A hipocrisia da Miss Brasil 2015 Marthina Brandt


Como a Escola sem Partido, o Vem pra Rua, o Revoltados Online, a Rede Globo, o PCC (Partido da Corja do Cunha) e a Fiesp formaram um apêndice de suposta intelectual

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

Arquivo pessoal/Miss Universe Organization/03.12.2015


Muito antes de Marthina nascer, em 31 de janeiro de 1992, o então governador de Minas Francelino Pereira, 95, perguntava em pleno recrudescimento da ditadura militar: “Que país é esse?

Nos anos em que o PT esteve no poder, entre 2003 e 2016 (na visão do governo provisório de Michel Temer), a Rede Bandeirantes tocou através de mãos próprias ou de terceiros a organização do concurso Miss Brasil e a concessão brasileira do concurso de Miss Universo. Na Primeira República Petista, a de Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil teve desempenhos horrendos no concurso internacional, salvos apenas pelo segundo lugar da mineira Natália Guimarães, no início do Segundo Governo Lulista, a despeito de esta estar mais afinada com as ideologias entreguistas da quadrilha de Aécio Neves, que destruiu seu Estado natal entre 2003 e 2014, a começar de aberrações como a Cidade das Águas de Frutal, objeto de investigação do Ministério Público e desnudada para todo o mundo pelo repórter Luiz Gustavo Luz, da Rede Record – ironicamente, a mesma casa em que Natália trabalha.
Já com a Segunda República Petista, a de Dilma Vana Rousseff, instalada em 2011, começou-se a fabricação de misses mais afinadas com o viés antipetista da Band. O primeiro exemplar dessa safra foi a gaúcha Priscila Machado, terceira colocada em São Paulo no Miss Universo 2011, de gastos questionáveis que os membros do Ministério Público, Polícia Federal e Justiça Eleitoral jamais foram capazes de investigar. Não foram a fundo nas finanças da empresa fantasma Enter-Entertainment Experience, constituída pela Band sem capital algum para organizar e desorganizar os concursos regionais e nacional, além de corridas de Fórmula Indy que deram errado. A Brasília Indy 300, que seria realizada em março de 2015 é um triste exemplo do malogro do “sonho de miss” construído pela Band, O Canal do Esporte, como costumava preconizar Luciano do Valle (1947-2014).
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A reeleição de Dilma, em 26 de outubro de 2014, no segundo turno, obrigou a Band a fabricar uma geração de misses politicamente pioradas em relação às da primeira leva – Gislaine Ferreira, a recém-falecida Fabiane Niclotti, Carina Beduschi, Grazi Massafera e Rafaela Zanella, apenas para citar alguns exemplares mais nobres entre vencedoras e finalistas do Miss Brasil. Sob a doutrinação ideológica de Caio de Carvalho, ex-ministro do Turismo nos desgovernos do PSDB de FHC, a Enter constituiu um banco de dados nacional de candidatas de concursos estaduais e o reaproveitava para que essas mesmas candidatas concorressem novamente num mesmo concurso estadual ou passasse para ser indicada por outro coordenador estadual, Assim tem sido com Tocantins, que tem reaproveitado em 2014 e 2015 ex-candidatas ao título de Miss Distrito Federal. Para a Band, quanto mais pobre o Estado (caso de Tocantins, parte do Matopiba), melhor para os peixes graúdos – caso de Cloves Nunes, coordenador do Miss DF desde 2006.
À medida que eclodiam as manifestações patrocinadas pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), ancoradas por sub movimentos sociais como Revoltados Online, Meu Partido é o Brasil, Vem pra Rua e Movimento Brasil Livre, travestidos de ONGs direitistas e extremistas de fachada a la Al Qaeda e Estado Islâmico para instaurar o terror psicológico da “Aids econômica do Brasil”, orquestrado por órgãos de imprensa como a Rede Globo e a própria Band (então parceiras nas transmissões do futebol brasileiro), começavam a se perfilar misses afinadas com as ideologias tacanhas e atrasadas de gente como Michel Temer, Eduardo Cunha, Marcello Reis, Kim Kataguiri e Alexandre Frota. Marthina Brandt, coroada Miss Brasil 2015 na noite da quarta-feira, 18 de novembro, em São Paulo, atende a esse padrão de beleza dentro do viés ideológico direitista mais estúpido que tenta governar o Brasil na marra pela primeira vez em 31 anos de redemocratização.

