Carrie Underwood: ‘Itagiba me chamou de inepta, hidrófoba e mentecapta’


Seja em Oklahoma ou no Tennessee, deputado carioca teria mandato cassado

Por Carrie Underwood
Cantora e compositora country, ex-vencedora do
American Idol, indicada ao Globo de Ouro e ofendida pelo parlamentar carioca na sua trágica despedida da Câmara dos Deputados brasileira, em 11 de novembro de 2010

Reprodução/Deadbolt

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Na foto, uma vítima da violência (verbal) contra a mulher na música country americana

Transcrevo abaixo o grito de desespero de um amigo das milícias cariocas que não se reelegeu deputado federal:

Profissionais da calúnia, da injúria e da difamação

Por Marcelo Itagiba
Ex-deputado federal, aspirante fracassado a roteirista dos episíodios finais de
Life UneXpected e Medium e futuro aspirante a aspirante a jurado da versão americana do The X-Factor discursando na Câmara Federal em 10/11/2010

A democracia que estamos vivendo há duas décadas, sem interrupções, é a maior conquista da população brasileira.
Em 120 anos de República, o direito do povo de participar diretamente da vida política do País foi várias vezes subtraído. Mas, nas duas últimas décadas, foram realizadas 6 eleições livres e diretas para o cargo de Presidente da República. É um marco na história do nosso País. É o mais longo período de vida democrática da nossa história.
A máxima constitucional que diz que “o poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido” vem sendo respeitada e cumprida exemplarmente.
Como não há democracia plena sem um Congresso Nacional forte, é necessário que se tenha uma oposição coerente, unida e responsável, que faça com que as duas Casas Legislativas cumpram a sua missão constitucional de fiscalizar o Poder Executivo para impedir abusos, desvios e irregularidades.
É imprescindível uma oposição que promova o processo dialético da democracia e aja com responsabilidade e espírito republicano, ao contrário do que fez o PT na oposição. Eleitoralmente, o PT se recusou a assinar a Constituição de 1988 e rejeitou a aprovação do Plano Real e da Lei de Responsabilidade Fiscal, duas medidas que foram decisivas para que o País atingisse o atual patamar socioeconômico e a consolidação da democracia.
O Brasil precisa de uma oposição que se mantenha vigilante em relação ao reaparecimento de mensaleiros e sanguessugas, que fique de olhos bem abertos para as tentativas de criação de novos impostos, de recriação da CPMF e de aumento dos gastos públicos.
O Brasil precisa de uma oposição que lute pela diminuição da carga tributária e do tamanho do Estado e que detecte imediatamente qualquer movimentação que ameace a liberdade de expressão, de opinião e de imprensa; ou seja, que ameace a democracia arduamente conquistada pelo povo brasileiro.
O Brasil precisa de uma oposição que respeite os adversários das mais diferentes matizes e colorações, mas que rejeite os intolerantes e autoritários que, em determinados momentos históricos, pretenderam introduzir no País regimes totalitários, fossem eles de esquerda ou de direita.
O Brasil precisa de uma oposição que corresponda ao anseio popular depositado nas urnas. A apuração final revelou que 79 milhões dos 130 milhões de eleitores não votaram na candidata eleita.
Hoje, a democracia está consolidada, e as instituições responsáveis pela defesa do cumprimento da Constituição Federal devem ser ainda mais fortalecidas.
Não há como separar a consolidação da democracia do livre exercício da liberdade de imprensa, pois são interdependentes. É preciso exaltar que, sem sombra de dúvida, os jornalistas e a imprensa têm contribuído decisivamente para a garantia e a preservação do regime democrático brasileiro.
Mas é preciso separar o joio do trigo, pois há uma meia dúzia de desprezíveis que se dizem jornalistas. Embora, evidentemente, não representem a classe e não ofereçam, por sua insignificância, qualquer risco à democracia e à liberdade de imprensa, eles devem ser desmascarados, porque vivem da prática de atentados contra a moralidade, o espírito público e a honra de cidadãos.
Errar é humano. Qualquer um tem o direito de errar. Mas a persistência no erro é fruto de incompetência, ou de má-fé, ou das duas coisas.
Agem com má-fé alguns que se dizem jornalistas, mas não são capazes de reconhecer quando erram. Na verdade, são pseudojornalistas, pois abandonaram os ditames da profissão e passaram a se dedicar criminosamente – muitos deles à custa do erário público – à atividade impiedosa e covarde de tentativa de assassinatos de reputações alheias.
Eles são, no campo da imprensa, o equivalente aos cangaceiros ou pistoleiros de aluguel. Na verdade, são parajornalistas que jogaram no lixo os princípios da ética e nunca sequer folhearam os manuais de redação para ao menos ler as primeiras linhas das recomendações básicas feitas ao profissional do jornalismo. Optaram por dar as costas aos fundamentos da profissão e se especializaram em produção de falsas notícias, com o objetivo de escarnecer pessoas que com eles não se alinham ideologicamente ou não se coadunam com suas negociações espúrias.
São ex-profissionais que não dão mais ouvidos ao outro lado, se é que um dia praticaram isso convictamente. Afinal, a julgar pelo desprezo que manifestam pela verdade, se ouviram o outro lado algum dia, fizeram-no no máximo de forma meramente protocolar e desinteressada, ignorando a importância que o equilíbrio entre as partes deve ter na publicação de uma notícia.
