Quatro países brigam pela sede da 68ª edição do Miss Universo


Coreia do Sul, Emirados Árabes, Filipinas e República Dominicana

Da redação TV em Análise

Fotos Getty Images


Começou o cabo de guerra para definir que país vai sediar a 68ª edição do concurso de Miss Universo, cuja data ainda permanece incerta. Passados 219 dias da eleição da filipina Catriona Gray, 25, como Miss Universo 2018, a guerra de bastidores para a decisão de que país e cidade receberão o concurso de 2019 começou a se acirrar nas mídias sociais. Se de um lado alguns sustentam uma candidatura impossível de Dubai (devido ao não reconhecimento de Israel pelos Emirados Árabes), outros apelam para o bom senso, colocando à mesa opções óbvias (Manila) e gritando por lobby em uma. O da República Dominicana ganhou força faltando menos de um mês para Catriona estar presente no concurso nacional, marcado para 18 de agosto, no Teatro Nacional de Santo Domingo, palco do Miss Universo em 1977.
Em uma das contas de Instagram especializadas em concursos de beleza, faz-se uma defesa apaixonada da candidatura dominicana de sediar o Miss Universo 2019 como se esquecesse que o país tentou fazer o mesmo em 2012, mas não tocou adiante a intenção de sediar o concurso em nome de medidas de austeridade impostas pelo Fundo Monetário Internacional. Reeleito para mais quatro anos de mandato em 15 de maio de 2016, o presidente Danilo Medina, 67, recusou receber a 61ª edição do Miss Universo, prometida pelo antecessor Leonel Fernández, 65. Para o então proprietário da Miss Universe Organization, Donald Trump, 72, Medina mandou fechar a torneira a mando do FMI. Mas isso não impediu Trump de operar o esquema de corrupção e lavagem de dinheiro que levou à eleição da norte-americana Olivia Culpo, em 19 de dezembro, em Las Vegas.
Em contraponto à nostalgia dominicana, as Filipinas lançam mão do poder econômico de Chavit Singson, 78, ex-governador da província de Ilocos Sur. Espécie de Trump filipino, Chavit foi a uma rádio de Manila pouco após desembarcar no Aeroporto Internacional Ninoy Aquino, em 19 de dezembro, dizer que a 68ª edição do Miss Universo seria em Seul. Com o passar dos meses, a falácia de Chavit se mostrou uma mentira, até mesmo para a presidenta da Miss Universe Organization, Paula Shugart, que já admitia em entrevista à rede ABS-CBN a possibilidade de retorno à Mall of Asia Arena de Pasay (região metropolitana da capital filipina), sede da 65ª edição do Miss Universo na manhã de 30 de janeiro de 2017. Antes disso, a cidade recebera o concurso em 1974 e 1994. A capital sul-coreana recebeu o Miss Universo na manhã de 8 de julho de 1980 e só.
Desde a criação do Miss Universo, em 28 de junho de 1952, 23 países e territórios receberam o concurso. Destes, apenas Estados Unidos, Filipinas, México, Panamá, Porto Rico e Tailândia receberam o concurso mais de uma vez. Miami Beach foi a cidade que mais recebeu edições do certame – 13, de 1960 a 1971 e em 1997, seguida de Long Beach (oito, entre 1952 e 1959). Miami (1984, 1985 e 2014) e Manila (1974, 1994 e 2016) receberam as finais do Miss Universo três vezes cada.

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Bangladesh e Irã devem enviar candidatas para a 68ª edição do concurso de Miss Universo, marcada para janeiro nas Filipinas


Os dois países irão estrear no concurso

Da redação TV em Análise

Fotos Divulgação
Golshan, uma das 10 candidatas ao Miss Universo Irã 2019 e o logo do Miss Universo Bangladesh


