Em poucas palavras: O ódio da Globo à família Piquet não tem mesmo limites


Bahia Notícias


Nelsão e Nelsinho do Brasil: vítimas do rancor e da (in)veja

Nota do globoesporte (sic):
“Família Piquet aparece em escândalo de lavagem de dinheiro no Ceará
Nelson e Nelsinho estão sendo investigados por (suposto-J.E.L.) esquema com a FCA

Nelson Piquet e seu filho, Nelsinho, estão sendo investigados por envolvimento em um escândalo de lavagem de dinheiro e corrupção na Federação Cearense de Automobilismo. Em uma megaoperação batizada de “Podium”, a Polícia Federal do estado reuniu provas de que o tricampeão mundial teria enviado uma quantia em dinheiro para a entidade, depois repassada para uma conta do filho no exterior. As informações são da revista Veja“.

(Como sempre, a Última Flor do Fáscio a atacar a honra de cidadãos brasileiros integros e honestos. Vale ressaltar que a Globo, dona do site globoesporte, é a Penúltima Flor do Fáscio que tenta disseminar o ódio e o medo aos brasileiros. Já tentaram com o Marcelo Dourado, a Maitê Proença, a Regina Duarte…)

“Segundo a publicação, Nelson teria enviado R$ 2,7 milhões à federação cearense entre os anos de 2005 e 2008 através de sua empresa, Autotrac, e a FCA devolveu seguida R$ 500 mil. Outros R$ 5,2 milhões foram enviados à conta de Nelsinho. no exterior. O tricampeão mundial admitiu à revista que passou a quantia à federação.

– Fiz assim porque tenho boas relações com os cearenses – afirmou”.

Seria a mesma coisa que a NBC News tirar essa mesma declaração da boca do Ryan Seacrest, natural da Geórgia e que mantém boníssimas relações com seu Estado nativo (recentemente inaugurou um centro de apoio a crianças com cancer em Atlanta, bem no quintal da CNN, da Delta Airlines, da Coca-Cola e de outras grandes corporações transnacionais). Assim como Nelson e Nelsinho Piquet, a Globo quer colocar o apresentador do American Idol na mesma fogueira de rancor e húbris que já matou Celso Pitta e desgraçou a família da ex-ministra chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, causando a morte por infarto da mãe desta (devido ao jornalismo sangrento praticado pelos aprendizes de Ali Camel[*]).
Vale ressaltar que a mesma Globo que ataca os Piquet é a mesma cujo jornal no Ceará demitiu recentemente um jornalista por ter escrito um caderno especial sobre marxismo. E cuja emissora-irmã (a TV Diário) de sua afiliada (a TV Verdes Mares) promove o concurso estadual de miss para transformar a vencedora em participante do quadro Menina Chantástica(**) da Letícia Birkheuer.
Abaixo, a nota do Sindjorce sobre a expulsão do editor do Caderno 3, Dalwton Moura:

“26 de outubro de 2010
Editor do DN é demitido por fazer matéria sobre livro que fala de Marxismo

No momento em que a grande mídia distorce e critica o projeto de indicação aprovado na Assembleia Legislativa do Ceará, que propõe a criação do Conselho Estadual de Comunicação – sob a alegação de que vai “cercear a liberdade de expressão”­ -, o jornal Diário do Nordeste demitiu de forma arbitrária, no último dia 18 de outubro, o jornalista Dalwton Moura, por ter escrito e editado matéria no Caderno 3 sobre as revoluções marxistas que marcaram os séculos XIX e XX. O caderno especial, de seis páginas, foi considerado pela direção da empresa “panfletário” e “subversivo”, além de “inoportuno ao momento atual”.Tendo, entre outras fontes, o filósofo Michael Löwi, que estaria em Fortaleza para lançar o livro “Revoluções” (com imagens que marcaram os movimentos contestatórios decisivos para a história dos últimos dois séculos), a matéria foi pautada pelo editor-chefe do jornal, Ildefonso Rodrigues, tendo sido sugerida pela historiadora e professora Adelaide Gonçalves, da Universidade Federal do Ceará (UFC). No entanto, ao comunicar a demissão do jornalista, o editor-chefe se limitou a dizer que “não sabia o conteúdo da reportagem até vê-la publicada”.