Eles se tornaram mercenários da informação, no mais das vezes bancados por interesses espúrios. Não há mais código de ética que os contenha nas suas ações difamantes, caluniosas e injuriosas. Somente o Código Penal pode detê-los. São minoria, mas sua existência profissional é uma grande ameaça à honra das pessoas honestas.
Hoje, esses ex-jornalistas investem na perseguição aos que criticam os Governos de cujos cofres eles retiram o seu sustento. Agem com a mesma sofreguidão com que os sindicalistas que integram as hostes do neopeleguismo brasileiro avançam sobre o dinheiro público.
Eles são os párias do jornalismo brasileiro. São pseudojornalistas que se apresentam, falsamente, como repórteres em busca da verdade, mas agem no sentido contrário do princípio básico do jornalismo. O que realmente interessa a eles é a distorção deliberada dos fatos, com vistas a construir a versão que melhor se encaixa nas suas pretensões político-financeiras.
Eles fogem dos fatos como o diabo foge da cruz. Têm pavor da luz que jorra da verdade, pois são como vampiros que sobrevivem do sangue alheio. Seus textos são redigidos nas trevas da maledicência, na escuridão da ausência de caráter e no túnel sem saída dentro do qual os medíocres se encurralam para sempre.
Embora se resumam a uma meia dúzia de ex-jornalistas alijados da imprensa séria por inépcia, por má-fé ou pelas duas coisas, são profundamente graves os danos morais que eles procuram impingir às suas vítimas, sobretudo quando estas não reagem à altura. Contra eles, é preciso recorrer aos instrumentos legais de reparação disponibilizados pelo Código Penal.
Eu, principalmente como servidor público de carreira, com quase 30 anos de serviços prestados como delegado do Departamento de Polícia Federal, e também como servidor público eleito para o cargo de Deputado Federal, já enfrentei diversas vezes, sem recuo, de peito aberto e cabeça erguida, a sanha desses energúmenos.
O primeiro foi o mentecapto que atende por Bob Fernandes. Sem apresentar uma única prova sequer que sustentasse a sua mirabolante história publicada na CartaCapital, na edição nº 142, de 14 de março de 2001, o caluniador travestido de repórter me envolveu na sua ficção a respeito de um dossiê que teria sido produzido contra o então Ministro da Educação, Paulo Renato Souza, numa suposta tentativa de desqualificá-lo como pré-candidato do PSDB à Presidência da República.
Em meus quase 30 anos de carreira como delegado do Departamento de Polícia Federal, jamais fiz dossiês, arapongagens ou quaisquer ações incompatíveis com os ditames das leis. Por princípio e por dever público assumido, sempre fui um ferrenho e irredutível defensor do cumprimento das determinações legais.
Dentro das prerrogativas do cargo, o que sempre realizei foram inquéritos policiais devidamente instaurados e destinados a reunir provas concretas que levassem à cadeia os criminosos. Inclusive os de colarinho branco, com os quais muitos desses falsos jornalistas mantêm uma ligação umbilical para sugar a energia financeira que lhes garante a existência física, pois a intelectual, a humana e a afetiva eles nunca tiveram.
Enquanto eu, como delegado da Polícia Federal, sempre busquei a verdade dos fatos, utilizando-me dos instrumentos legais que o Estado e as leis vigentes punham à disposição do meu exercício no cargo, os parajornalistas, como Bob Fernandes, sempre visaram à mentira, utilizando-se de meios e argumentos fraudulentos para distorcer a verdade.
O desqualificado Bob Fernandes, um ano depois, na mesma CartaCapital, faria uso de velhas premissas inverídicas. A partir delas, construiu um novo silogismo, tão sólido quanto um castelo de cartas, para tentar sustentar a sua conclusão mentirosa, irresistível a um pequeno sopro da verdade, de que eu teria participado da Operação Lunus.
O único fato concreto presente na matéria é o de que, à frente da Gerência Geral de Segurança e Investigações da ANVISA, subordinada ao Ministério da Saúde, na gestão de José Serra, fui o responsável pelas operações exitosas que resultaram no desmantelamento das quadrilhas de fraudadores de remédios que grassavam o País. O resto é um conjunto de ilações, difamações e mentiras.
Além de aposentarem (alguns, muito cedo) o interesse pela verdade em troca do apego incorrigível à mentira, uma outra marca característica comum entre esses ex-jornalistas é a de que fazem uso mútuo das leviandades que elaboram. A mentira circula entre eles como circulam os produtos ilegais no mercado negro. Exemplo disso é o famigerado Leandro Fortes, que, recorrendo às inverdades publicadas na CartaCapital por seu companheiro do ramo da fabricação de mentiras, utilizou-as, mesmo sabendo que eram falsas, na sua reportagem no Jornal do Brasil, em 2002, sobre o caso Lunus.
Até hoje eles não apresentaram um único indício sequer que comprovasse qualquer participação minha no referido episódio, pelo simples fato de que ela não ocorreu.
Não abro mão da dignidade, da correção e da integridade com que sempre exerci cargos públicos. Desafio todos esses ex-jornalistas a comprovarem com fatos as suas peças ficcionais. Jamais conseguirão fazê-lo, pois agem à maneira de Joseph Goebbels, para quem a mentira devia ser repetida mil vezes para que parecesse ser a verdade.
O emprego desse ardil no caso Lunus induziu o Senador José Sarney, à época, a fazer um pronunciamento desconectado da realidade dos fatos, tratando como verdadeiras informações mentirosas e sendo secundado em discurso pela puxa-saco de plantão, Senadora Ideli Salvatti.