Com a tradição de 12 títulos já conquistados por Filipinas, Índia, Israel, Japão e Líbano, a Ásia ganha para a 68ª edição do concurso de Miss Universo o reforço de mais dois países. Bangladesh e Irã confirmaram suas estreias no concurso. Para fugir das sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos, os organizadores da etapa iraniana decidiram montar escritório em Istambul (Turquia), onde vai acontecer o concurso nacional, marcado para a quarta-feira (31). Os ingressos já estão esgotados. 10 candidatas disputarão o título inédito de Miss Universo Irã. Para denotar que o concurso é mesmo do Irã, a seletiva de candidatas ocorreu em Teerã.
Já em Bangladesh, a fase de inscrições começou no final da tarde da segunda-feira (22). A previsão é de que o concurso nacional, a ser televisionado, ocorra em outubro. Bangladesh já tentou estrear no Miss Universo em 2008, mas não havia à época estrutura suficiente sequer para organizar o concurso nacional. O Vietnã, que já participava desde 2004, teve preferência para sediar o concurso e por tabela retornar à disputa desde 2005.
Com a chegada de Bangladesh e Irã, o número de países filiados à Miss Universe Organization sobe de 105 para 107. O total de países que irão efetivamente participar do Miss Universo 2019 só será conhecido antes do último concurso nacional, previsto para dezembro. A 68ª edição do Miss Universo está sendo trabalhada para acontecer na manhã do dia 27 de janeiro (noite de 26 de janeiro, pelo horário de Brasília), em Manila.

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Preparação de Júlia Horta para Miss Universo tem mais tempo


Mineira deverá ter 323 dias para tentar disputar a coroa

Da redação TV em Análise

Instagram/Júlia Horta/30.06.2019


A possível marcação da 68ª edição do concurso de Miss Universo para a manhã de 27 de janeiro de 2020, em Manila, deve mexer drasticamente com o tempo de preparação da Miss Brasil 2019, Júlia Horta, 25, para a disputa. Ao invés de nove meses, Júlia, que venceu o concurso nacional realizado em 9 de março, em São Paulo, deverá ter 323 dias para se preparar para tentar trazer para o país a terceira coroa. O país está sem vencer o Miss Universo há 51 anos.
Caso o certame tivesse sido marcado para o dia 19 de dezembro, Júlia teria menos tempo de preparação: 284 dias. Sua antecessora, a amazonense Mayra Dias, eleita Miss Brasil em 26 de maio, teve 204 dias para se preparar para o Miss Universo 2018, realizado em Bangcoc na manhã de 17 de dezembro do ano passado. Veja os tempos de preparação das últimas 15 vencedoras do Miss Brasil para o concurso de Miss Universo na tabela abaixo

Ano Miss Brasil Data Miss Universo Preparação (dias)
2018 Mayra Dias (AM) 17/12/2018 204
2017 Monalysa Alcântara (PI) 26/11/2017 98
2016 Raíssa Santana (PR) 30/01/2017 120
2015 Marthina Brandt (RS) 20/12/2015 31
2014 Melissa Gurgel (CE) 25/1/2015 119
2013 Jakelyne Oliveira (MT) 9/11/2013 41
2012 Gabriela Markus (RS) 19/12/2012 80
2011 Priscila Machado (RS) 12/9/2011 50
2010 Débora Lyra (MG) 23/8/2010 106
2009 Larissa Costa (RN) 23/8/2009 105
2008 Natália Anderle (RS) 14/7/2008 91
2007 Natália Guimarães (MG) 28/5/2007 43
2006 Rafaela Zanella (RS) 23/7/2006 105
2005 Carina Beduschi (SC) 31/5/2005 46
2004 Fabiane Niclotti (RS)(*) 1º/6/2004 46

(*)Candidata já falecida

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Band tem contrato vigente com o Miss Universo até 2022 e não devolveu a franquia brasileira de concurso à Endeavor Group