Prefeitura Municipal de Vale Real/Divulgação


Na foto, o Taj Mahal de Vale Real

Natural da cidade de Vale Real (região de Montenegro, na serra), Marthina Brandt teve uma educação europeia digna da Belindia – leis e impostos da Bélgica com realidade social dantesca da Índia de Priyanka Chopra de Quantico, não aplicada a Vale Real, cidade aparentemente livre do analfabetismo, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A menos que este seja intelectual e político, como o de Marthina, eleitora de Aécio nos dois turnos da peleja presidencial de 2014. E da miséria, para os locais, restrita a programas policiais como Balanço Geral, jornalísticos de terror psicológico como o Fintástico e o SBT Brasil da psicopata Rachel Sheherazade e séries americanas de terror psicológico como Homeland.
Ao vergar a camisa da Selecinha na manifestação que o consórcio liderado pela Fiesp promoveu na Avenida Paulista no dia 13 de março, Marthina Brandt entrou de vez no coro de “celebridades” que defendem o impedimento de Dilma como os atores Humberto Martins, Susana Vieira e Viviane Araújo, esportistas como Anderson Silva, músicos como Lobão, Gusttavo Lima, Luan Santana, Michel Teló e Sérgio Reis e “intelectuais” como Alexandre Frota, Kataguiri, Marcello Reis, Tiririca e outros parasitas e cercarias da direita conservadora, robustecidas pela ajuda externa da Koch Industries e da Students for Liberty, apêndice americano do MBL, Vem Pra Rua, Revoltados e seus Diários, Diarreias e Emissoras Associadas ao Golpe Contra Dilma e a Democracia.
Com a realização da perícia do Senado Federal nos papéis das supostas “pedaladas fiscais” de Dilma (que não mostrou crime algum da presidenta afastada), atesta-se que Marthina Brandt se tornou a Miss Brasil politicamente mais hipócrita de todos os tempos. Nenhuma das 21 misses Brasil eleitas durante o período militar (1964-1984) chegou a tanto. Nem mesmo aquelas que propagandeavam as ilusões e mentiras do “Brasil Grande”, como a carioca Eliane Fialho Thompson, fotografada no Teleporto de Tanguá (região metropolitana do Rio de Janeiro) como parte do estratagema da Embratel, vendida aos Lobos Adolescentes do Capitalismo Selvagem Estrangeiro na privataria tucana de 28 de julho de 1998 – a mesma data em que Sasha, a filha da decadente apresentadora Xuxa Meneghel, nasceu sob as luzes do Jornal Nacional, que subestimou as porradas da Polícia Militar contra os movimentos sociais e partidos de esquerda que defendiam a soberania nacional ao invés da entrega do patrimônio nacional a lobos como AT&T, Telecom Italia, Telefónica de España, Vodafone, dentre outros. Isso para não citar o entreguismo que a Band faria mais tarde com o concurso Miss Brasil aos americanos da WME/IMG, donos também do UFC e dos rodeios da PBR, do Lollapalooza e da Semana de Moda de Nova York.

Para certificar a hipocrisia de Marthina, recomenda-se assistir à íntegra do pronunciamento da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), feito no Senado Federal na terça-feira (22). Para os petistas que torceram por Marthina no Miss Universo 2015, é uma reflexão, Para os oposicionistas que torceram por Marthina no mesmo concurso, no entanto, as palavras de Gleisi são uma pancada na cabeça. Tirem as crianças politicamente analfabetas de direita da sala

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Assunto da semana: Crônicas de Uma Linda Mulher


Lições de Garry Marshall aos concorrentes do 68º Emmy de comédia

Stephen Lovekin/Getty Images/07.12.2011

Não adianta botar a Julia Roberts para dar risada junto com o Richard Gere. Essa é a primeira coisa a se ensinar do inventário artístico de Garry Marshall (assim escrito), morto nesta terça-feira (19) aos sete produtores concorrentes no 68º Primetime Emmy de melhor série cômica. É óbvio que Aziz Ansari, de Master of None, tampouco Anthony Anderson, de Black-ish, devem levar esse legado a sério. Cada nome é cada nome e Marshall deixou seus ensinamentos de carro tumba do Instituto Médico Legal à nova guarda de comediantes.

