Flávio Ric(c)o, Itagiba e Charlie Sheen são farinha do mesmo saco


Colonista(*) do UOL(**) atua como “advogado” de defesa do Ronaldinho “dentuço” Gaúcho para implodir a Rebelde da Record

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

Reprodução/Enciclopédia

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“Claramente eu venci este verme com minhas palavras – imagine o que eu teria feito com meus punhos que cospe fogo”

Flávio Ric(c)o, elemento de vários chapeus, em sua colona(*) de hoje põe panos quentes para colocar a GloeBBBels “bem na fita” na estreia da versão pátria da novela Rebelde, a princípio “programada” para 21 de março.
“Programada” como, cara pálida?
De acordo com o colunista Daniel Castro, não existe data alguma para a estreia de Rebelde na Record.
Essa data é invenção do PIG(****).
Que advoga nas sombras para o dentuço do Ronaldinho Gaúcho.
Que apoiou a ditadura militar emprestando carros de reportagem aos serviços de repressão como o DOI-Codi.
Como até o reino mineral de Michael C. Hall conhece, Castro chutou a estreia da novela para fevereiro, mas ficava em cima do Carnaval.
(Nos Estados Unidos, Rebelde se fosse seriado da The CW estrearia na segunda quinzena de janeiro para enterrrar a fraquíssima Life UneXpected.
E Hellcats é outra droga que vai passar no Brasil, mas no canal teen Boomerang.
Ou seja, uma droga leva a outra).
Flávio Ric(c)o pensa que o leitor deste Críticas (que não vê a Globo) é idiota.
Pensa que o Ryan Seacrest da FOX, da E!, de duas emissoras de rádio e produtor de todos os realities das Kardashians é mentecpato, hidrófobo e inepto (apenas para citar os termos mais leves de um conjunto de ofensas proferidas pelo deputado Marcelo Lunus Itagiba na sua indigna series finale do mandato na Câmara dos Deputados.
Pensa que a Carrie Underwood é uma “oportunista” se aproveitando do colo da Sônia Abrão, do Datena e deste signatário apenas por que esta estava no direito de se defender das covardias verborrágicas do ágorafobo ex-parlamentar carioca.
Pensa que o Brasil não tem 10 milhões de telespectadores com TV por assinatura.
Pensa que a televisão do país ainda está nos níveis de 1974, quando a Globo se amamentava das verbas publicitárias do Governo Federal graças a uma troca de favores após a compra da parte da Time-Life na emissora carioca.
E, como o signatário, concorda que o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família no concurso de Miss Universo.
Mas não adimite publicamente que este país o seja.
Porque seus patrões (o Otavinho Ditabranda e o Robert[o] Civita) não deixam.
Ou porque, como diria o Charlie Sheen acerca do Chuck Lorre de Dois Homens e Meio, esconde (para não desagradar o Aécio Neves) que os diretores da gaeta(*****) são “uns vermes”.

(*)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São milicianos de redação do PIG(****) engajados em derrubar o presidente Lula e promover a volta da direita ao poder, a exemplo do que ocorreu no Chile. E assim se comportarão sempre que uma participante de reality-show tiver origem no Estado mais pobre da Federação e não no capital (da elite branca-separatista de São Paulo) e um presidente tiver origem no trabalho e não no capital, no Brasil, no Mundo, na história da exploração espacial (antes da aposentadoria dos ônibus espaciais), da entrega do Oscar, do Super Bowl e do American Idol. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, chamam seus patrões de colegas. É essa gente aí que fraudou o resultado do Miss Brasil 2010 para favorecer a capixaba Débora Lyra, usando indevidamente a faixa de Miss Minas Gerais na etapa nacional do Miss Universo
(**)UOL é o braço de Internet do Grupo Folha(***) em associação com a Abril-Naspers, que, quando governou a África do Sul, apoiou o regime de apartheid que manteve Nelson Mandela na cadeia por 27 anos. E, durante os 15 anos de governos tucanos em São Paulo, ofereceu assinaturas de suas revistas sem licitação (inclusive livros pornográficos) às escolas públicas do Estado.
(***)Folha é o jornal que não se deve deixar a sua tataravó ler porque publica palavrões e mostra sem censura os seios, os pêlos pubianos, a vagina e a bunda da miss Pernambuco 2008, Michelle Fernandes da Costa, em revista masculina publicada a poucos dias de passar a faixa à sua sucessora, em março de 2009. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Cássio Cunha Lima DEPOIS de cassado e pergunta o que ele achou do processo no TSE, da ditabranda, do câncer de Fidel, da ficha falsa da Dilma, das mulheres-fruta, das ancas da cantora Jôsy, do ódio a piauienses encampado pelo Rafinha do Emocore, da Carla Perez lecionando “i” de iscola, da Rayanne Morais “eleita” Miss Brasil 2009 pelo site EGO, ligado à Globo (sócia da mesma Folha no jornal de negócios Valor Econômico), que vestiu FHC com o manto de “bom caráter”, porque levou dezoito anos para reconhecer um filho seu fora do casamento (com uma jornalista empregada da Globo), que mandou a Diane Sawyer da Globo News avacalhar o cantor itainopolense Frank Aguiar por causa de um filme e de uma entrevista sórdida com uma aspirante a aspirante a aspirante de celebridade paulista a uma aprendiz de Oprah do Primetime da Rede TV!, que publicou texto sórdido de um professor de comunicação da USP sobre o Miss Universo 2007, que ainda fala mal do Saulo Roston (vencedor do Ídolos 2009), que matou o senador paulista Romeu Tuma e depois o ressucitou, mandou a Mariska Hargitay falar mal do Piauí e a Tamara Tunie, o Ice-T e o Christopher Meloni bancarem o Sérgio Ricardo quebrando o violão no Festival da Record de 1967 em Law & Order: Special Victims Unit, deixou o elenco de Law & Order: Criminal Intent e o Robin Williams avacalharem o Brasil em seriado da USA Network e programa de entrevista da CBS, é o que é porque o dono é o que é e que, quando a mineira Elaine Parreira Guimarães ficou em quinto lugar no Miss Universo 1971, emprestava os carros de reportagem aos torturadores.
(****)In none serious democracy in the world, conservative, low-quality and even sensationalistic newspapers and only one television network matter as much influence as they do in Brazil. They have become a political party, the PIG (Pro-Coup Press Party). These are their stories
(*****)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser sempre escrita: em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela, um sub-Porto Rico, uma sub-Colômbia (tipo um Whooper Jr.) ou uma Guatemala tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Sub do Subway, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de concursos de misses

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Elliot Stabler da direita, Globelezação, Imprensa monopolista, Jornalismo, Lie to Me do Miss Brasil, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Prime Suspect Behavior da Sônia Abrão, Samba de uma nota só e marcado , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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