Emissora deverá anunciar nova estrutura do Miss Brasil até o final de agosto

Da redação TV em Análise

Fotos Getty Images, Case Assessoria e Reprodução/Sobre Miss


A Rede Bandeirantes desmentiu rumores de que teria devolvido a franquia brasileira do concurso de Miss Universo. Em nota, a emissora esclareceu que tem contrato assinado com a Miss Universe Organization desde setembro de 2011 e renovado desde setembro de 2017. A Band tem os direitos de TV aberta do Miss Universo, do Miss Brasil e de seus concursos estaduais até setembro de 2022. Esse compromisso encerra rumores de mudança dos concursos para a Globo, Record ou SBT.
Na quinta-feira (18), a Band rescindiu o contrato de naming right do Miss Brasil e dos concursos estaduais e municipais com a Be Emotion, marca de cosméticos da Polishop, que vinha se apropriando do Miss Brasil como fosse sua propriedade. Das 27 coordenações estaduais. 16 (59,25% do total) iniciaram o processo de retirada do naming right nos seus perfis de mídias sociais: Acre, Alagoas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.
Por ano, a Band paga US$ 2 milhões (R$ 7,5 milhões) de franquia à Miss Universe Organization, custeados pelos patrocinadores do Miss Brasil. Entre 2003 e 2014, esse custo foi bancado pelos patrocinadores que a Band conseguia no mercado. De 2015 a 2019, esse valor foi pago (e ainda está sendo pago) pela Polishop. A empresa de varejo está custeando o valor para inscrever a mineira Júlia Horta, 25, eleita Miss Brasil 2019 no dia 9 de março, na 68ª edição do Miss Universo, prevista para 27 de janeiro de 2020, provavelmente na Mall of Asia Arena, em Pasay (região metropolitana de Manila).
O desmentido de que a Band teria desistido do Miss Brasil e do Miss Universo para 2020 saiu no perfil especializado Sobre Miss. A gaúcha Maria Fernanda Schiavo, 36, responsável pela concurso de Alagoas, disse em vídeo que os 128 concursos municipais que já tiverem sido realizados ou ainda venham a acontecer e os três concursos estaduais já agendados – Goiás (21/10), Santa Catarina (24/8) e Sergipe (31/7) – não tem legitimidade para a definição das candidatas do Miss Brasil 2020. Band e Polishop mandaram parar os concursos municipais e estaduais antes da definição oficial.
De acordo com o texto, enviado diretamente ao Sobre Miss, uma nova empresa deverá assumir a organização do Miss Brasil e dos concursos estaduais e municipais. Até o final de agosto, será revelada a nova marca e nomenclatura da etapa brasileira do Miss Universo, que deve ganhar o nome de Miss Brasil Universo. Na hipótese de não haver grupo interessado na gestão do Miss Brasil, os coordenadores se juntariam para fazer o concurso nacional, para tentar pagar a taxa de franquia exigida pela MUO. O Brasil só este e ausente do Miss Universo em 15 de abril de 1990, em Los Angeles. O país iniciou sua participação no Miss Universo, em 24 de julho de 1954, em Long Beach. Desde então, obteve dois títulos, cinco segundos lugares, um terceiro lugar, dois quartos lugares, cinco quintos lugares e 22 classificações entre as semifinalistas. Ao todo, o país teve 37 classificações em 64 anos de participações no Miss Universo, que equivalem a um aproveitamento de 57,81%, o terceiro maior dentre os 34 países que já venceram o concurso desde sua criação, em 28 de junho de 1952, também em Long Beach.

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Miss Universo 2019 em risco de ser adiado para janeiro de 2020


