Disney Media Distribution apresenta três novas séries no último dia da L.A. Screenings 2016


American Housewife é a única novata do portfólio a entrar na fall-season 2016

Da redação TV em Análise

ABC/Divulgação


Comédia é protagonizada por Katy Mixon, de Mike & Molly

Depois de sete dias, a 55ª edição da L.A, Screenings chega ao fim nesta quarta-feira (25), no Hotel Intercontinental, em Los Angeles, com a participação da Disney Media Distribution, que apresentará aos compradores internacionais um catálogo de 18 séries (incluindo o reality de competição The Amazing Race, escalado pela CBS para entrar na mid-season 2017). De todas as grandes distribuidoras, a DMD é a que tem o menor portfólio de novas séries – três, sendo que apenas uma produção – American Housewife, da ABC – vai entrar imediatamente na fall-season 2016, salvo eventuais alterações a serem tomadas antes da marcação das datas de estreia da primeira parte da temporada televisiva americana 2016-2017, prevista para a segunda quinzena de junho.
Além destas produções, a Disney Media Distribution apresentará ao mercado internacional o catálogo de 15 séries renovadas – incluída aí The Amazing Race – para a temporada 2016-2017. Desse total, 11 produções são da grade da ABC e o restante é da CBS, incluindo as novatas renovadas Code Black e Criminal Minds: Beyond Borders. Na mesma situação se enquadram Quantico, The Catch, The Real O’Neals e Secrets and Lies, renovada em maio de 2015 e anunciada no 54º L.A. Screenings, mas com produção atrasada de sua segunda temporada. Abaixo, o catálogo detalhado

NOVAS SÉRIES
American Housewife (ABC)
Still Star-Crossed (ABC, mid-season 2017)
When We Rise (ABC, mid-season 2017)

SÉRIES RENOVADAS
The Amazing Race (CBS, mid-season 2017)
American Crime (ABC, mid-season 2017)
Black-ish (ABC)
The Catch (ABC, mid-season 2017)
Code Black (CBS)
Criminal Minds (CBS)
Criminal Minds: Beyond Borders (CBS, mid-season 2017)
Grey’s Anatomy (ABC)
How to Get Away with Murder (ABC)
Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. (ABC)
Once Upon A Time (ABC)
Quantico (ABC)
The Real O’Neals (ABC)
Scandal (ABC, mid-season 2017)
Secrets and Lies (ABC)

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EXCLUSIVO: Polishop começa gestão do Miss Brasil com ‘herança maldita’ da Enter


Ex-empresa de eventos da Band deixou dívidas de R$ 39 milhões relativas a coordenadores e ex-coordenadores estaduais

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

Lucas Ismael/Band/Divulgação/18.11.2015


Eleição de Marthina Brandt como Miss Brasil 2015 causou rombo de R$ 22 milhões à Band: Polishop acusa empresa da emissora de má gestão

