O tempo começa a correr contra a organização brasileira do concurso Miss Universo 2011


Preguiça de executivos da Band começa a aborrecer Donald Trump; diretores da MUO não vistoriaram Ibirapuera por culpa do alagão do “Deus” do Cerra-Pedágio-Alckmin

AP/31.12.2010

Região do Big Ben, também em Londres, foi palco das festividades da chegada de 2011
Na foto, o top de oito segundos do jornal da band em 1980

Nos interiores da Rede Bandeirantes (leia-se: Enter-Entertainment Experience) não se nota nenhuma movimentação com vistas ao concurso Miss Universo 2011, marcado para o dia 12 de setembro. Esse problema começa a afetar inclusive a preparação da etapa brasileira do concurso internacional, o Miss Brasil, bem como boa parte dos concursos estaduais a ele vinculados.
Se levado esse problema ao conhecimento da organização do Miss Universo, em Nova York, o Brasil corre sérios riscos de ter confiscada a sua oportunidade de expor ao mundo suas belezas naturais. Culpa da inépcia de empresários inescruplulosos que se valem da suposta reputação que o certame tem neste país e, sobretudo, da ambição destes em orquestrar matérias golpistas. Como as que o jornalismo (?) da Band fizera na cobertura sangrenta do caso Erenice Guerra e na exploração sensacionalista da tragédia da chuva na Serra Fluminense. Mais de 850 mortos até a hora.
Robert Goren do Datena à parte, a Band empurra com a barriga um problema que é 50% dela. Joga para a Miss Universe Organization um pepinaço que, contratualmente, pertence ao país-sede. Para começar, nenhuma casa de espetáculos foi vistoriada até o momento pelas equipes da MUO enviadas a São Paulo. Culpa da chuva. Ler nota abaixo do colonista(*) Lauro Jardim, da Veja Online:

Tempo não confiável

Escolhida em dezembro como sede do Miss Universo 2011, São Paulo já recebe um texto de cartão de visitas no site oficial do concurso.
A cidade é bajulada em vários momentos, mas um problema específico tem destaque. Faz todo o sentido nestes tempos de chuvas e enchentes:
*São Paulo is also known for its unreliable weather (ou seja, a cidade não tem um tempo confiável)”.

Faz sentido. Ginásio do Ibirapuera, Arena Anhembi, Sala São Paulo, Theatro Municipal, Auditório Ibirapuera, Palácio das Convenções do Anhembi (Auditório Celso Furtado) e Memorial da América Latina só deverão ser vistoriados mesmo depois que a poeira do Carnaval baixar. Bem em cima do prazo fatal para a escolha do local que abrigará (em São Paulo, obviamente) a eleição da Miss Brasil 2011. Sobrará até para o concurso Miss USA, também da MUO, ora sem sede definida depois que o contrato com o Planet Hollywood Resort and Casino de Las Vegas expirou.
Em ambos os casos, a saída é eleger as misses de ambos os países em julho. Para não pegar eventos de grande monta, como a Copa Stanley de hóquei no gelo (da NBC), as 500 Milhas de Indianápolis e a festa folclórica dos bois de Parintins (as duas últimas, da Band). Ficará melhor para ambas as partes envolvidas na organização do Miss Universo 2011. Vai evitar uma sobrecarga de eventos num período tão curto (entre maio e junho). Dará mais tempo.

(*)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São milicianos de redação do PIG(**) engajados em derrubar o presidente Lula e promover a volta da direita ao poder, a exemplo do que ocorreu no Chile. E assim se comportarão sempre que uma participante de reality-show tiver origem no Estado mais pobre da Federação e não no capital (da elite branca-separatista de São Paulo) e um presidente tiver origem no trabalho e não no capital, no Brasil, no Mundo, na história da exploração espacial (antes da aposentadoria dos ônibus espaciais), da entrega do Oscar, do Super Bowl e do American Idol. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, chamam seus patrões de colegas. É essa gente aí que fraudou o resultado do Miss Brasil 2010 para favorecer a capixaba Débora Lyra, usando indevidamente a faixa de Miss Minas Gerais na etapa nacional do Miss Universo
(**)In none serious democracy in the world, conservative, low-quality and even sensationalistic newspapers and only one television network matter as much influence as they do in Brazil. They have become a political party, the PIG (Pro-Coup Press Party). These are their stories

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em American Idol da incompetência missológica brasileira, Água oxigenada, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo e marcado , , , , , , , . Guardar link permanente.

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