Todas as tentativas de realizar o concurso em dezembro fracassaram

Da redação TV em Análise

Missosology/Reprodução/29.07.2016


De nada adiantaram os esforços da Miss Universe Organization de realizar a 68ª edição do concurso de Miss Universo ainda no ano de 2019. De acordo com o perfil especializado Miss Venezuela La Nueva Era, a data mais provável de realização deverá ser 26 de janeiro de 2020, mesmo domingo em que ocorrerão a 62ª edição do Grammy e a 26ª do Screen Actors Guild Awards. Se confirmada, a marcação dessa data para o Miss Universo 2019 deverá dificultar a vida de muitas emissoras internacionais interessadas em sua transmissão. No Brasil, atingiria em cheio o plano do canal pago TNT de mostrar o evento, mas manteria a exibição de TV aberta na Band.
Com os direitos do Grammy e do SAG Awards nas mãos, a TNT tem a escolha natural de priorizar um evento e colocar o outro na janela secundária. No caso, priorizaria o Grammy para o dia 26 de janeiro e colocaria o SAG Awards para a segunda-feira, 27 de janeiro. A provável marcação do Miss Universo 2019 para o mesmo domingo das premiações musical e de atuação, respectivamente, mexeria com as palhetas de programação da Turner Broadcasting não só no Brasil, mas no resto da América Latina.
De acordo com fontes ouvidas pelo MVLaNuevaEra, a oficialização da data deverá ocorrer antes de 18 de agosto, quando a Miss Universo 2018, a filipina Catriona Gray, 25, participar do concurso nacional da República Dominicana. A Miss Universe Organization não confirma as informações da postagem. Por trás dessa data, está a possibilidade de realização na Mall of Asia Arena, em Pasay (região metropolitana de Manila). As negociações estão sendo conduzidas pelo grupo do empresário Chavit Singson, 78, que esteve com Catriona no sábado (20), em Las Vegas, para uma luta de boxe vencida por Manny Pacquiao, 40, contra o norte-americano Keith Thurman, 30, valendo o título mundial dos meio-médios da Associação Mundial de Boxe (WBA, em inglês).
Para atender à demanda de exibição no horário nobre americano pela FOX, a 68ª edição do Miss Universo começaria às 8h do dia 27 de janeiro de 2020, pelo horário filipino (19h no horário da costa leste americana e 21h pelo horário de Brasília, sem horário de verão).
A opção da MUO e de Singson pelas Filipinas ocorrer após o fracasso das negociações com a cidade de Seul para sediar o certame pela segunda vez desde 1980. As baixas temperaturas registradas em dezembro na capital sul-coreana, associadas à falta de resposta das autoridades e de empresários locais pesaram para que Richelle Louise Singson-Michael, executiva da LCS Group, retirasse a oferta a Seul. Pasay sediou o Miss Universo outras três vezes: 21 de julho de 1974, no Centro Cultural das Filipinas, 21 de maio de 1994, no Centro Internacional de Convenções, e 30 de janeiro de 2017, na MOA.

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Televisão cria buraco de preparação das candidatas locais ao Miss Brasil e ameaça realização do concurso a partir de 2020


Saída da Band é duro golpe para coordenadores

Da redação TV em Análise

Miss Sergipe Oficial/Divulgação
Candidatas concluem ensaio de coreografia para o Miss Sergipe 2020: esforço que pode ter sido em vão


A retirada de apoio da Rede Bandeirantes ao concurso de Miss Brasil a partir do próximo ano, anunciada na quinta-feira (18), pegou de surpresa a comunidade missológica nacional, que já se preparava para os concursos estaduais da etapa brasileira do Miss Universo 2020, agora ameaçada de não acontecer, até mesmo com a retirada de patrocínio da Polishop. A franquia brasileira do Miss Universo está vaga e isso aumenta a preocupação com o que vai fazer a Miss Brasil 2019, Júlia Horta, 25, após sua participação na 68ª edição do Miss Universo, prevista para dezembro. E se vencer? Vai lidar com um buraco nos concursos estaduais?
Anualmente, a transmissão do Miss Brasil para o Miss Universo movimentava entre R$ 16 milhões e R$ 25 milhões. Em tempos mais áureos, chegava a movimentar R$ 51 milhões. Isso para contar apenas o período de 2003 a 2014, quando a Band esteve à frente do concurso. Após a chegada da Polishop, esse montante decresceu. Enquanto a empresa de varejo gastava R$ 35 milhões com o escopo de eventos do Miss Brasil nos Estados e no Distrito Federal, a Band perdia R$ 20 milhões com a falta de contrapartida da empresa para que a emissora pagasse suas obrigações junto à Miss Universe Organization. A transformação do Miss Brasil e de estaduais no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais em convenções de empresa causou desgaste à imagem do concurso, tida mais como caça níquel do que instrumento de empoderamento que pretendia ser.
O ciclo de estaduais do Miss Brasil 2020 vai começar na quarta-feira (31), em Sergipe, já sob o signo da incerteza. Incerteza essa que também deve afetar o Miss Santa Catarina 2020, marcado para o sábado, 24 de agosto, e o Miss Goiás 2020, previsto inicialmente para 21 de outubro. Quanto aos outros 24 concursos estaduais, só incerteza. Bahia, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Sul e São Paulo estão sem coordenações fixas desde que a Band anunciou a retirada de apoio à promoção do Miss Brasil. Preocupação essa que atinge tanto potências estabelecidas quanto emergentes, caso do Piauí de Monalysa Alcântara, vencedora do concurso de 2017. O modelo adotado no Miss Piauí da Band serviu de case de sucesso, mas esse legado foi para o lixo na hora da emissora tentar renegociar valores com a Polishop para um acordo que iria até 2024. Agora, o problema todo vai para as mãos da empresa de João Appolinário, que terá de iniciar a caça por uma nova emissora para aquele que já foi o principal concurso de beleza do país. Depois da retomada do Miss Brasil em 2002, nenhuma edição passou dos dois dígitos, fosse na breve passagem pela Rede TV!, fosse na década e meia que a Band teve de administrar.