Oficialmente, o trabalho da empresa de varejo Polishop como gestora da Organização Miss Brasil Universo começou no dia 31 de outubro de 2015. Mas, na prática, a atuação da empresa como gestora integral da concessão do concurso Miss Universo para o Brasil começou apenas nesta segunda-feira (23), quando começou a programação oficial para o Miss São Paulo 2016, primeira etapa da temporada de concursos estaduais do Miss Brasil 2016 a ser realizada neste sábado (27), no Citibank Hall, na zona oeste da capital paulista. A nova era da organização do Miss Brasil começa com um verdadeiro atoleiro herdado dos cinco anos em que a extinta Enter-Entertainment Experience geriu a concessão do Miss Universo para o país. Fontes da Polishop informaram ao TV em Análise Críticas que o passivo trabalhista herdado da Enter está na casa dos R$ 12 milhões, incluindo-se rescisões contratuais, ações trabalhistas em curso e dívidas de franqueados estaduais, que cobram o ressarcimento dos valores cobrados pela Band para gerirem os concursos estaduais e permitirem à emissora a transmissão de seus certames.
Ainda de acordo com a Organização Miss Brasil Universo, existem cerca de R$ 19 milhões de saldo a descoberto deixado pela Enter relativo a transações financeiras e investimentos não pagos, entre eles a suspensão de concursos estaduais no Mato Grosso do Sul (2013), Espírito Santo (2014), Acre (2014) e Tocantins (2014 e 2015). Outros R$ 8 milhões teriam sido deixados de dívidas pela Band relativos ao não pagamento de custos de produção à empresa Floresta, pertencente à executiva Elizabetta Zenatti em associação com a Sony Pictures Television International, à Miss Universe Organization e à própria Polishop para a viabilização do concurso Miss Brasil 2015. Quando comprou o Miss Brasil da Band, a empresa pagou R$ 37 milhões pela propriedade do concurso, além de ter desembolsado a comissão paga à MUO para ficar com a franquia brasileira do Miss Universo.
Representantes do Comitê Nacional de Coordenadores de Concursos de Beleza (CNCCB) se disseram “horrorizados” com o montante de dívidas deixado pela Enter para ser assumido pela Polishop. “Tá pior que a herança maldita da (presidenta afastada) Dilma (Rousseff, 68) para o (presidente em exercício Michel) Temer (75)”, disse ao Críticas um representante da coordenação do Miss Brasil em Minas Gerais, um dos principais celeiros estaduais de títulos de Miss Brasil, que pediu para não ser identificado. Um diretor do Miss Brasil ligado ao PSDB, no entanto, não comunga dessa pensata: “É irresponsável colocar num mesmo caldo o trabalho sério desempenhado pela Organização Miss Brasil no meio de um turbilhão ideológico causado pelo PT e seus aliados, PC do B, Rede Sustentabilidade e PSOL. Não acreditamos que o governo do presidente Michel Temer vá coadunar com oportunistas que visem difamar um trabalho bem sucedido desde 2011, quando realizamos, sem nenhuma verba pública, o Miss Universo 2011 em São Paulo”, salientou a fonte.

Outro lado

À reportagem do TV em Análise Críticas, a assessoria do CEO da Polishop e responsável direto pela concessão do concurso Miss Universo para o Brasil, o empresário João Appolinário, 50, desmentiu a existência de dívidas da Enter quando assumiu o concurso Miss Brasil em novembro último. De acordo com a Polishop, as dívidas resultantes do concurso Miss Brasil 2015, estimadas em R$ 22 milhões, “são resultado da gestão irresponsável da Enter, empresa de eventos que a Band constituiu sem nenhuma base financeira para organizar eventos de grande monta”. A assessora do Grupo Bandeirantes de Comunicação informou que não irá se manifestar sobre as dívidas deixadas para a Polishop na gestão dos concursos de misses.
Em 15 de setembro passado, diretores da Band estiveram na sede da Miss Universe Organization em Nova York para negociar um novo acordo de transmissão do Miss Universo em tevê aberta para o Brasil, mas não conseguiram a renovação dos direitos de representação do concurso. Uma fonte ligada ao concurso disse ao Críticas que a presidenta da MUO, Paula Shugart, aconselhou os executivos Marcelo Meira e Frederico Nogueira (demitido da Band no início de 2016) a “fecharem o negócio (a empresa de eventos Enter) e passarem o concurso adiante para uma empresa de eventos que entenda da organização de concursos de beleza e não apenas de corrida de carros”, numa alusão indireta aos negócios da emissora paulista com a IndyCar Series, cujo acordo, assinado pela Band no final de 2010 (na mesma época da assinatura do contrato para a organização do Miss Universo 2011), que incluía provas da modalidade no país, está valendo até 2019.
À época, fontes da Band informaram ao Críticas que a viagem dos dois executivos para se reunir com Shugart serviu para evitar que a Miss Universe Organization assinasse, por recomendação de sua nova controladora, o grupo de entretenimento WME/IMG, comandado pelo empresário judeu Ari Emanuel, 55, doador de campanhas do Partido Democrata, assinasse contrato com a Rede Globo para a transmissão do Miss Universo em tevê aberta para o Brasil. Pelas tratativas, a Globo criaria uma empresa nos moldes do Concurso Nacional de Belleza da Colômbia, da Organización Miss Venezuela e do Binibining Pilipinas em associação com suas parceiras na organização de festivais de música, a Artplan (Rock in Rio) e a Time4Fun (Lollapalooza Brasil). Por pressão de deputados ligados ao presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), 57, e de integrantes da bancada evangélica ligados ao Concepab, grupo de pastores evangélicos ligados à Globo, o negócio não foi adiante.

