Patrocinador do Miss Brasil da gaeta(*) não cobre prejuízo com derrota no Miss Universo, mas compra cobertura na Vieira Souto


Reprodução
Lu Lacerda

Saiu na coluna da Lu Lacerda:
“Vendida a maior cobertura da Vieira Souto: R$ 33 milhões

O empresário Marcel Herrmann Telles, um dos sócios da poderosa Ambev/InBev, dono de uma fortuna avaliada mais ou menos em U$ 2,5 bilhões, comprou a maior cobertura da Vieira Souto, com 1.000 m² de área construída, mais 1.000 m² de varanda – isso mesmo, é esse o tamanho da varanda! O apartamento pertenceu ao médico Guilherme Romano, que no passado hospedava com frequência o então poderoso General Golbery do Couto e Silva. A cobertura, toda plana, na esquina da praia com a Rua Vinícius de Moraes, havia sido comprada pela Amil (Edson Bueno) há poucos anos, por R$ 22 milhões de reais, que agora a revendeu por R$ 33 milhões. As reformas já começaram e estão sendo feitas pela Laer Engenharia (Marcelo Evaristo). A expectativa é que Marcel gaste mais de R$ 10 milhões na obra, ou seja, passará a ser a maior e mais cara cobertura da famosa avenida carioca”.

COMENTÁRIO
A Ambev é a patrocinadora do Miss Brasil da gaeta(*) e da Band que, recentemente, pagou R$ 1 milhão para a popstar Madonna visitar o então governador paulista José Serra no final de 2009.
Telles, um de seus sócios, não bancou o lobby fracassado de Débora Lyra em Las Vegas, mas fez um excelente negócio.
Um negócio a ponto de corroborar estritamente aquilo que este Críticas já colocara em janeiro: a gaeta(*) e os militares da ditabranda de 1964 se dão mesmo muito bem.
Clique aqui para ver as provas da ligação da organização atual do Miss Brasil-Miss Universo com os torturadores do DOI-Codi paulista e da OBAN.
Aqui para ver Nayla Micherif levar o Emmy de melhor atriz coadjuvante em série de corrupção eleitoral mascarada em, digamos, “matéria jornalística” paga.
Aqui para ver a tzarina(***) da gaeta(*), travestida de colonista(****) da Folha(**), dizer que o povo fede.
E aqui para comprovar que a gaeta(*), seus parceiros e asseclas podem comprar até o terno verde do Phil Mickelson no Masters de golfe da PGA Tour.
O dinheiro de Nayla Micherif e de seus comparsas pode comprar tudo neste país. Menos a consciência limpa de blogueiros independentes como este.
Não nos calarão.

Joe Mantegna
David Caruso
Christopher Meloni
Emily Procter
Mariska Hargitay
José Luiz Datena
Patricia Heaton

(Indignados com a roubalheira missológica que envergonha o Brasil)

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser sempre escrita: em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela (tipo um Whooper Jr.) ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Sub do Subway, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de concursos de misses
(**)Folha é o jornal que não se deve deixar a sua tataravó ler porque publica palavrões e mostra sem censura os seios, os pêlos pubianos, a vagina e a bunda da miss Pernambuco 2008, Michelle Fernandes da Costa, em revista masculina publicada a poucos dias de passar a faixa à sua sucessora, em março de 2009. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Cássio Cunha Lima DEPOIS de cassado e pergunta o que ele achou do processo no TSE, da ditabranda, do câncer de Fidel, da ficha falsa da Dilma, das mulheres-fruta, das ancas da cantora Jôsy, do ódio a piauienses encampado pelo Rafinha do Emocore, da Carla Perez lecionando “i” de iscola, da Rayanne Morais “eleita” Miss Brasil 2009 pelo site EGO, ligado à Globo (sócia da mesma Folha no jornal de negócios Valor Econômico), que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque levou dezoito anos para reconhecer um filho seu fora do casamento (com uma jornalista empregada da Globo), que manda a Diane Sawyer da Globo News avacalhar o cantor itainopolense Frank Aguiar por causa de um filme e de uma entrevista sórdida com uma aspirante a aspirante a aspirante de celebridade paulista a uma aprendiz de Oprah do Primetime da Rede TV!, que publica texto sórdido de um professor de comunicação da USP sobre o Miss Universo 2007, que fala mal do Saulo Roston (vencedor do Ídolos 2009), manda a Mariska Hargitay falar mal do Piauí e a Tamara Tunie, o Ice-T e o Christopher Meloni bancarem o Sérgio Ricardo quebrando o violão no Festival da Record de 1967 em Law & Order: Special Victims Unit, o elenco de Law & Order: Criminal Intent e o Robin Williams avacalharem o Brasil em seriado da USA Network e programa de entrevista da CBS, é o que é porque o dono é o que é e que, quando a mineira Elaine Parreira Guimarães ficou em quinto lugar no Miss Universo 1971, emprestava os carros de reportagem aos torturadores.
(***)Como o líder russo, Nayla Micherif conseguiu, com a eleição da capixaba Débora Lyra como Miss Brasil 2010, transformar Minas Gerais (e o país) numa Rússia missológica: sem oposição, sem vozes divergentes e com uma mídia curvada a seus pés, doa a quem doer. Quem discordar, pode pagar até com a própria vida. E foi o que aconteceu com a jornalista Anna Politovskaya, assassinada em outubro de 2006, por suas reportagens abordando as atrocidades da Segunda Guerra da Chechênia. Esse é o preço que se paga pela liberdade de expressão em países supostamente sérios como o nosso (por mais leis ficha-limpa que se aprovem nas nossas casas legislativas). Clique aqui para entender o que o Putin da Rússia tem a ver com os Putins da gaeta(*)
(****)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São milicianos de redação do PIG(**) engajados em derrubar o presidente Lula e promover a volta da direita ao poder, a exemplo do que ocorreu no Chile. E assim se comportarão sempre que uma participante de reality-show tiver origem no Estado mais pobre da Federação e não no capital (da elite branca-separatista de São Paulo) e um presidente tiver origem no trabalho e não no capital, no Brasil, no Mundo, na história da exploração espacial (antes da aposentadoria dos ônibus espaciais), da entrega do Oscar, do Super Bowl e do American Idol. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, chamam seus patrões de colegas. É essa gente aí que fraudou o resultado do Miss Brasil 2010 para favorecer a capixaba Débora Lyra, usando indevidamente a faixa de Miss Minas Gerais na etapa nacional do Miss Universo
(*****)In none serious democracy in the world, conservative, low-quality and even sensationalistic newspapers and only one television network matter as much influence as they do in Brazil. They have become a political party, the PIG (Pro-Coup Press Party). These are their stories

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Corrupção nos concursos de beleza, Jóia da coroa, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Realidade brasileira e marcado , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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