Em vez de ficar fazendo festa pelo Miss Universo, direção da Band deveria se dar conta de que o contrato de renovação do Miss Brasil simplesmente não existe


Reprodução

https://i2.wp.com/www.talentjug.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/ghost_whisperer.jpg
Na foto, Jennifer Love-Hewitt vendendo terrenos fantasmas em Paranapanema

Depois da emplogação inicial, vem a decepção: diretores da Band alardeam aos quatro cantos (inclusive colunas especializadas em televisão) que o contrato de transmissão do concurso Miss Brasil fora renovado sem, ao menos, ter uma prova concreta: a assinatura do documento diante dos diretores da gaeta(*) promoçõe$ e evento$. Tal qual na reportagem do Afonso Mônaco para o Fantástico da Globo (quando ainda não se chamava Chantástico[**]), em agosto de 2000 denunciando uma venda de terrenos fantasmas do projeto Terras de Santa Cristina (com comercial com a Mara Maravilha y todo más), a Band está vendendo ao Brasil uma mentira. Isso, à luz de sediar a 60ª edição do concurso de Miss Universo.
Falsidade ideológica é crime e disso até a Melinda Gordon (Jennifer Love-Hewitt) da cancelada Ghost Whisperer sabe muito bem. Escondidos sob a carapuça do governador tucano de Minas Gerais, Antônio Anastasia, os mentecaptos Nayla Micherif e Boanerges Gaeta Jr. não vieram a público para abrir a boca de lobo do duto de corrupção escondido por trás do acordo televisivo com os ruralistas da Band. Como notado no vídeo abaixo:

E neste outro:

É nisso que dá a suposta “seriedade” propagandeada por Nayla na Bandeirantes no concurso Miss Brasil desde 2003. Uma tonta. Como prova a atriz israelense Natalie Portman e sua risada para cima do Datena, do Ronalducho e da Alexis Neiers do Pretty Wild de Ubá.

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser sempre escrita: em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de concursos de misses
(**)Combinação da chantagem jornalística do padrão global para dar Ibope e vender jornal e revista com a estética ultrapassada e retrógada do Fantástico, capenga na audiência

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Egos da mídia, Eventos, Fora Gaeta, Força da Grana, Globelezação, Imperialsmo midiático, Imprensa monopolista, Jóia da coroa, Jornalismo, Julie Chen do Pedro Bial, Lie to Me do Miss Brasil, Mondo cane, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Realidade brasileira e marcado , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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