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Warner Bros. International Television Distribbution apresenta sete novas séries na L.A. Screeenings 2016


Portfólio inclui apenas duas novas séries de fall-season, Lethal Weapon e Frequency

Da redação TV em Análise

NBC/Divulgação/11.05.2016


Maioria das novas produções, como Powerless ficou para a mid-sesaon

No antepenúltimo dia de exibições para compradores internacionais da 55ª edição da L.A. Screenings, a Warner Bros. International Television Distribution apresentou às emissoras abertas e pagas interessadas durante desta segunda-feira (23), no Hotel Intercontinental, em Los Angeles, um catálogo de 24 séries para a temporada 2016-2017. Desse portfólio, sete produções são novas, ao menos uma delas ordenada pelas cinco principais redes abertas americanas – ABC, CBS, FOX, NBC e The CW. Apenas duas produções – Frequency, da The CW, e Lethal Weapon, da FOX, foram colocadas pelas respectivas redes para entrarem nas grades da fall-season 2016. O restante dos novos projetos, incluindo Powerless, da NBC, com Vanessa Hudgens, 27, foi colocado no planejamento da mid-season, a começar formalmente em janeiro de 2017.
Outras 17 séries da distribuidora foram renovadas para as programações das cinco principais redes abertas americanas para a temporada 2016-2017. A maioria delas é da The CW, que emplacou oito renovações – The Flash, The 100, The Vampire Diaries, Supernatural, Supergirl (migrada da CBS), The Originals, Arrow e iZombie (esta, inédita no Brasil). Na CBS, os títulos da Warner renovados foram The Big Bang Theory, Mom e 2 Broke Girls. Na FOX, as renovações da Warner foram Gotham e Lucifer, que comporão as segundas-feiras da fall-season. Abaixo, o catálogo detalhado

NOVAS SÉRIES
Frequency (The CW)
Lethal Weapon (FOX)
Powerless (NBC, mid-season 2017)
Riverdale (The CW, mid-season 2017)
Time After Time (ABC, mid-season 2017)
Training Day (CBS, mid-season 2017)
Trial & Error (NBC, mid-season 2017)

SÉRIES RENOVADAS
The 100 (The CW, mid-season 2017)
2 Broke Girls (CBS)
Arrow (The CW)
The Bachelor (ABC, mid-season 2017)
The Big Bang Theory (CBS)
Blindspot (NBC)
DC’s Legends of Tomorrow (The CW)
The Flash (The CW)
Gotham (FOX)
iZombie (The CW, mid-season 2017)
Lucifer (FOX)
The Middle (ABC)
Mom (CBS)
The Originals (The CW, mid-season 2017)
Supergirl (The CW)
Supernatural (The CW)
The Vampire Diaries (The CW)

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Sony Pictures Television apresenta cinco novas séries na L.A. Screenings 2016


Menor entre as grandes distribuidoras, portfólio inclui Timeless, The Blacklist: Redemption e Notorious, com ex-estrela de Covert Affairs Piper Perabo

Da redação TV em Análise

ABC/Divulgação/18.05.2016


Produção de espionagem vai entrar na grade da ABC nafall-season

A um dia do encerramento da 55ª edição da L.A. Screenings, no Hotel Intercontinental, em Los Angeles, a Sony Pictures Television apresentou durante esta terça-feira (24) um catálogo de 10 séries – o menor até aqui, entre os apresentados pelas grandes distribuidoras. Metade dessas produções é nova. Das cinco novas séries que a Sony conseguiu emplacar nas três grandes redes abertas americanas – ABC, CBS e NBC, três – Timeless, Kevin Can Wait e Notorious, esta protagonizada pela atriz Piper Perabo, 39, protagonista de Covert Affairs em suas cinco temporadas – entrarão nas programações das respectivas redes na fall-season 2016. Imaginary Mary e The Blacklist: Redemption foram colocadas pela ABC e NBC para as programações da mid-season 2017.
Das cinco séries da SPT renovadas para a temporada 2016-2017, apenas Dr. Ken faz parte do ciclo de produções que estrearam na temporada 2015-2016 e obtiveram algum êxito de audiêbcia – neste caso, por estar colada na grade da ABC a também renovada Last Man Standing (20th Century Fox Television Distribution) nas noites de sexta-feira. Também integrante da grade bem-sucedida de sexta da ABC, Shark Tank também consta entre os produtos da Sony renovados (único reality do catálogo). Lista detalhada abaixo