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EXCLUSIVO: Sai a 15ª avaliação parcial do Críticas para o Miss Universo 2019, após a confirmação de 38 candidatas nacionais


Quadro das Américas começa a mudar

Da redação TV em Análise

Miss Haiti/Divulgação
Haitiana Gabriela Vallejo é quinta colocada no grupo continental


Começou a se embaralhar a situação entre as favoritas a uma vaga entre as semifinalistas no grupo das Américas para a 68·ª edição do concurso de Miss Universo. Estados Unidos, Brasil, Panamá e Colômbia passaram a ter a companhia da candidata do Haiti, Gabriela Vallejo, 23, no quadro de provável classificação direta. 14ª colocada geral, Vallejo, eleita na quinta-feira (18) está na quinta colocação no grupo continental. Suas notas jogaram a porto-riquenha Madison Anderson, 24, para o wild card, ao lado das candidatas de El Salvador, Zuleika Soler, 25, e do Equador, Cristina Hidalgo, 22, mais as representantes do México e da Bolívia.
Com as notas da 15ª rodada de avaliações parciais do TV em Análise Críticas, o quadro de favoritas a uma vaga entre as semifinalistas na África e Ásia-Pacífico está distribuído entre as candidatas da Namíbia, Vietnã, Filipinas, Tailândia e Indonésia, que voltou ao top 20 após a revisão da nota de Frederika Alexis Cull, 19. Na Europa, a polonesa Milena Sadowska, 20, caiu da segunda para a quinta colocação geral, também após a revisão de nota. No continente, ela mantém o favoritismo, ao lado das candidatas de Malta, Bélgica Grã Bretanha e Rússia, apesar de Alina Sanko, 20, aparecer na 21ª colocação geral. A candidata da Áustria, Larissa Robitschko, 22, não teve seu nome confirmado pela Miss Universe Organization e está fora do concurso. Abaixo, em ordem decrescente, as notas das 38 candidatas nacionais já confirmadas no Miss Universo 2019