O caso do jornalista Dalwton Moura não se trata de demissão por delito de opinião, pois ele não emitiu, em qualquer momento, juízo de valor sobre o conteúdo da pauta. Perdeu o emprego muito menos por incompetência ou negligência na sua função. Ironicamente, o trabalhador foi dispensado simplesmente por cumprir uma pauta que, depois de publicada, percebeu-se ser contra os interesses da empresa. A direção do jornal não pode alegar, no entanto, que desconhecia o conteúdo da matéria, pois além de ter sido pautado pelo editor-chefe, o assunto foi relatado em, pelo menos, quatro reuniões de pauta que antecederam sua publicação.

A demissão do então editor do Caderno 3 expõe o abismo entre o discurso da grande mídia conservadora, que se diz ameaçada em sua liberdade de expressão ­- ­inclusive atacando com este falso argumento o projeto do Conselho de Comunicação do Estado -, e suas práticas cotidianas, restritivas ao exercício profissional dos jornalistas, bem como à livre opinião de colaboradores e leitores. “O Sindicato dos Jornalistas do Ceará protesta contra esta demissão arbitrária e mantém sua luta pela verdadeira liberdade de expressão para os jornalistas e para todos os brasileiros, manifestada em projetos como o do Conselho de Comunicação”, afirma o presidente do Sindjorce, Claylson Martins”.

Aqui, a matéria que causou a demissão. Trecho:

“‘O marxismo tem de evoluir para uma maior radicalização’

Em entrevista por e-mail ao Caderno 3, Michael Löwy fala sobre o livro “Revoluções”, refletindo acerca do papel da imagem para a interpretação histórica dos movimentos de mudança social. Recordando sua visita anterior ao Ceará, aborda o contexto político da América Latina, a retomada da religião como tema na atual campanha eleitoral no Brasil e a construção do Novo Partido Anticapitalista

O senhor veio a Fortaleza pela última vez em 2004, a convite da campanha da então candidata a prefeita Luizianne Lins, do Partido dos Trabalhadores. Quais as lembranças daquela visita? Que impressão o senhor levou do Ceará e das pessoas com quem aqui conviveu?

Foi um grande prazer para mim participar da campanha da Luizianne, que se apresentava de forma “indisciplinada”, contra os aparelhos partidários. Gostei muito da definição da candidata como “marxista esotérica”! Tive um contato fraternal com muitos companheiros socialistas de Fortaleza, dos quais alguns estão no PT e outros no PSOL.

Hoje o senhor retorna à cidade, a convite da Prefeitura de Fortaleza e do Departamento de História da Universidade Federal do Ceará. Qual a expectativa para essa nova visita?

Rever amigos e poder aprender com eles sobre a experiência das lutas sociais e ecológicas no Ceará.

O senhor vem lançar o livro “Revoluções”. Qual o diferencial desse trabalho, no contexto da sua obra?

Eu meu interesso pelo tema “Revoluções” ha muitos anos, desde minha tese de doutorado na Sorbonne, publicada no Brasil com o titulo “A Teoria da Revolução no Jovem Marx” (Ed. Vozes). O livro está esgotado, mas deverá ser reeditado pela Expressão Popular, uma editora próxima ao MST. Mas neste ultimo livro, “Revoluções”, é a primeira vez que me ocupo de fotografias; é um livro coletivo, que organizei com a cooperação de vários amigos e companheiros na Europa, e que tenta interpretar a historia das revoluções, desde a Comuna de Paris até a Revolução Cubana, através de documentos fotográficos. Não se trata de ilustrar a história dos acontecimentos com fotografias, como se faz habitualmente, mas de tentar descobrir o que cada fotografia nos ensina sobre esta revolução.