NOVAS SÉRIES
The Blacklist: Redemption (NBC, mid-season 2017)
Imaginary Mary (ABC, mid-season 2017)
Kevin Can Wait (CBS)
Notorious (ABC)
Timeless (NBC)

SÉRIES RENOVADAS
The Blacklist (NBC)
Dr. Ken (ABC)
The Goldbergs (ABC)
The Night Shift (NBC, mid-season 2017)
Shark Tank (ABC)

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A audiência americana do domingo do 23º Billboard Music Awards, 22 de maio de 2016


Com transmissão costa a costa, premiação perde 22% de telespectadores ante 2015

Da redação TV em Análise

Kevin Winter/Getty Images/22.05.2016


Obrigada! Obrigada!

Com a retomada das matérias de audiência das redes abertas americanas com base na medição domiciliar por parte do TV em Análise Críticas pode-se colocar que a 23ª edição do Billboard Music Awards teve uma audiência significativa – 9,6 milhões de telespectadores, média de 6,1 e share domiciliar de 10 pontos. No entanto, o maior contrapeso veio na média entre os telespectadores na faixa de 18 a 49 anos – 3,1 e share de 10, registrando queda de 22% ante a média de 3,8 registrada na premiação do ano passado. Pesou para essa queda a decisão da rede ABC, geradora do evento, de fazer a transmissão ao vivo de costa a costa, a exemplo do que já acontece com os Golden Globes, os Oscars e, mais recentemente, com o Grammy.
No entanto, tal queda não impediu a ABC de liderar o escopo do horário nobre, registrando 8,56 milhões de telespectadores, média de 5,3 e share domiciliar de 9 pontos. Um pouco atrás, a CBS ficou na vice-liderança com 5,91 milhões de telespectadores, média de 4,3 e share de 7. A NBC fechou a noite na terceira colocação com 3,61 milhões de telespectadores, média de 2,4 e share de 4. Por último, a FOX registrou 2,03 milhões de telespectadores, média de 1,3 e share de 2.
No entanto, na faixa 18-49, a ABC teve média superior a de suas concorrentes – 2,6 ante o registrado por FOX (0,9), CBS (0,8) e NBC (0,6). Hora por hora (horários da costa leste americana), os dados da Nielsen Media Research:

PRÉ-SHOW

19h

CBS: 60 Minutes (8,06 milhões de telespectadores, 6,2/11 domiciliar)
ABC: America’s Funniest Home Videos – final de temporada (5,43 milhões, 2,6/4)
NBC: Dateline: On Assignment (3,74 milhões, 2,8/5)
FOX: Bordertown – episódio final (1,2 milhão, 0,8/1)/The Simpsons – reprise (1,47 milhão, 0,9/2)

Líder 18-49: America’s Funniest Home Videos (1,2)

DURANTE A PREMIAÇÃO

20h

ABC: 23º Billboard Music Awards (8,22 milhões, 5,6/10)
CBS: 60 Minutes (6,88 milhões, 5,3/11)
NBC: Little Big Shots – reprise (4,47 milhões, 2,8/5)
FOX: The Simpsons – final de temporada (2,54 milhões, 1,6/3)/Bob’s Burgers (2,17 milhões, 1,4/2)

Líder 18-49: 23º Billboard Music Awards (2,7)

21h

ABC: 23º Billboard Music Awards (9,37 milhões, 6,3/10)
CBS: Undercover Boss (4,84 milhões, 3,2/5)
NBC: The Carmichael Show – final de temporada (2,74 milhões, 1,7/3)/Crowded – episódio final (2,14 milhões, 1,4/2)
FOX: Family Guy – final de temporada (2,63 milhões, 1,7/3)/Bob’s Burgers (2,11 milhões, 1,2/2)

Líder 18-49: 23º Billboard Music Awards (3,1)