Alberto E. Rodriguez/Getty Images/30.08.2011

“Os mortos ensinam aos vivos”, diz o rabecão aos responsáveis pela produção da sétima temporada de Modern Family, desnecessário dizer que está em sua sétima indicação seguida. Os roteiristas mortos como Marshall ensinam a Steven Levitan e Christopher Lloyd, o roteirista e não o ator, que não se deve entediar o telespectador com a mesma piada embalada e envasada ainda para a fall-season de 2009. No ensinamento de Veep dado no ano passado, veio a mostra de que, definitivamente, os tempos são outros. Da HBO.

Fotos Amazon Video e Netflix/Divulgação

E por novos tempos para a comédia de situações roteirizada de horário nobre entenda-se também abrir espaço para a quebra de paradigmas como fazem Transparent e Unbreakable Kimmy Schmidt. Uma, inteiramente concebido para o serviço de vídeo sob demanda controlado pela loja eletrônica Amazon – exemplo a se seguir por Ricardo Eletro, Ponto Frio, Armazém Paraíba e outros. Outra, pensada inicialmente para a temporada 2014-2015 da NBC, foi sublicenciada à Netflix de House of Cards, graças à cabeça de Tina Fey.

HBO/Divulgação/24.04.2016

Na poesia concreta Bon Marché (nada com obras das Olimpíadas) que se constrói a partir do Google, Facebook, Instagram e outros gigantes do Vale do Silício, Silicon Valley não apresentou coisa nova para sua terceira temporada de indicações. Prende-se aos chavões de roteiro e tem atuações sofríveis – ver mais adiante, se for o caso. Das lições de Garry Marshall, Valley é a sitcom que menos aprendeu ensinamentos para um bom prognóstico de estatuetas. Vai apenas para cumprir tabela. O mestre fica com Deus. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (24/7)

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À exceção de Laura Wie e Lino Villaventura, nomes do baixo clero farão o júri do Miss Rio Grande do Sul 2016


Lista oficial foi liberada pela Organização Miss Brasil Universo nesta quinta-feira (21)

Da redação TV em Análise

Antares Martins/Organização Miss Rio Grande do Sul/Divulgação


Quem vencer, irá ára a etapa brasileira do Miss universo 2016

A Organização Miss Brasil Universo liberou na manhã desta quinta-feira (21) os nomes dos jurados do concurso Miss Rio Grande do Sul 2016, a ser realizado na noite deste sábado (23), no Auditório Araújo Vianna, no Parque da Redenção (zona norte de Porto Alegre). De celebridades mesmo, somente a ex-apresentadora da TV Cultura Laura Wie, 46, e o estilista Lino Villaventura, 65.
O restante dos nomes apresentados no press-release do consórcio Polishop/Band/WME/IMG/Ford Models Brasil sequer é conhecido aos olhos do grande público. Foram convidados para essa função ao lado de Laura e Lino o fotógrafo Miro, o maquiador Daniel Hernandez e as modelos Marina Streb e Rayza Nicacio. Também compõem a banca a estilista Roberta Weber e o jornalista Ico Thomas.
Candidatas de 30 municípios estão concentradas desde a sexta-feira (15) no hotel Plaza São Rafael, reduto de celebridades que vem se hospedar em Porto Alegre. Elas disputam o direito de representar o Rio Grande do Sul no Miss Brasil 2016, marcado para o dia 1º de outubro, em São Paulo. Caso a representante gaúcha vença a disputa nacional, irá para o Miss Universo 2016, previsto inicialmente para o dia 29 de janeiro de 2017, nas Filipinas. Duas cidades do país – Santa Maria de Bulacán e Quezón City, ambas na região metropolitana de Manila, disputam o direito de receber o concurso.

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Após Ieda Vargas, gaúchas ‘bateram na trave’ por três vezes no Miss Universo entre 1972 e 2012


Desde sua vitória no Miss Universo 1963, Rio Grande do Sul emplacou 12 títulos de Miss Brasil. Estado não leva a coroa internacional há 53 anos