No começo do livro, o senhor afirma que as barricadas estão sempre presentes nas imagens, aparecendo como “sinônimo de sublevação popular”. O livro traz inclusive dois dos primeiros registros fotográficos de uma revolução, em junho de 1848. Mas diz, ainda, que até os anos 1920, a maior parte dos registros é feita por fotógrafos profissionais contratados pela imprensa burguesa. De que forma isso afeta a interpretação do pesquisador sobre os eventos históricos?

O pesquisador tem de levar em conta o “ponto de vista” deste fotografo “profissional”, submetido à lógica e aos interesses das classes dominantes. Como escreve Cordila Dilg, a propósito de fotos da Revolução Sandinista, “Nenhuma foto é produzida sem intenção”. Dito isto, o resultado, isto é, a fotografia, tem sua autonomia e pode revelar aspectos da realidade histórica apesar das intenções do fotografo. Além disso, não se deve esquecer que muitos destes fotógrafos profissionais, mesmo submetidos à mídia dominante, simpatizavam com as revoluções e isto se traduz em suas fotos

DALWTON MOURA / SÍRIA MAPURUNGA
EDITOR / REPÓRTER”.

E, mais adiante:

“Verdades sobre uma demissão:

Por Ronaldo Salgado
Professor do Curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará – UFC

A demissão do jornalista Dalwton de Moura Borges do cargo de editor de “Variedades” do jornal Diário do Nordeste, no estado do Ceará – de acordo com o Instituto Verificador de Circulação (IVC), com tiragem média diária em torno de 45 mil exemplares –, inaugura mais um triste e sombrio capítulo na história do jornal, que em dezembro próximo completa 29 anos. O jornalista foi demitido não porque escreveu um texto de opinião contrário aos interesses ou à linha editorial da empresa – o que, por si só, não seria motivo para isso, já que o jornal se resguarda em seu expediente com a ressalva de que “as opiniões assinadas não refletem obrigatoriamente o pensamento do jornal”, como estampado página 2 do Diário do Nordeste.
O motivo da demissão foi a edição de um caderno inteiro, de seis páginas, com o título principal “Revoluções ontem e hoje”, encartado na edição de domingo, 17 de outubro de 2010, tendo como “gancho” o lançamento do livro Revoluções (Editora Boitempo, 2009, 552 páginas, preço médio R$ 68,00), organizado pelo professor brasileiro radicado na França Michael Löwy, que esteve em Fortaleza. O livro reproduz imagens fotográficas “de movimentos contestatórios decisivos para escrever a história dos séculos 19 e 20”, como a Comuna de Paris e a Revolução Russa de 1917, para ficarmos em apenas dois exemplos.
O caderno, com reportagem e entrevistas com Löwy, foi pautado, segundo informações do jornalista demitido, pela direção editorial do Diário do Nordeste, que tem à frente o jornalista Ildefonso Rodrigues. Os textos da reportagem e a entrevista com Löwy são assinados por Dalwton Moura (editor) e Síria Mapurunga (repórter). Há, também, dois artigos assinados: um da professora doutora do Curso de História da Universidade Federal do Ceará (UFC) Adelaide Gonçalves (“Homem de muitos mundos”), e outro do jornalista e escritor José Arbex Jr. (“Iconografia revolucionária”). O caderno traz finalmente depoimentos de outras fontes além do sociólogo franco-brasileiro, a exemplo dos professores cearenses Frederico de Castro Neves, Josênio Parente e Emiliano Aquino e do crítico literário Roberto Schwarz.

Divulgação/FOX/Pipoca Moderna


Seacrest e os novos jurados do Idol: boas relações com a Geórgia e “panfletário”, “subversivo” e “inoportuno ao momento atual” para a mídia da Globo do Ceará