NOTAS DAS CANDIDATAS EM ORDEM DECRESCENTE
Foram consideradas as notas dos quesitos de traje de banho e traje de gala, além das aparições em noticiários
Candidata Traje de Banho Traje de Gala Aparições de Mídia Média Geral
Cheslie Kryst (USA) 10 10 9,988 9,996
Júlia Horta (BRA) 9,994 10 9,989 9,994
Nadja Breytenbach (NAM) 10 10 9,981 9,993
Hoàng Thùy (VIE) 10 9,989 9,987 9,992
Milena Sadowska (POL) 10 9,988 9,985 9,991
Gazini Ganados (PHI) 9,989 9,995 9,989 9,991
Teresa Ruglio (MLT) 10 9,987 9,983 9,990
Elena Castro Suarez (BEL) 10 9,983 9,987 9,990
Paweensuda Drouin (THA) 9,987 9,994 9,989 9,990
Mehr Eliezer (PAN) 9,983 10 9,989 9,990
Frederika Cull (INA) 9,989 9,995 9,987 9,990
Emma Jenkins (GBR) 10 9,979 9,989 9,989
Gabriela Tafur (COL) 9,995 9,985 9,989 9,989
Gabriela Vallejo (HAI) 10 9,985 9,981 9,988
Madison Anderson (PUR) 9,995 9,981 9,989 9,988
Zuleika Soler (ESA) 9,987 10 9,977 9,988
Sofía Aragón (MEX) 9,995 9,976 9,989 9,986
Fabiana Hurtado (BOL) 9,987 9,981 9,984 9,984
Cristina Hidalgo (ECU) 9,987 9,981 9,983 9,983
Swe Zin Htet (MYA) 10 9,967 9,979 9,982
Alina Sanko (RUS) 9,996 9,954 9,989 9,979
Mia Rkman (CRO) 9,975 9,967 9,985 9,975
Cindy Marina (ALB) 9,987 9,952 9,978 9,972
Priya Serrao (AUS) 9,952 9,971 9,985 9,969
Kyrsha Attaf (CUR) 9,894 10 9,983 9,959
Sharon Pieksma (NED) 10 9,892 9,984 9,958
Sella Sharlin (ISR) 9,987 9,896 9,969 9,950
Marie Bangura (SLE) 9,976 9,896 9,978 9,950
Dayana Davtyan (ARM) 9,893 9,975 9,967 9,945
Pradeepta Adhikari (NEP) 9,894 9,984 9,959 9,945
Kamila Kozhakhanova (KAZ) 9,968 9,895 9,967 9,943
Elmara Buranbaeva (KGZ) 9,889 9,979 9,952 9,940
Xin Zu (CHN) 9,894 9,931 9,899 9,938
Somnang Alyna (CAM) 9,895 9,965 9,956 9,938
Paola Chacón (CRC) 9,895 9,899 9,980 9,927
Katja Stokholm (DEN) 9,893 9,895 9,985 9,924
Tako Adamia (GEO) 9,894 9,897 9,953 9,914
Shweta Sekhon (MAS) 9,854 9,859 9,978 9,897
NOTAS DAS CANDIDATAS EM ORDEM ALFABÉTICA
Foram consideradas as notas dos quesitos de traje de banho e traje de gala, além das aparições em noticiários
Candidata Traje de Banho Traje de Gala Aparições de Mídia Média Geral
Cindy Marina (ALB) 9,987 9,952 9,978 9,972
Dayana Davtyan (ARM) 9,893 9,975 9,967 9,945
Priya Serrao (AUS) 9,952 9,971 9,985 9,969
Elena Castro Suarez (BEL) 10 9,983 9,987 9,990
Fabiana Hurtado (BOL) 9,987 9,981 9,984 9,984
Júlia Horta (BRA) 9,994 10 9,989 9,994
Somnang Alyna (CAM) 9,895 9,965 9,956 9,938
Xin Zu (CHN) 9,894 9,931 9,899 9,938
Gabriela Tafur (COL) 9,995 9,985 9,989 9,989
Paola Chacón (CRC) 9,895 9,899 9,980 9,927
Mia Rkman (CRO) 9,975 9,967 9,985 9,975
Kyrsha Attaf (CUR) 9,894 10 9,983 9,959
Katja Stokholm (DEN) 9,893 9,895 9,985 9,924
Cristina Hidalgo (ECU) 9,987 9,981 9,983 9,983
Zuleika Soler (ESA) 9,987 10 9,977 9,988
Tako Adamia (GEO) 9,894 9,897 9,953 9,914
Emma Jenkins (GBR) 10 9,979 9,989 9,989
Gabriela Vallejo (HAI) 10 9,985 9,981 9,988
Frederika Cull (INA) 9,989 9,995 9,987 9,990
Sella Sharlin (ISR) 9,987 9,896 9,969 9,950
Kamila Kozhakhanova (KAZ) 9,968 9,895 9,967 9,943
Elmara Buranbaeva (KGZ) 9,889 9,979 9,952 9,940
Shweta Sekhon (MAS) 9,854 9,859 9,978 9,897
Teresa Ruglio (MLT) 10 9,987 9,983 9,990
Sofía Aragón (MEX) 9,995 9,976 9,989 9,986
Swe Zin Htet (MYA) 10 9,967 9,979 9,982
Nadja Breytenbach (NAM) 10 10 9,981 9,993
Pradeepta Adhikari (NEP) 9,894 9,984 9,959 9,945
Sharon Pieksma (NED) 10 9,892 9,984 9,958
Mehr Eliezer (PAN) 9,983 10 9,989 9,990
Gazini Ganados (PHI) 9,989 9,995 9,989 9,991
Milena Sadowska (POL) 10 9,988 9,985 9,991
Madison Anderson (PUR) 9,995 9,981 9,989 9,988
Alina Sanko (RUS) 9,996 9,954 9,989 9,979
Marie Bangura (SLE) 9,976 9,896 9,978 9,950
Paweensuda Drouin (THA) 9,987 9,994 9,989 9,990
Cheslie Kryst (USA) 10 10 9,988 9,996
Hoàng Thùy (VIE) 10 9,989 9,987 9,992