Da redação TV em Análise

Miss Universe Organization/Divulgação/20.07.1963


Arrancada de títulos nacionais começaria em 2001

Desde que Ieda Maria Vargas levou o título de Miss Universo 1963, em Miami Beach (região metropolitana de Miami), na noite de 20 de julho de 1963, o Rio Grande do Sul iniciou uma jornada de títulos cumulativos de Miss Brasil e, por tabela, de representação no Miss Universo. Após Ieda, o Estado levaria mais 12 títulos de Miss Brasil, o mais recente deles conquistado por Marthina Brandt, em 18 de novembro de 2015, em São Paulo.
Entre 1972 e 1999, o Rio Grande do Sul participou do Miss Universo por quatro vezes. Em apenas uma delas, em 1999, não se classificou entre as semifinalistas. De 2001 a 2015, foram oito títulos nacionais. Em quatro oportunidades – 2001, 2002, 2004 e 2008, a representante gaúcha que vencia o Miss Brasil não se classificara entre as semifinalistas do Miss Universo. O aproveitamento nesse período foi de 50% contra 75% entre 1972 e 1999.
Nas décadas de 1970 e 1970, a quantidade de títulos de Miss Brasil para o Rio Grande do Sul foi muito baixa e por isso o TV em Análise Críticas decidiu unificar as estatísticas que seriam feitas década por década nesse período. Na distribuição década por década, o Rio Grande de Ieda Vargas teve seu pique de títulos entre 2001 e 2008 – cinco, resultando em apenas uma classificação, a da santamariense Rafaela Zanella entre as 20 semifinalistas do Miss Universo 2006, realizado em Los Angeles. A partir de 2011, a classificação de gaúchas que venciam o Miss Brasil entre as semifinalistas do Miss Universo passou a ser uma constante. Os números detalhados estão no gráfico abaixo

Período Títulos Miss Braail Classificações Miss Universo Aproveitamento %
1972-99 4 3 75
2001-08 5 1 20
2011-15 3 3 100

Já em relação às misses gaúchas que chegaram ao quadro de finalistas do Miss Universo após o feito de Ieda Vargas, o aproveitamento oscilou bastante – de 25% entre 1972 e 1999 caiu para zero entre 2001 e 2008. No período seguinte, a situação começou a melhorar. Veja os números detalhados no gráfico abaixo

Período Títulos Miss Braail Finalistas Miss Universo Aproveitamento %
1972-99 4 1 25
2001-08 5 0 0
2011-15 3 2 66

A última vez que uma gaúcha eleita Miss Brasil chegou entre as finalistas do Miss Universo foi em 2012, com Gabriela Markus. A representante de Teutônia ficou em quinto lugar na disputa marcada pela fraude que cercou a eleição da americana Olivia Culpo. Anteriormente, Rejane Vieira da Costa (Dorado, 1972, 2º lugar) e Priscila Machado (São Paulo, 2011, 3º lugar) tinham chegado a essa condição.

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Está nas mãos da WME/IMG o destino das Filipinas como sede do Miss Universo 2016. Las Vegas vira ‘plano B’


Para Pia Wutzbach, possibilidades do país sediar o certame “são muito grandes”

Da redação TV em Análise

Jilson Seckler Tiu/Inquirer/Arquivo


Oito cidades foram cotadas por Pia Wurtzbach para programação paralela

A partir de agora a decisão final sobre a confirmação das Filipinas como país sede da 65ª edição do concurso Miss Universo caberá à WME/IMG, grupo controlador da Miss Universe Organization. Em conversa com internautas através do Facebook realizada na noite desta quarta-feira (20), a Miss Universo 2015 Pia Wurtzbach, 26, admitiu pela primeira vez a possibilidade de o país sediar o certame. “São muito grandes as possibilidades de o certame ser realizado aqui”, ressaltou a detentora do título. Ela está de viagem marcada para voltar para Nova York nesta quinta-feira (21), onde vai se preparar para a programação do Miss Teen USA 2016, que acontecerá no sábado (30), em Las Vegas, cidade que ainda aspira à “residência” permanente do Miss Universo até 2018.
Desde a segunda-feira (18), Pia cumpriu na capital do país, Manila, uma extensa agenda de atividades que incluiu uma reunião com o presidente Rodrigo Duterte, 71, acompanhada de dois diretores da MUO. Ela deverá voltar às Filipinas no próximo mês para a possível assinatura do contrato de organização do certame. Duas cidades – Santa Maria de Bulacán e Quezón City, ambas na região metropolitana de Manila – estão sendo sondadas para receber as preliminares e a final televisionada, prevista inicialmente para o dia 29 de janeiro de 2017. De acordo com projeção do TV em Análise Críticas, 95 candidatas devem participar da disputa, mas esse número poderá ser revisado para baixo.
De acordo com Pia, regiões como Boracay, Cebu, Palawan, Davao, Cagayan de Oro, Vigan, Bacolod City e Bohoi seriam possíveis locais para atividades secundárias do certame, incluindo ações filantrópicas. “Em quais regiões vocês pensariam que o certame passasse (para o mundo inteiro)?”, perguntou.