Grupo diversificado

A direção da empresa teria classificado o caderno como “panfletário” e “subversivo”, além de “inoportuno ao momento atual”. Os dois adjetivos dispensam explicações aos leitores. A expressão “inoportuno ao momento atual”, ao contrário, pede esclarecimento: trata-se da circunstância eleitoral então polarizada entre os candidatos à Presidência da República Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), no segundo turno. Dilma, uma candidata mais à esquerda no espectro ideológico; Serra, mais à direita. Este, o candidato queridinho dos meios de comunicação; aquela, odiada por quase todos os grandes jornais brasileiros.
A demissão de Dalwton Moura impõe, no mínimo, uma reflexão a todos os que se preocupam com a vida democrática, a qualidade dos meios de comunicação e o papel que esses meios cumprem no quotidiano das pessoas em geral. Pode um jornal demitir um jornalista pela edição de uma matéria que não atenda às expectativas da empresa, mesmo quando a pauta é encomendada pela direção editorial do veículo? Qual a responsabilidade da direção editorial em casos como esse? O que esse fato pode suscitar em relação às discussões sobre liberdade de imprensa, principalmente no Brasil? O que isso tem a ver com a discussão mais do que urgente sobre controle social dos meios de comunicação, que os jornais e as emissoras de rádio e televisão brasileiros tanto repudiam? Como fica a reputação do Diário do Nordeste ante os assinantes, os leitores que compram o jornal em bancas e a sociedade cearense?
O Diário do Nordeste faz parte do grupo Edson Queiroz, conglomerado empresarial que atua em vários campos da economia brasileira, incluindo produção de bens duráveis (fogão, geladeira, freezer etc.), agropecuária e agroindústria, exploração e distribuição de água mineral e gás butano, exploração de petróleo, educação superior privada (Universidade de Fortaleza – Unifor) e na área da comunicação.

Subjetividade empresarial

Além do Diário do Nordeste, o grupo Edson Queiroz controla três emissoras de TV (em Fortaleza, a TV Verdes Mares, canal 10, afiliada da Rede Globo; TV Verdes Mares Cariri, em Juazeiro do Norte; e TV Diário, de âmbito regional, também com sede na capital cearense) e emissoras de rádio AM e FM – duas em Fortaleza, uma em Recife e outra no Rio de Janeiro. O jornal foi fundado a 19 de dezembro de 1981. Seis meses depois da fundação, o empresário Edson Queiroz faleceu num acidente de avião da antiga Vasp, nas proximidades de Fortaleza.
Em seu primeiro editorial, intitulado “Compromisso de luta”, o jornal expressava:
“Compusemos um corpo de repórteres bem qualificados para veicular os acontecimentos com agilidade e precisão, a fim de que as informações cheguem ao público sem tardança e com a preocupação exclusiva de transmitir a verdade.”
O repórter Dalwton Moura, há pouco mais de três meses guindado ao posto de editor pela competência e a qualificação profissional que demonstrara em mais de cinco anos atuando no jornal, é demitido, e a qualidade dele, assim como a verdade apregoada pelo matutino no primeiro editorial, é jogada ao rés-do-chão.
Não se aponta um único erro jornalístico no caderno, mas, de maneira sub-reptícia e aética, estabelece-se a razão da demissão: o suposto conteúdo panfletário e subversivo dos textos, contrariando a lógica do jornalismo informativo praticado pelo periódico. É subjetividade empresarial, sem sustentação em fatos da realidade contemporânea, quando não mais se faz jornalismo com panfletos nem há situações ou regimes discricionários a subverter, porquanto desfrutamos o Estado democrático do direito.