O mitômano Leandro Fortes, anos depois, com a comprovação de sua incontestável capacidade de criar notícias ao bel-prazer do dono do veículo que o remunera, foi acolhido na CartaCapital pelos braços do velhaco Mino Carta. Contratação perfeitamente compreensível. Afinal, Mino Carta, em sua trajetória venal, ganhou notoriedade pelas práticas parajornalísticas das quais devem ser mantidos distantes, a bem do jornalismo sério, os estagiários dos cursos de Comunicação Social.
Aliás, o Leandro Fortes, que poderia mudar sua assinatura para Leandro Fracos, haja vista a fragilidade sempre presente nas matérias com que pratica o denuncismo, tem sido muito útil às vilanias da Carta Capital. Ele assinou uma série de reportagens que tinha o propósito de defender autoridades envolvidas em irregularidades e crimes no exercício de suas profissões, conforme comprovou a Comissão Parlamentar de Inquérito das Escutas Telefônicas, por mim presidida na Câmara Federal.
A CPI demonstrou, irrefutavelmente, que alguns delegados de polícia, promotores e juízes, num conluio perigoso para o Estado Democrático de Direito, se sobrepunham aos ditames legais. Ao arrepio das leis vigentes no País, utilizavam-se de forma indevida da interceptação telefônica para atingir objetivos nem sempre confessáveis. Comprovadamente, fizeram mau uso de um instrumento de fundamental importância para a obtenção de provas contra o crime organizado.
As trajetórias editoriais de veículos como a CartaCapital e também a IstoÉ falam por si mesmas. Mas podem ser complementadas com informações sobre as muitas reparações judiciais que lhes foram impostas, como a que resultou de ação movida e vencida por mim contra a segunda.
Esses falsos jornalistas tentaram, das mais diversas formas, apoiar investigações policiais marcadas, sabidamente, graças à CPI, por desmandos de autoridades que, tais quais os ex-jornalistas, seguem a cartilha segundo a qual os fins justificam os meios, desde que aqueles que eles consideram inimigos sejam atingidos, não se importando com os limites determinados pela lei, pela ética e pela moral.
Outro proxeneta da informação, que tem por hábito prostituir as palavras para que elas façam o que ele quer, ainda que contra a sua vontade semântica, é o tal Palmério Dória. Na edição nº 146 da revista Caros Amigos, de maio de 2009, ele lançou mão de informações velhas e falsas, devidamente pulverizadas pela verdade dos fatos por mim apresentada, e reescreveu (requentou, no jargão jornalístico) afirmações largamente desacreditadas.
Palmério Dória é um recalcitrante profissional da mentira. É um dos que ficaram inconformados com o meu parecer favorável, na CPI, ao indiciamento por falso testemunho do delegado Protógenes Queiroz; do ex-Diretor da ABIN, Paulo Lacerda; e do ex-Diretor-Adjunto da ABIN, Milton Campana; como também do banqueiro Daniel Dantas – este pelo crime de interceptação ilegal.
Honoráveis bandidos, o mais recente livro de Palmério Dória, ao contrário do que sugere o título, não é uma obra autobiográfica com trechos de delação premiada, em que as cabeças dos comparsas são oferecidas pelo réu confesso para livrar a sua própria cabeça das lâminas da guilhotina da verdade. Ficam salvos, assim, os pescoços de contumazes propagadores de mentiras, calúnias, difamações e injúrias, como o crápula Paulo Henrique Amorim, o inepto Luiz Carlos Azenha, o estelionatário Luis Nassif e o hidrófobo Marcelo Auller. Esses quatro fazem da vilania a arma com que atacam reputações de pessoas honradas e usam da condescendência com os áulicos para suprir suas necessidades fisiológicas.
Por fim, há o covarde do Amaury Ribeiro Júnior, mais um ex-jornalista que abandonou a profissão e enveredou no campo da arapongagem e que, por isso, foi contratado pelo grupo de espionagem formado por inescrupulosos incrustados no PT, para colaborar com a produção de dossiês falsos destinados a atentar contra a honra de adversários políticos.
O inquérito policial a que respondem o covarde jornalista e os inescrupulosos do PT foi instaurado a partir de notícia-crime protocolada por mim no Departamento de Polícia Federal, solicitada à Presidência da Câmara dos Deputados e requerida ao Ministério Público Federal.
Respeito as divergências ideológicas, porque considero necessárias tanto a crítica para o aperfeiçoamento das posições, quanto a dialética para a busca da verdade. Mas abomino os que se escondem por trás de uma caneta ou de um computador, muitas vezes remunerados por recursos espúrios ou pela máquina do Estado, e criam histórias fantasiosas, que não guardam relação com a realidade, a serviço de seus próprios interesses ou de terceiros.
Não há espaço para os profissionais da canalhice na imprensa séria, responsável e comprometida com a sua missão pública. O bom jornalismo dispensa-os; a maioria dos leitores ignora-os; e o Código Penal aguarda-os, porque só sabem andar de braços dados com as péssimas companhias da calúnia, da injúria e da difamação.
(…)
Refuto todas essas manifestações feitas no passado. Estou aqui de peito aberto para enfrentá-los onde quer que seja, da maneira que o desejarem, para que seja restabelecida a verdade e para que esses canalhas sejam banidos definitivamente do jornalismo.
(…)
O Partido dos Trabalhadores tem hoje a missão de governar o Brasil. E tem que governar o Brasil para todos. Ele não pode permitir que esse tipo de canalha esteja vinculado aos seus partidários, aos seus políticos e à sua agremiação política”.