As Filipinas de Pia Wurtzbach por trás da propaganda

A proposta para que as Filipinas sediem o Miss Universo 2016 já recebeu sinal verde de Duterte, que tomou posse na quinta-feira, 30 de junho, com três medidas controversas: prisão de menores de idade, defesa do assassinato de dependentes químicos e do restabelecimento da pena de morte. Durante a campanha, Duterte, que também defende a erradicação da pobreza, foi chamado de “justiceiro”. Um dia após a reunião de Duterte com Pia, a Suprema Corte filipina ordenou a soltura da ex-presidenta Gloria Arroyo, 69, presa por crimes de corrupção numa cama de hospital em 18 de novembro de 2011, acusada de fraudes na eleição para o Senado em 2007. Ela foi anistiada por Duterte.
Quando a cidade de Pasay (região da Grande Manila) sediou o Miss Universo 1974, as Filipinas estavam sob a ditadura de Ferdinando Marcos (1917-1989). Durante a realização do Miss Universo 1994, na mesma cidade, o país já estava de volta à democracia, sob o governo de Fidel Ramos, 88, que assumira a presidência pelo voto direto em 30 de junho de 1992, permanecendo até 30 de junho de 1998.
Foi na ditadura de Marcos, que ordenou o assassinato de líderes de oposição como Benigno Aquino (1932-1983), esposo da sucessora do ditador, Corazón Aquino (1933-2009), que as Filipinas conquistaram seus dois primeiros títulos de Miss Universo – 1969, em Miami Beach, com Glória Diaz, e 1973, em Atenas, com Margarita Morán. A eleição de Pia como Miss Universo 2015 é a primeira de uma miss filipina já sob o regime democrático da Quinta República, instaurada por Cory após sua posse, em 25 de fevereiro de 1986. Ela governou o país até 30 de junho de 1992.

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As indicações ao 68º Primetime Emmy nas categorias de direção de arte


Sete diretores de arte vencedores do 20º ADG Awards estão na lista

Da redação TV em Análise

Craig T. Mathew e Greg Grudt/Mathew Imaging/31.01.2016


Uma delas é Deborah Riley, da equipe de Game of Thrones

Sem nenhuma surpresa, a lista de indicados ao 68º Primetime Emmy nas categorias de direção de arte guarda a participação de sete vencedores da 20ª edição do ADG Awards, realizado em 31 de janeiro. Deborah Riley, Denise Pizzini, Mark Worthington, John Shaffner, Derek McLane, Steve Arnold e Gary Kordan saíram da premiação sindical com suas respectivas estatuetas. Desse grupo, apenas Arnold, McLane e Riley entraram com episódios ou programas que não entraram na cobertura rígida do Art Directors Guold para sua premiação anula – o ano cheio (1º de janeiro a 31 de dezembro) e não o calendário da Academia de Televisão (1º de junho a 31 de maio).
Do grupo de indicados ao ADG Awards e que também concorre ao “Oscar do horário nobre americano”, cita-se também Donal Woods, da equipe da já encerrada Downton Abbey. Também constam Warren Alan Young, de Fargo, Howard Cummings, de The Knick, Richard Toyon, de Silicon Valley, Cat Smith, de Transparent, Jim Gloster, de Veep, Keith Ian Raywood, Eugene Lee, Akira Yoshimura, N. Joseph DeTullio, do Saturday Night Live. Ao todo, 17 profissionais que concorreram às diversas categorias televisivas do 20º ADG Awards marcam presença no 68º Primetime Emmy, a despeito de alguns deles já concorrerem por trabalhos que estrearam na mid-season 2016. Abaixo, a lista detalhada de indicados nas cinco categorias de direção de arte

Direção de arte em programa narrativo contemporâneo ou de fantasia com uma hora ou mais de duração
Mark Worthington – American Horror Story: Hotel
Deborah Riley – Game of Thrones (Blood of my Blood)
Steve Arnold – House of Cards (Chapter 41, Chapter 47 e Chapter 48)
Drew Boughton – The Man in the High Castle (The New World)
Jonathan McKinstry – Penny Dreadful (Fresh Hell, Evil Spirits In Heavenly Places e And Hell Itself My Only Foe)

Direção de arte em programa narrativo de épica com uma hora ou mais de duração
Donal Woods – Downton Abbey (Part 5 e Part 7)
Warren A. Young – Fargo (Waiting for Dutch)
Howard Cummings – The Knick (Ten Knots, The Best with The Best to Get The Best e Wonderful Surprises)
Elizabeth H. Gray – Masters of Sex (The Excitement of Release, Surrorgates e Party of Four)
Jon Gary Steele – Outlander (Not tn Scotland Anymore e Faith)

