O que o dinheiro não faz para censurar a imprensa paraibana após a decisão do STF em liberar a candidatura de Cássio Cunha Lima ao Senado


Liberdade, essa palavra, virou artigo de luxo de alguns maganos da mídia

Reprodução/TVbytheNumbers/Arte TMZ

https://i0.wp.com/tvbythenumbers.zap2it.com/wp-content/uploads/2011/05/Katie-couric-abc.jpg
Money, money, money…

Não existe mais liberdade de imprensa na Paraíba.
O que existe após a decisão do ministro Joaquim Barbosa de deferir a candidatura do tucano Cássio Cunha Lima ao Senado Federal para facilitar a sua po$$e é um consórcio de jornais, portais, rádios e emissoras de TV dispostos a implantar a censura à opinião contraditória à dos donos (Sistema Correio – voltando à era anti-braguista, Rede Paraíba-Globo, et caterva).
A chuva de dinheiro que cai na cabeça da Katie Couric é a mesma que é despejada diariamente em redações para impedir matérias críticas ao governo do socialista Ricardo Coutinho. Tudo na base da mordaça padrão José Serra-Aécio Neves adaptada ao marxismo globelezado do jpb.
Barbosa implodiu o que havia de imprensa livre na Paraíba.
Transformou o Correio da Paraíba (antes inimigo da turma de Cássio) em ursinho de comercial de amaciante (desses produzidos pela patota tucana que há 16 anos desgoverna São Paulo).
Perto dele, O Norte e bella compagna são patinhos feios, horrorosos, medíocres.
(Não chegam ao Cisne Negro da Natalie Portman nem no chulé da atriz israelense).
Clique aqui para ver que o interesse da TV Cabo Branco, afiliada da Globo no Estado, não é no concurso de Miss Paraíba e sim na perereca da Fernanda Agnes, ex-participante do Hipertensão em revista masculina.
E aqui, para constarar que a etapa paraibana do concurso Miss Brasil(*) agoniza mais que os leitos do Hospital de Trauma. Um horror!

(*)Na teoria, a Band é dona dos direitos de transmissão do concurso Miss Brasil quando, na prática, estes pertencem à Globo (que desde 1990 paga para não transmití-lo). É a mesma coisa que a emissora da famíglia Marinho fez (e ainda faz) com as séries da FOX, como Glee, Bones, Burn Notice e outras (fora as animações)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Ética jornalística, Ética nos concursos de beleza, Corrupção na mídia, Nossa Grana, Nossas Venezuelas e marcado , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s