Após a rodada, o panorama de classificação das 20 semifinalistas (considerando o padrão adotado pela Miss Universe Organization no Miss Universo 2018) é este:

-Cheslie Kryst (USA)-9,996
-Júlia Horta (BRA)-9,994
-Nadja Breytenbach (NAM)-9,993
-Hoàng Thùy (VIE)-9,992
-Milena Sadowska (POL)-9,991
-Gazini Ganados (PHI)-9,991
-Teresa Ruglio (MLT)-9,990
-Elena Castro Suarez (BEL)-9,990
-Paweensuda Drouin (THA)-9,990
-Mehr Eliezer (PAN)-9,990
-Frederika Cull (INA)-9,990
-Emma Jenkins (GBR)-9,989
-Gabriela Tafur (COL)-9,989
-Gabriela Vallejo (HAI)-9,988
-Madison Anderson (PUR)-9,988
-Zuleika Soler (ESA)-9,988
-Sofía Aragón (MEX)-9,986
-Fabiana Hurtado (BOL)-9,984
-Cristina Hidalgo (ECU)-9,983
-Swe Zin Htet (MYA)-9,982

-Alina Sanko (RUS)-9,979
-Mia Rkman (CRO)-9,975
-Cindy Marina (ALB)-9,972
-Priya Serrao (AUS)-9,969
-Kyrsha Attaf (CUR)-9,959
-Sharon Pieksma (NED)-9,958
-Sella Sharlin (ISR)-9,950
-Marie Bangura (SLE)-9,950
-Dayana Davtyan (ARM)-9,945
-Pradeepta Adhikari (NEP)-9,945
-Kamila Kozhakhanova (KAZ)-9,943
-Elmara Buranbaeva (KGZ)-9,940
-Xin Zu (CHN)-9,938
-Somnang Alyna (CAM)-9,938
-Paola Chacón (CRC)-9,927
-Katja Stokholm (DEN)-9,924
-Tako Adamia (GEO)-9,914
-Shweta Sekhon (MAS)-9,897

As notas de avaliação foram ponderadas a partir da verificação de noticiário, redes sociais, material de vídeo e iconografia fotográfica das candidatas realizadas após os concursos nacionais apurados pela redação do Críticas entre os dias 13 e 21 de julho de 2019. Vale ressaltar que esta sondagem não reflete, necessariamente, a classificação oficial para as semifinais do Miss Universo 2019, bem como para suas etapas classificatórias posteriores (trajes de banho, trajes de gala e entrevistas finais).

Avaliações anteriores
Avaliações parcials
*1ª avaliação parcial: 2 de janeiro de 2019
*2ª avaliação parcial: 14 de janeiro de 2019
*3ª avaliação parcial: 10 de março de 2019
*4ª avaliação parcial: 3 de abril de 2019
*5ª avaliação parcial: 13 de abril de 2019
*6ª avaliação parcial: 5 de maio de 2019
*7ª avaliação parcial: 17 de maio de 2019
*8ª avaliação parcial: 1º de junho de 2019
*9ª avaliação parcial: 9 de junho de 2019
*10ª avaliação parcial: 14 de junho de 2019
*11ª avaliação parcial: 24 de junho de 2019
*12ª avaliação parcial: 30 de junho de 2019
*13ª avaliação parcial: 6 de julho de 2019
*14ª avaliação parcial: 12 de julho de 2019

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