Credibilidade empobrecida

Foi irresponsável o jornalista Dalwton Moura ao cumprir a pauta encomendada pelo seu superior hierárquico? Não; afinal, antes da edição do conteúdo jornalístico, ainda segundo Dalwton Moura, houve várias reuniões de pauta com a presença do diretor do jornal. Parte-se, então, para um campo de reflexão no qual o conceito de corresponsabilidade deve, necessariamente, vir à tona: uma pauta encomendada pela direção editorial do jornal é de responsabilidade tanto da editoria específica, no caso a de Variedades, quanto da própria direção do veículo. É um regime consorciado de responsabilidades. Aceitando-se as razões da demissão imposta pelos proprietários do jornal – o que, também por si só, não se pode aceitar –, por que só o editor do caderno foi demitido?
Ao atingir o jornalista Dalwton Moura em plena ascensão profissional, o Diário do Nordeste expõe a contradição que a grande imprensa carrega no seu âmago: defende a liberdade de imprensa como um valor absoluto e inalienável, mas a aliena aos seus próprios interesses. Ou seja, tem na liberdade de imprensa não um legado político, ideológico, filosófico e cultural que nos foi deixado pelos rastros da Independência Americana (1776) e da Revolução Francesa (1789), mas a tem como um slogan de propaganda de atuação em defesa da sociedade. Ora, ora!
É nesse ponto que entra a discussão urgente e inadiável sobre a necessidade de se instituir no Brasil um controle social dos meios de comunicação. Da mesma maneira como reagiram à proposta de institucionalização do Conselho Federal de Jornalismo, há pouco mais de dois anos, as empresas jornalísticas reagiram, mais recentemente, contra o projeto de indicação do Conselho de Comunicação Social do Estado do Ceará, propostas que vão ao encontro dos interesses de toda a sociedade, se analisadas sem manipulação, distorção e maniqueísmo, como o fazem essas empresas de Norte a Sul do país.
Qual o argumento mais utilizado por elas? É que tais propostas querem restringir a liberdade de imprensa e instituir a censura nos meios de comunicação. Qual nada! Está por trás desse argumento pomposo, isso sim, o fato de que querem agir livremente e em favor apenas dos próprios interesses – políticos, ideológicos, econômicos, culturais. No caso da demissão do jornalista Dalwton Moura, onde fica a liberdade de imprensa? Debaixo do tapete das sofisticadas e bem decoradas salas das diretorias dessas empresas. E a censura? Não aparece para a sociedade, que mal toma conhecimento de fatos como a demissão de Dalwton Moura. Entanto, fica registrada com outra nomenclatura na carteira de trabalho do jornalista: demissão sem justa causa.
O jornal Diário do Nordeste sai com reputação e credibilidade atingidas e empobrecidas. Porque fere a democracia, agride a consciência cidadã de profissionais íntegros, honestos e qualificados e, finalmente, ludibria a sociedade quanto ao fazer jornalístico que propaga praticar”.

Textos associados
*A liberdade de imprensa que Alexis Neiers(***) defende na TV Diário é a liberdade dos oligarcas midiáticos que controlam o concurso de Miss Ceará
*Nayla Micherif, Jorlene Cordeiro e Alexis Neiers são ladravazes do mesmo naipe
*Impressões da noite do Miss Ceará 2011: eleição de Anastácia Line foi um show desastroso
*Coordenadora do Miss Ceará, Jorlene Cordeiro chama Lula, Cabral e Beltrame de ‘idiotas’ na TV Diário
*Atriz Kelli Giddish, a Annie Frost do Brasil Urgente denuncia: Jorlene Cordeiro, além de ladravaz e estelionatária é ministra da Defesa (dos Estados Unidos de Jennifer Hudson)
*O que interessa à Globo não é o concurso de Miss Brasil e sim satanizar as UPP’s no Chantástico(****)

(*)Ali Camel é aquele que se utiliza da Globo, de suas afiliadas e respectivas empresas-satélite para povoar mentes desérticas e disseminar ideias golpistas e conservadoras (sem muito sucesso)
(**)A Globo instituiu este arremedo de concurso em outubro de 2007 para tentar compensar a perda dos direitos do concurso Miss Brasil para a Rede Bandeirantes, que renovara-os meses antes, embalada pelo segundo lugar da Natália Guimarães no concurso Miss Universo. Como até o reino mineral de Michael C. Hall já sabe, a Globo fez oportunismo barato e maroto para tentar comprar (e tomar) o Miss Brasil (da Band) a preço de banana
(***)Recomendamos ao distinto leitor ir ao Departamento de Polícia de Los Angeles e ver a ficha criminal do alter-ego americano de Nayla Micherif, a Pretty Wild de Ubá, (e de sua comparsa missológica cearense), apresentada pelo competente repórter Márcio Campos, do Brasil Urgente.
(****)Combinação da chantagem jornalística do padrão global para dar Ibope e vender jornal e revista com a estética ultrapassada e retrógada do Fantástico, capenga na audiência

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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