Em poucas palavras: Galisteu no Miss Brasil(*) da Band é o mesmo que nada. E coisa nenhuma


André Freitas/AgNews

https://i0.wp.com/imagem.band.com.br/zoom/f_39312.jpg
Nos Grammys do SBT, vocês viram a porcaria que foi

Está fechado: da parte da Band, Adriane Galisteu vai comandar o concurso Miss Brasil(*) 2011.
Da parte da gaeta(**), nada. Nem um comunicado oficial sequer.
Pelo noticiário, Galisteu comandará também os certames do Distrito Federal, Rio, São Paulo e Minas Gerais.
É a mesma coisa que nada e coisa nenhuma.
Para a ala intelectualizada da alta cúpula da Band, o Miss Brasil(*) já deu o que tinha que dar. Ou seja: nada.
Ainda assim, renova os direitos do certame sabendo que dará um prejuízo financeiro monstruoso.
(É a mesma coisa do Brasileirinho que divide com a Globo).
A Band quer as eleições das misses Minas Gerais e Distrito Federal para maio e Rio e São Paulo para junho.
A gaeta(**) não.
No atacado, o comercial da Band queria forçar a data de 14 de maio para o Miss Brasil(*).
Em nome da lógica de mercado (e do bom-senso), a tzarina da gaeta(**) mandou que o concurso fosse adiado para a primeira quinzena de julho, como de fato vai ocorrer.
Não adianta empurrar os bois com a barriga.
Como até o reino mineral de Michael C. Hall já sabe, Galisteu foi um desatre na transmissão dos Grammys de 2006 (ainda no SBT).
Tem reprise?
Pelo caminhar do andor, parece que tem.

(*)Na teoria, a Band é dona dos direitos de transmissão do concurso Miss Brasil quando, na prática, estes pertencem à Globo (que desde 1990 paga para não transmití-lo). É a mesma coisa que a emissora da famíglia Marinho faz com as séries da FOX, como Glee, Lie to Me e outras (fora as animações)
(**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser sempre escrita: em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela, um sub-Porto Rico, uma sub-Colômbia (tipo um Whooper Jr.) ou uma Guatemala tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Sub do Subway, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de concursos de misses

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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