Louisse Freire mata Nora Walker e derrota a gaeta(*) no TJ do Maranhão


Enquanto isso, Globo, Band, e PSDB choram o cancelamento de Brothers & Sisters na estação do Metrô paulistano que não oferece integração com a CPTM, para desespero de quem vai assistir ao Miss Universo 2011

Fotos Reprodução/Blog do Décio e Divulgação/ABC

https://i0.wp.com/www.blogdodecio.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Louise-e-Thais-Portela.jpghttps://i0.wp.com/blog.zap2it.com/frominsidethebox/brothers-and-sisters-cancelled-abc.jpg
À esquerda, a vítima do Golpe; à direita, o embuste da Mirante/Globo; abaixo, o conceito de telespectador da Rede Globo segundo Homero Icaza Sánchez, em 1976, na sujíssima revista Veja

Antes de tratarmos da programação 2011-2012 da FOX, registro muito importante do blog do jornalista maranhense Décio Sá, que, como o signatário, não vê os lixos da Rede Globo e empresas asseclas, incluídas a própria gaeta(*) e a Band (ênfases minhas-J.E.L.):

Miss Maranhão lesada em concurso receberá indenização de R$ 40 mil, decide TJ

ter, 10/05/11 por Décio Sá | categoria Cidades | Tags Louisse Freire, Márcio Prado, Miss Maranhão, Thaís Portela, TJMA

Louisse Freire da Silva, eleita Miss Maranhão 2009 – substituída pela 2ª colocada sem comunicação oficial prévia para participar em seu lugar da 55ª edição do Concurso Miss Brasil do mesmo ano – conseguiu na 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), reunida na manhã desta terça-feira, 10, o direito de receber o valor de R$ 40 mil, cujo pagamento deverá ser feito solidariamente pelo fotógrafo Marcio Prado e pela gaeta(*) Promoções e Eventos Ltda. A decisão dos desembargadores foi unânime e de acordo com o posicionamento do Ministério Público.
A Ação Ordinária de Dano Moral foi proposta por Freire em abril de 2009, com pedido de antecipação de decisão, devido ainda haver tempo de ela ser reconduzida ao posto e concorrer, no dia 9 de maio, do concurso nacional. No entanto, a medida do juiz plantonista não foi atendida – depois revogada – o que gerou a não participação no evento e constantes constrangimentos à estudante, que teve seu nome e imagem amplamente divulgados pela imprensa como sendo irresponsável e doente.
A miss eleita alegava que havia sido substituída de forma arbitrária, sem direito a defesa, o que lhe fez perder a oportunidade de concorrer aos R$ 200 mil destinados ao 1º lugar do Miss Brasil. Ela só soube que não seria a representante do Maranhão pela imprensa. No mais, também que foi humilhada e ofendida publicamente, sendo destituída do posto por puro desprezo por parte de Prado e inércia da gaeta(*), tudo devidamente demonstrado no processo. Ela, inclusive, assinou contrato com a gaeta(*), fez fotos e vídeos, mas não conseguiu desfilar e nem receber cópias destes.
Marcio Prado, em comunicado oficial divulgado à época, dizia que ele, representante legal do Miss Brasil no Maranhão, tinha o direito de analisar as condições das candidatas e que, neste caso, Louisse não cumpriu com diversos compromissos agendados, além de não ser simpática e cooperativa, o que seria fato impeditivo para que a candidata representasse o estado.
O desembargador-relator Paulo Velten, em seu voto, observa que tanto o fotógrafo como a empresa gaeta(*) tiveram oportunidade de produzir prova a seu favor. Se não o fizeram, não é fato para que o processo seja anulado. Não verificou motivos suficientes para substituição de Louisse e, portanto, por pensar ser justo e apto compensar todas as perdas sofridas por ela, pela frustração de um sonho e aos outros benefícios que ela deixara de conceber, os condenou ao pagamento da indenização.

(As informações são do Tribunal de Justiça)”.

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser sempre escrita: em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela, um sub-Porto Rico, uma sub-Colômbia (tipo um Whooper Jr.) ou uma Guatemala tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Sub do Subway, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de concursos de misses

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Corrupção nos concursos de beleza, Globelezação, Imprensa monopolista, Jóia da coroa, Nossas Venezuelas e marcado , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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