22h

ABC: 23º Billboard Music Awards (9,01 milhões, 6,5/11)
CBS: Undercover Boss (3,85 milhões, 2,5/4)
NBC: Dateline (3,77 milhões, 2,5/4)

Líder 18-49: 23º Billboard Music Awards (3,1)

NOTA: Os números acima divulgados são preliminares e estão sujeitos a modificação. Incluem audiência ao vivo e DVR para exibição na mesma noite

O TOP 10 DAS TV’S PAGAS AMERICANAS NO DOMINGO, 22/5/2016
A lista abaixo se refere aos programas de horário nobre (excetuando-se intervalos comerciais e reprises), transmitidos entre as 19 e 23h (horário da costa leste)
Programa Canal Início Espectadores (em milhhões) Média 18-49
Game of Thrones HBO 21h02 7,890 4,0
NBA – Oklahoma City Thunder 133 x 105 Golden State Warriors TNT 22h01 8,018 3,1
Fear the Walking Dead AMC 21h 4,388 1,9
Inside the NBA Playoffs TNT 22h41 3,417 1,4
Silicon Valley HBO 22h02 1,712 0,9
Preacher – estreia AMC 22h 2,380 0,9
NHL – Pittsburgh Penguins 3 x 4 Tampa Bay Lightning NBCSN 20h08 1,903 0,8
Keeping up with the Kardashians E! 21h 1,554 0,7
Naked and Afraid Discovery 22h 2,096 0,7
NBA – pré-jogo TNT 19h 1,799 0,7
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Os vencedores do 23º Billboard Music Awards, em detalhes e estatísticas


*Canadense The Weeknd sai do novíssimo T-Monile Arena com o maior número de estatuetas e leva oito categorias das 16 em que foi indicado
*Em turnê, Adele deixa mensagens gravadas e leva cinco estatuetas

Da redação TV em Análise

Kevin Winter/Getty Images


Uma das categorias vencidas foi a de melhor artista do Hot 100

Foram anunciados na noite do domingo (22), no T-Mobile Arena, em Las Vegas, os vencedores das 44 categorias competitivas da 23ª edição do Billboard Music Awards, que contemplou os melhore desempenhos das paradas musicais auditadas pela revista Billboard, levando em conta execuções em rádio, streamings, vendas digitais e de álbuns e arrecadações de turnês no período compreendido entre 27 de março de 2015 e 23 de março de 2016. O artista que saiu com o maior número de estatuetas foi o canadense The Weeknd, 26, que levou oito categorias, incluindo a de melhor artista do Hot 100, vendas de canções, canções de rádio e streaming de canções, categorias consideradas cruciais pela Bíblia das paradas musicais. Mesmo ausente da festa principal, a inglesa Adele Adkins, 28, deixou mensagens gravadas para serem usadas no curso da transmissão feita pela ABC de costa a costa do território americano. A despeito de apenas duas de suas vitórias terem ido ao ar, Adele saiu do BBMA 2016 como a artista individual com maior número de estatuetas (cinco em oito indicações).
Não houve consenso nas áreas de música country: o segmento acabou polarizado entre Luke Bryan (melhor artista do segmento), Chris Stapleton (melhor álbum, por Traveller, egresso de vitórias no Grammy e ACM Awards) e Thomas Rhett (melhor canção, por Die A Happy Man). No entanto, a banda Twenty One Pilots arrebatou duas das três categorias nas áreas de rock (menos a de melhor música, vencida por Shut Up And Dance, de Walk the Moon). Na área de música gospel, a dominação foi de Kirk Franklin, 46, que levou todas as três categorias (artista, álbum e canção). Abaixo, a lista detalhada de vencedores e premiações especiais da 23ª edição do Billboard Music Awards:

CATEGORIAS DE ARTISTAS

Melhor Artista
Adele

Artista Revelação
Fetty Wap

Melhor Artista Masculino
Justin Bieber

Melhor Artista Feminina
Adele

Melhor Dupla ou Grupo
One Direction

Melhor Artista da Billboard 200
Adele

Melhor Artista do Hot 100
The Weeknd

Melhor Artista em Vendas de Canções
The Weeknd

Melhor Artista em Canções de Rádio
The Weeknd

Melhor Artista em Streaming de Canções
The Weeknd

Melhor Artista nas Mídias Sociais
Justin Bieber

Melhor Turnê de Artista
Taylor Swift

Melhor Artista de R&B
The Weeknd

Melhor Artista de Rap
Drake

Melhor Artista de Música Country
Luke Bryan

Melhor Artista de Rock
Twenty One Pilots

Melhor Artista de Música Latina
Romeo Santos

Melhor Artista de Dance/Música Eletrônica
David Guetta

Melhor Artista de Música Cristã
Hillsong United

Melhor Artista de Musica Gospel
Kirk Franklin

CATEGORIAS DE ÁLBUNS

Melhor Álbum do Billboard 200
25 – Adele

Melhor Trilha Sonora
A Escolha Perfeita 2

Melhor Álbum de R&B
Beauty Behind The Madness – The Weeknd

Melhor Álbum de Rap
Dreams Worth More Than Money – Meek Mill

Melhor Álbum de Música Country
Traveller – Chris Stapleton

Melhor Álbum de Rock
Blurryface – Twenty One Pilots

Melhor Álbum de Música Latina
Los Dúo – Juan Gabriel

Melhor Álbum de Dance/Música Eletrônica
True Colors – ​Zedd

Melhor Álbum de Música Cristã
How Can It Be – Lauren Daigle

Melhor Álbum de Música Gospel
Losing My Religion – Kirk Franklin

CATEGORIAS DE CANÇÕES

Melhor Música do Hot 100
See You Again – Wiz Khalifa com Charlie Puth

Melhor Música em Vendas
Hello – Adele

Melhor Música em Rádio
Shut Up And Dance – Walk the Moon

Melhor Música em Streaming de Áudio
The Hills – The Weeknd

Melhor Música em Streaming de Vídeo
Watch Me – Silentó

Melhor Música de R&B
The Hills – The Weeknd

Melhor Música de Rap
See You Again – Wiz Khalifa com Charlie Puth

Melhor Música Country
Die A Happy Man – Thomas Rhett

Melhor Música de Rock
Shut Up And Dance – Walk the Moon

Melhor Música Latina
El Perdon – Nicky Jam & Enrique Iglesias

Melhor Música de Dance/Eletrônica
Lean On – Major Lazer & DJ Snake com MØ

Melhor Música Cristã
Oceans (Where Feet May Fail) – Hillsong United

Melhor Música Gospel
Wanna Be Happy? – Kirk Franklin

Votação popular de reconhecimento pela carreira nas paradas
Rihanna

PREMIAÇÕES ESPECIAIS

Prêmio Millenium
Britney Spears

Prêmio Ícone
Céline Dion

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UNE e UBES, que tanto lutam nas ruas e nas escolas pelo mandato legítimo da presidenta Dilma Rousseff, se calam sobre a ausência de meia entrada no Miss São Paulo 2016


Ingresso para a primeira etapa estadual do Miss Brasil 2016 terá preço único de R$ 120

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

PCdoB/Divulgação/09.12.2015


Para segurar Dilma, a estudantada adota um discurso. Para defender o que é de lei e lhe é de direito em concurso de beleza, a estudantada se cala

