibope americano

Pode até parecer ironia, mas a queda de audiência (de 5,9 para 4,2 milhões) da estréia ao segundo episódio de Falling Skies (TNT, 6ª, 22h) pouco tem a ver com o primor e a complexidade com que Steven Spielberg trata uma de suas novas criações para a TV (Terra Nova, da FOX, só chega mais adiante). Mais que números, a trama de alienígenas protagonizada por Noah Wyle (ex-ER) surpreende desde o começo.
Pensada para TV a cabo com mentalidade de TV aberta associada com diretor ganhador do Oscar, Falling Skies prima não pelo escopo de efeitos visuais. Mataria até Joãozinho Trinta de inveja. Sem o propósito de levar o ex-carnavalesco da Beija-Flor ou qualquer outro à lona, Falling Skies começou prometendo na primeira propaganda após a premiação deste ano, em 27 de fevereiro. Avalanche comercial à parte, a trama é o espetáculo da imagem.
Já renovada para uma segunda leva de 10 episódios, a irem ao ar em 2012, Falling é a típica promessa de verão dos canais pagos americanos, que se valem da ola de reprises maçantes das emissoras abertas para promoverem suas estréias pensando no Golden Globe (correspondentes internacionais) e sindicatos (atores, diretores, roteiristas, cinematógrafos, editores, etc.). Ou seja, é pretensão que não para.
Vale ressaltar que no parágrafo acima não se incluem edições ao vivo ou inéditas de realities da estação (So You Think You Can Dance, America’s Got Talent, Hell’s Kitchen e outros). Nem iremos entrar nesse mérito agora. O que vale aqui é ressaltar a ‘tour de force’ empreendida por Spielberg para emplacar ao mesmo tempo duas produções-chave suas para a tela pequena. Esperar para ver mais. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (3/7)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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