Justiça americana confirma: Nayla Micherif é ladravaz e colaborou com a ‘ditabranda’


Reprodução/Conversa Afiada


Na foto, o favor que a gaeta(*) prestou aos militares

Na Folha(**) Online:
“Justiça (de onde?) diz que “Casa dos Artistas” (e “A Fazenda”-J.E.L.) é plágio do “Big Brother”

A Justiça (qual?) confirmou que o reality show “Casa dos Artistas”, exibido pelo SBT em 2001 e 2002, era uma cópia do “Big Brother”, cujos direitos são da produtora Endemol.

A informação foi divulgada nesta terça-feira (21) e reproduzida por sites internacionais, como o da revista “Variety”.

Como o SBT já havia perdido na primeira instância, a Justiça apenas confirmou a decisão de 2003. Ainda cabe recurso”.

Se for a Justiça do Condado de Los Angeles, esta apenas confirma o que a CBS News já denunciara no 60 Minutes: a pseudo-empresária Nayla Alexis Fernanda Neiers Affonso Micherif é ladravaz da pior espécie. Um perigo para a sociedade brasileira. Um câncer para a democracia.
Desde 2003, Nayla se juntou ao que há de pior na comunicação brasileira. Primeiro, com a Rede Bandeirantes, cujos jornalistas eram petistas de carteirinha e de primeira hora e, instruídos pela alta direção, passaram para a oposição em agosto de 2009 após um editorial raivoso de Joelmir Betting contra o coeficiente de produção rural. Depois, em janeiro deste ano, veio o acordo com o UOL(***), braço online do Grupo Folha(**) (que emprestou caminhonetes de distribuição de jornais aos serviços de repressão do regime militar e empregava detetives de Law & Order: SVU em sua redação) em associação com a Abril-Naspers.
Se for a Justiça de Osasco, esta está vendida: ela trabalha para a Globo e é contra a democratização da informação no Brasil.
A conceituada revista de entretenimento Variety comprou água contaminada junto à Sabesp. Vendeu aos americanos uma mídia brasileira que não existe: a do monopólio da Globo, a Penúltima Flor do Fáscio (a Última e a revista Veja).
No fim, acabou comprando gato por lebre.
Em tempo: Repare, caro leitor, como até colunista do iG deturpa a audiência do reality rural de celebridades da Record:
“Final de ‘A Fazenda 3′ tem audiência menor do que as edições anteriores”
E, em seguida, é desconstruído pelo excelente texto de Daniel Castro, do R7. Repare:
“Final de A Fazenda vence Globo na prévia do Ibope de SP

Atualização (às 12h): nos dados consolidados do Ibope, o episódio final de A Fazenda fechou com média de 17,5 pontos (arredonda-se para 17), contra 15,6 (arredonda-se para 16) da Globo no horário. No confronto contra os programas da Globo, A Fazenda perdeu para a série As Cariocas (21 a 17) e venceu o Profissão Repórter (19 a 17) e o Jornal da Globo (18 a 11).
A final da terceira edição de A Fazenda, que adentrou a madrugada de hoje, alcançou média de 17 pontos na Grande São Paulo, segundo dados preliminares do Ibope. No horário, a Globo marcou 16 pontos. Cada ponto equivale a cerca de 60 mil domicílios na região metropolitana.
O resultado foi considerado bastante satisfatório pela Record. Primeiro, porque A Fazenda teve cinco intervalos, alguns com mais de seis minutos. E a Globo lançou mão de estratégia de programação para evitar uma derrota mais folgada.
Ontem, sob o pretexto do início do verão, a emissora atrasou sua programação em 15 minutos. O Jornal Nacional passou a ser exibido às 20h30, empurrando Passione para as 21h10. Assim, o último Casseta & Planeta, As Cariocas e Profissão Repórter (com um tema “campeão”, o Bope retratato em Tropa de Elite) começaram mais tarde, retendo público por maior tempo. Além disso, a emissora aumentou o número de chamadas.
Em sua melhor edição, o reality show rural da Record acumula média geral, do primeiro ao último episódio, de 15 pontos. A Fazenda 2 fechou com média de 10 pontos e a primeira, com 14″.

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser sempre escrita: em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela, um sub-Porto Rico, uma sub-Colômbia (tipo um Whooper Jr.) ou uma Guatemala tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Sub do Subway, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de concursos de misses
(**)Folha é o jornal que não se deve deixar a sua tataravó ler porque publica palavrões e mostra sem censura os seios, os pêlos pubianos, a vagina e a bunda da miss Pernambuco 2008, Michelle Fernandes da Costa, em revista masculina publicada a poucos dias de passar a faixa à sua sucessora, em março de 2009. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Cássio Cunha Lima DEPOIS de cassado e pergunta o que ele achou do processo no TSE, da ditabranda, do câncer de Fidel, da ficha falsa da Dilma, das mulheres-fruta, das ancas da cantora Jôsy, do ódio a piauienses encampado pelo Rafinha do Emocore, da Carla Perez lecionando “i” de iscola, da Rayanne Morais “eleita” Miss Brasil 2009 pelo site EGO, ligado à Globo (sócia da mesma Folha no jornal de negócios Valor Econômico), que vestiu FHC com o manto de “bom caráter”, porque levou dezoito anos para reconhecer um filho seu fora do casamento (com uma jornalista empregada da Globo), que mandou a Diane Sawyer da Globo News avacalhar o cantor itainopolense Frank Aguiar por causa de um filme e de uma entrevista sórdida com uma aspirante a aspirante a aspirante de celebridade paulista a uma aprendiz de Oprah do Primetime da Rede TV!, que publicou texto sórdido de um professor de comunicação da USP sobre o Miss Universo 2007, que ainda fala mal do Saulo Roston (vencedor do Ídolos 2009), que matou o senador paulista Romeu Tuma e depois o ressucitou, mandou a Mariska Hargitay falar mal do Piauí e a Tamara Tunie, o Ice-T e o Christopher Meloni bancarem o Sérgio Ricardo quebrando o violão no Festival da Record de 1967 em Law & Order: Special Victims Unit, deixou o elenco de Law & Order: Criminal Intent e o Robin Williams avacalharem o Brasil em seriado da USA Network e programa de entrevista da CBS, é o que é porque o dono é o que é e que, quando a mineira Elaine Parreira Guimarães ficou em quinto lugar no Miss Universo 1971, emprestava os carros de reportagem aos torturadores.
(***)UOL é o braço de Internet do Grupo Folha(**) em associação com a Abril-Naspers, que, quando governou a África do Sul, apoiou o regime de apartheid que manteve Nelson Mandela na cadeia por 27 anos. E, durante os 15 anos de governos tucanos em São Paulo, ofereceu assinaturas de suas revistas sem licitação (inclusive livros pornográficos) às escolas públicas do Estado.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Corrupção na mídia, Globelezação, Imprensa monopolista, Julie Chen do Pedro Bial, Mondo cane, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, Realidade brasileira, Samba de uma nota só, Southland do sensacionalismo, sub-celebridades, Terrorismo eleitoral e marcado , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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