As duas principais entidades estudantis do país – a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), na mesma medida que saem às ruas e ocupam colégios e universidades para defender o mandato popular e legítimo da presidenta afastada da República Dilma Rousseff, 68, se calaram diante da medida absurda tomada pela empresa de varejo Polishop, que proibiu a cobrança de meia entrada nos ingressos para o concurso Miss São Paulo 2016, que vai acontecer neste sábado (28), no Citibank Hall, na zona oeste da capital paulista. De acordo com nota publicada no site oficial da Organização Miss Brasil Universo (companhia controlada em parte pela Polshop, em associação com o Grupo Bandeirantes de Comunicação e a empresa americana WME/IMG, proprietária da Miss Universe Organization), os ingressos para a primeira das 27 etapas estaduais programadas para a temporada do Miss Brasil 2016 terão preço único de R$ 120, incompatível com as rendas de muitas famílias que gostariam de torcer por suas candidatas, as quais representarão 30 municípios paulistas (menos Vale do Paraíba e litoral – ver lista).
Na foto que o TV em Análise Críticas escolheu para ornar este texto – a de um encontro de dirigentes da UNE e UBES com a presidenta para manifestar sua posição contrária ao processo de impedimento, realizado em Brasília, em dezembro passado – mostra-se que as duas entidades estudantis adotaram um discurso num aspecto, mas adotaram outro ao não se manifestam publicamente sobre a decisão mercantilista e rentista da Polishop de não conceder meia-entrada a torcedores, por exemplo, a torcedores de Sabrina de Paiva, candidata de Caconde, cidade de pior IDH entre as 30 que estarão representadas no Miss São Paulo 2016. Os torcedores de Sabrina, muitos deles estudantes de baixíssima renda, terão de ter despesas adicionais para chegarem a São Paulo. Não poderão contar com o benefício da meia-entrada, previsto em leis estadual e municipal (no caso da cidade de São Paulo), que concedem 50% de desconto em ingressos de eventos de grande porte – o Miss São Paulo, a despeito de contar com convidados VIPs nas primeiras fileiras, é um deles (está no mesmo nível do Lollapalooza).
Para aquecer a memória dos missólogos não ligados ao golpe, vale lembrar o que UNE e UBES defendiam no dia 5 de dezembro de 2015, quando o pedido de impedimento de Dilma foi aceito pelo senhor Eduardo Cunha, o presidente Frank Underwood do House of Cards afastado da Câmara dos Deputados, por decisão do Supremo Tribunal Federal:

A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas e a União Nacional dos Estudantes vem a público repudiar a aceitação do impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff, fruto de uma flagrante chantagem política por parte de Eduardo Cunha diante da votação para continuidade do processo de cassação do presidente da Câmara dos Deputados no Conselho de Ética.
Em 2014, a presidenta Dilma foi reeleita obtendo resultado eleitoral limpo e democrático, mas desde a sua vitória vem sofrendo diversos ataques. Não há nenhuma prova ou indícios de envolvimento de Dilma com corrupção, ao contrário de Eduardo Cunha que até agora não conseguiu responder às acusações de lavagem de dinheiro e escondeu suas contas na Suíça. Por isso, não temos dúvidas. A palavra de ordem que moverá os estudantes é: “Fora Cunha!”.
Eduardo Cunha não representa os anseios da juventude que luta em todo o Brasil. Ao contrário do que ele disse, a aceitação do impeachment não é o que pede as ruas. Nas ruas estamos lutando por direitos, como foi a recente “Primavera das Mulheres” que rechaçou o deputado, a Marcha das Mulheres Negras e das Margaridas, a ocupação das universidades estaduais no Rio de Janeiro, e a luta dos estudantes secundaristas contra o fechamento das escolas em São Paulo.
As “pedaladas fiscais” não configuram crime de responsabilidade, portanto, o impeachment sem base legal se configura num verdadeiro golpe à democracia.
Ao longo dos quase 70 anos de história, a UBES sempre se colocou ao lado da democracia. Ainda que jovem, a democracia no Brasil foi construída com a luta e a vida de estudantes brasileiros e, nesse momento, voltaremos às ruas para defendê-la. Esse movimento de impeachment representa mais uma tentativa de promover um grave retrocesso na política brasileira. O povo sofre por conta de uma crise econômica mundial, aprofundada pelo ajuste fiscal, com cortes na educação e diminuição de direitos. Esses problemas não serão resolvidos com o impeachment. É preciso barrar a tentativa do conservadorismo de se consolidar como alternativa e lutar pelo aprofundamento das mudanças com uma nova política econômica e um novo sistema político.
Nesse momento é preciso muita unidade para resistirmos aos ataques oportunistas. Convocamos os estudantes e movimentos sociais a tomarem as ruas para barrar o impeachment, defender a democracia e pedir a cassação de Eduardo Cunha.
Conclamamos as diversas iniciativas que a UBES e a UNE faz parte para marcharem juntas contra o retrocesso.
Venceremos!

União Brasileira dos Estudantes Secundaristas e União Nacional dos Estudantes.
5 de dezembro de 2015

Marcelo Soubhia/Be Emotion/Divulgação


Na foto, a candidata municipal que pode ficar sem torcida em função da proibição da meia-entrada no Miss São Paulo 2016

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