Tenho asco de imbecis como Marcelo Itagiba, elemento emedebista que se infiltrou na ala mais podre, segundo me disse uma produtora da versão brasileira do American Idol, que está em contato com meus empresários para tentar agendar uma apresentação aí. Não vivi os anos mais duros da repressão militar no Brasil, mas como jovem que sou, tenho o dever de me informar sobre essa época tão triste e sombria da história de vocês. Sei que vocês, Paulo, Rodrigo, Luís, Palmério e outros tiveram um papel importante na investigação das patranhas que envolveram o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Esse discurso do Itagiba me deu vontade de vomitar.
Paulo Henrique, suas reportagens sobre a tragédia de Oklahoma City me comoveram bastante tanto quanto uma reescrita daquela música do Eric Clapton. Sei que você é um jornalista sério. Não se deixe abater por mentecaptos que rebaixam ainda mais a auto-estima de vocês, brasileiros.
A meus filhos e a meus netos, não quero mostrar a face sombria de uma terra tropical ao sul do Equador. Mas, quando estiverem crescidos, quero abrir seus olhos para essa crueldade cometida por parlamentares pagos com o bolso de vocês. Se fosse deputado estadual aqui no Tennessee (onde resido) ou em Oklahoma (onde estão minhas raízes familiares), Itagiba estaria cassado pelas barbaridades que disse na tribuna.
Esse senhor, além de ofender pessoas íntegras, cuspiu na cara de pessoas que admiro no telejornalismo americano: Barbara Walters, Diane Sawyer, Katie Couric.
Não ligo para imbecis e energúmenos desta sub-espécie.
O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), em apenas oito anos, destruiu a imagem internacional do Brasil colocando-o, graças a seus Backstreet Boys parajornalísticos de sua principal cadeia nacional de televisão, como dependência nossa, do povo dos Estados Unidos da América.
Assim como Charlie Sheen, Marcelo Itagiba precisa se internar para repensar as idiotices que proferiu no Congresso brasileiro. Meus fãs do Brasil não merecem essa verminose de políticos que, felizmente, para tranquilidade de meu coração (e de todos vocês) foi varrida pela vontade das urnas. Meu público fiel desde a época do Idol não é idiota e sabe muito bem do que estou falando.
Em solidariedade a Ryan e a todos os profissionais do American Idol que foram agredidos por esse pária da direita brasileira, me despeço com muita pena de um parasita como esse que a política nacional já produziu.

Com amor,

Carrie

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Elliot Stabler da direita, Mondo cane, Poderes ocultos, Podres poderes, Realidade brasileira e marcado , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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