A cara-de-pau da gaeta(*) não tem mesmo limites. No Boundaries, Nayla, não é isso?


Reprodução

Nayla Micherif e Boanerges Gaeta Jr
Vladimir Putin e Nicolae Ceaucescu

Em seu sítio oficial, a gaeta(*) diz com a maior cara limpa:

“Com uma trajetória de mais de 50 anos, o evento Miss Brasil, dos tempos modernos (sic) como é chamado pelos historiadores, começou em 1954, no Quitandinha, Petrópolis (RJ). No ano seguinte os Diários Associados, através da TV Tupi do Rio assume a promoção que durante duas décadas torna-se um dos shows mais esperado (sic) pelos telespectadores. Ícones da época, como Martha Rocha e Vera Fischer, até hoje são reverenciadas como tal.

Embora sem o mesmo brilho, a tradição continuou nas décadas seguintes, com exceção do ano de 1990, único sem ter tido a representante do Brasil no Miss Universo.

No início do novo século, assuntos polêmicos como cirurgias plásticas e reality shows modificam o comportamento e passam a fazer parte do cotidiano das pessoas. O evento volta à televisão (Rede TV 2002), alcançando altos índices no Ibope. No ano seguinte firma parceria com a Rede Bandeirantes, que transmite o Miss Brasil e o Miss Universo. Assim começa a retomar seu espaço na mídia através da revitalização do evento, com novas parcerias, bons patrocinadores e profissionais qualificados.

Cresce o interesse das jovens em se tornarem Misses, objetivando o sucesso de algumas delas que atualmente se destacam na televisão, como Luize Altenhofen (1998), Renata Fan (1999), Gislaine Ferreira (2003), Grazi Massafera (2004) e mais recentemente o sucesso obtido pela atual Miss Brasil, NATÁLIA GUIMARÃES, Vice-Miss Universo e uma das personalidades mais solicitadas pela mídia, retomando o espaço das Misses em substituição de famosas modelos e do esquálido padrão físico até então buscado por essas jovens”.

Me engana que eu gosto.

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser sempre escrita: em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela, um sub-Porto Rico, uma sub-Colômbia (tipo um Whooper Jr.) ou uma Guatemala tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Sub do Subway, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de concursos de misses

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Axé-besteirol, Água oxigenada, Ética nos concursos de beleza, Lie to Me do Miss Brasil, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais e marcado , , , , , . Guardar link permanente.

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