Imprensa do Golpe esconde crise nos bastidores da preparação do concurso Miss Brasil 2011


Intenção de colonista(*) do UOL(**) é proteger o nome da Bandeirantes. Mas existe coisa mais grave do que se pensa

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

Guinaldo Nicolaievsky/Agência O Globo/BR Press


Na foto, uma futura produtora do Ídolos da FOX americana se negando a cumprimentar um amigo de Ric(c)o em 1979

Em postagem publicada ontem, o TV em Análise Críticas denunciou a rixa da Rede Bandeirantes contra a decisão já tomada pela Gaeta Promoções e Eventos de adiar o concurso Miss Brasil 2011. Em qualquer grande rede de TV do mundo é assim. Se a ABC marca os CMA Awards e os American Music Awards para novembro e os Oscars para fevereiro (menos em época de Olimpíada de Inverno), a Band deveria fazer o mesmo. Espremida entre o Carnaval e a São Paulo Indy 300, a data de 17 de abril para o concurso nacional já é letra morta. Idem a de 14 de maio, “esganada” entre a SP Indy 300 e as 500 Milhas de Indianápolis. Depois da Indy 500, só os bois de Parintins.
E existem razões para a Band não realizar o Miss Brasil entre a Indy 500 e o Festival Folclórico da cidade amazonense. Uma, logística e outra comercial, industrial e de programação. Não faz sentido espremer um concurso de beleza entre dois eventos de altíssima envergadura. Nayla Micherif pensou direito. Johnny Saad e Marcelo Meira não. Pensam apenas nas suas 16 fazendas e nos editoriais golpistas contra o governo Lula-Dilma. Pensam apenas na força da grana oculta que a Band deixa de arrecadar com o Miss Brasil preso entre duas provas relevantíssimas da IndyCar Series. Não faz sentido.
Ontem, em sua sacra colona(*) no UOL(**), Flávio Ric(c)o (elemento de vários chapéus) fez uma aula magna de achincalhar o interesse público pela discussão acerca da data do concurso Miss Brasil não só de 2011, mas para os próximos anos. A pretexto de defender o projeto de lei do deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) para implantar a Intertnet chinesa no Brasil, Ric(c)o fez um inventário de notas bestas com o intuito claro de esconder da sociedade o antro de irregularidades que margeia o processo de escolha do local paulistano que abrigará a final televisionada do concurso Miss Universo 2011. Para começar, Ric(c)o omitiu de seus escassos leitores que o Credcard Hall é um horror, uma lata de sardinha que mal comportaria a vastíssima torcida da Miss Venezuela Vanessa Gonçalves ou da Miss Colômbia Catalina Robayo. Turbas em alto peso. Alto demais para um lugar apertado como aquele.
Insistimos, a melhor saída é mandar essa gente toda para o Ginásio do Ibirapuera.
Outra: em 5 de fevereiro, Ric(c)o, talvez ocupadíssimo com o esgoto da GloeBBBels, escamoteou de sua colona(*) informação estarrecedora dando conta do atraso da Band para com a Miss Universe Organization no que diz respeito ao prazo para a vistoria dos potenciais locais para as diversas atividades do concurso na capital paulista. Como se sabe, a única atividade programada para fora de São Paulo é a etapa de trajes típicos, a ser realizada em Salvador, no dia 28 de agosto.
Até o reino mineral de Michael C. Hall sabe: Miss Brasil na Band só em julho. Não adianta negar (ou esconder) o óbvio. Está feito, está feito.

(*)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São milicianos de redação do PIG(****) engajados em derrubar o presidente Lula e promover a volta da direita ao poder, a exemplo do que ocorreu no Chile. E assim se comportarão sempre que uma participante de reality-show tiver origem no Estado mais pobre da Federação e não no capital (da elite branca-separatista de São Paulo) e um presidente tiver origem no trabalho e não no capital, no Brasil, no Mundo, na história da exploração espacial (antes da aposentadoria dos ônibus espaciais), da entrega do Oscar, do Super Bowl e do American Idol. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, chamam seus patrões de colegas. É essa gente aí que fraudou o resultado do Miss Brasil 2010 para favorecer a capixaba Débora Lyra, usando indevidamente a faixa de Miss Minas Gerais na etapa nacional do Miss Universo
(**)UOL é o braço de Internet do Grupo Folha(***) em associação com a Abril-Naspers, que, quando governou a África do Sul, apoiou o regime de apartheid que manteve Nelson Mandela na cadeia por 27 anos. E, durante os 15 anos de governos tucanos em São Paulo, ofereceu assinaturas de suas revistas sem licitação (inclusive livros pornográficos) às escolas públicas do Estado.
(***)Folha é o jornal que não se deve deixar a sua tataravó ler porque publica palavrões e mostra sem censura os seios, os pêlos pubianos, a vagina e a bunda da miss Pernambuco 2008, Michelle Fernandes da Costa, em revista masculina publicada a poucos dias de passar a faixa à sua sucessora, em março de 2009. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Cássio Cunha Lima DEPOIS de cassado e pergunta o que ele achou do processo no TSE, da ditabranda, do câncer de Fidel, da ficha falsa da Dilma, das mulheres-fruta, das ancas da cantora Jôsy, do ódio a piauienses encampado pelo Rafinha do Emocore, da Carla Perez lecionando “i” de iscola, da Rayanne Morais “eleita” Miss Brasil 2009 pelo site EGO, ligado à Globo (sócia da mesma Folha no jornal de negócios Valor Econômico), que vestiu FHC com o manto de “bom caráter”, porque levou dezoito anos para reconhecer um filho seu fora do casamento (com uma jornalista empregada da Globo), que mandou a Diane Sawyer da Globo News avacalhar o cantor itainopolense Frank Aguiar por causa de um filme e de uma entrevista sórdida com uma aspirante a aspirante a aspirante de celebridade paulista a uma aprendiz de Oprah do Primetime da Rede TV!, que publicou texto sórdido de um professor de comunicação da USP sobre o Miss Universo 2007, que ainda fala mal do Saulo Roston (vencedor do Ídolos 2009), que matou o senador paulista Romeu Tuma e depois o ressucitou, mandou a Mariska Hargitay falar mal do Piauí e a Tamara Tunie, o Ice-T e o Christopher Meloni bancarem o Sérgio Ricardo quebrando o violão no Festival da Record de 1967 em Law & Order: Special Victims Unit, deixou o elenco de Law & Order: Criminal Intent e o Robin Williams avacalharem o Brasil em seriado da USA Network e programa de entrevista da CBS, é o que é porque o dono é o que é e que, quando a mineira Elaine Parreira Guimarães ficou em quinto lugar no Miss Universo 1971, emprestava os carros de reportagem aos torturadores.
(****)In none serious democracy in the world, conservative, low-quality and even sensationalistic newspapers and only one television network matter as much influence as they do in Brazil. They have become a political party, the PIG (Pro-Coup Press Party). These are their stories

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Globelezação, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, United States of Tara Conner e marcado , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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