Direção de arte em programa narrativo com meia hora ou menos de duração
John Shaffner – The Big Bang Theory (The Positive Negative Reaction, The Big Bear Precipitation e The Fermentation Bifurcation)
Denise Ann Pizzini – The Muppets (The Ex Factor, Pig’s in a Blackout e Single All The Way)
Richard Toyon – Silicon Valley (Two in the Box, Bachmanity Insanity e Daily Active Users)
Cat Smith – Transparent (Kina Hora, The Book of Life e Man on the Land)
Jim Gloster – Veep (The Eagle e C**tgate)

Direção de arte em série de variedades, não ficção, reality ou reality de competição
Rachel Robb Kondrath – Drunk History (New Jersey)
Gary Kordan – Key & Peele (Y’all Ready For This? e The End)
Schuyler Telleen – Portlandia (Family Emergency, Pickathon e Weirdo Beach)
Eugene Lee, Akira Yoshimura, Keith Ian Raywood e Joe DeTullio – Saturday Night Live (Apresentador: Larry David e Apresentador: Peter Dinklage)
Anton Goss e James Pearse Connelly – The Voice – (Live Finale, Part 2, Blind Auiditions Premiere, Part 2 e Live Semifinal Performances)

Direção de arte em especial de variedades, não ficção, evento ou especial de premiação
David Korins – Grease Live!
Alexander Fuller – He Named Me Malala
Hannah Beachler – Lemonade
Derek McLane – 88º Oscar
Derek McLane – The Wiz Live!

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Band faz adequação de grade para acolher transmissão nacional do Miss Rio Grande do Sul 2016


Certame vai começar às 22h15, no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre

Da redação TV em Análise

Antares Martins/Organização Miss Rio Grande do Sul/Divulgação


Candidatas de 30 municípios disputam o título

A Rede Bandeirantes decidiu fazer alguns remanejamentos de horário para facilitar a transmissão nacional do concurso Miss Rio Grande do Sul 2016, na noite deste sábado (23). Antes marcado para as 22h30, o certame passa a começar, pelo organograma distribuído pela emissora, às 22h15. Com isso, programetes como Mundo Miss, Maratona Rio 2016 e Show Business Preview terão que começar mais cedo. O evento acontecerá no Auditório Araújo Vianna, no Parque da Redenção (zona norte de Porto Alegre) e terá a participação de candidatas de 30 municípios.
Pela sequência, o Mundo Miss entrará às 22h, seguido do Maratona, às 22h05. Antes do certame, o Show Business Preview entrará às 22h10. De acordo com a Band, o Miss RS 2016 terá duração de 1 hora e 50 minutos, devendo acabar à 0h05. É mais ou menos a mesma duração que a rede usa para o Miss Brasil e para o Miss São Paulo.
Ainda pelo cronograma da Band para o sábado do Miss RS, a novela turca Sila – Prisioneira do Amor (20h25) vai perder 10 minutos de espaço na grade. Entregará para o Show da Fé às 21h10. Usualmente, a trama termina nesse dia da semana às 21h20.
A grade com as modificações anunciadas já foi liberada para os assinantes da base da operadora NET, a principal do país.
Quem vencer o Miss Rio Grande do Sul 2016 vai representar o Estado no Miss Brasil 2016, marcado para o dia 1º de outubro, em São Paulo. Caso a candidata gaúcha que sair do concurso de sábado vença a disputa nacional, ela participará do Miss Universo 2016, que está sendo trabalhado para acontecer no dia 29 de janeiro de 2017. Duas cidades filipinas – Santa Maria de Bulacán e Quezón City, ambas na região metropolitana de Manila – disputam o direito de sediar a disputa internacional. Pela projeção do TV em Análise Críticas, 95 países e territórios deverão estar presentes.
Os ingressos para o Miss Rio Grande do Sul 2016 estão à venda através do telefono 4003-1212 e do site Ingresso Rápido. Haverá também vendas de ingressos em postos físicos em dois locais: nas bilheterias do Teatro do Bourbon Country, no Bourbon Shopping, na capital, e Bourbon Shopping Novo Hamburgo, em Novo Hamburgo (região metropolitana). A entrada de público será liberada entre 20h30 e 21h30.

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