Reunião entre Sílvio Santos e Roberto Marinho na sede de O Globo selou o fim dos concursos de misses no SBT em 1988


Pelo trato, Globo liberaria passe de Gugu Liberato enquanto tiraria Miss Brasil, Miss Universo e Miss Mundo da concorrente

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

CBS/Divulgação/23.05.1988


Enquanto a tarde chuvosa do sábado seguinte ao Carnaval de 1988 produzia centenas de mortos na cidade do Rio de Janeiro, longe dos morros e favelas da capital fluminense, na sede do jornal O Globo, dois dos principais empresários de comunicação do país, Senor Abravanel, mais conhecido pelo nome artístico de Sílvio Santos, e Roberto Marinho (1904-2003) tratavam não apenas da questão trabalhista envolvendo o apresentador Augusto Liberato, o Gugu. Na manga, o fundador das Organizações Globo tinha uma carta importantíssima ao dono do SBT, à época segunda maior rede de televisão do país: passar para a Rede Globo os direitos de transmissão e organização dos concursos de Miss Brasil/Miss Universo e Miss Mundo Brasil, que estavam sob responsabilidade do Grupo Sílvio Santos desde 1981 e 1983, respectivamente.
Na prática, o que Roberto Marinho e seus filhos, Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto, espraiados nas diferentes áreas de negócios da Globo – rede aberta, jornal e emissoras de rádio – queriam de Sílvio Santos, a pedido de parlamentares da bancada feminina do Partido dos Trabalhadores (PT), de movimentos feministas, da Arquidiocese do Rio, e de publicitários ligados à ABAP (Associação Brasileira de Agências de Propaganda) e à ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) era asfixiar financeiramente a produção do Miss Brasil para o ano de 1988 e tentar inviabilizar as transmissões dos concursos de Miss Universo, Miss Mundo Brasil e Miss Mundo. À época do encontro de O Globo, o SBT já estava às voltas com a produção dos concursos estaduais do ciclo do Miss Brasil 1988. Dr. Roberto, como era conhecido, ardilou da reunião com Sílvio Santos uma diatribe que afastou anunciantes do Miss Brasil 1988, realizado no dia 8 de abril, dentro do antigo teatro da Ataliba Leonel: parem de anunciar nos concursos de misses do SBT que terão generosos espaços nos intervalos da novela das oito, do Jornal Nacional, do Fantástico, etc.
No entanto, a tratativa da Globo em tirar do ar os concursos de misses e, a médio prazo, das pautas da mídia e dos órgãos de imprensa, esbarrava em uma dificuldade criada pelo próprio SBT: havia um contrato em vigor com a Miss Universe Inc. que vigorava desde 1979 e precisaria ser respeitado. O acordo do SBT com a organização do Miss Universo cessaria logo após a realização do Miss Universo 1988, em Taipé, no dia 23 de maio. A Globo, tanto nas suas sedes da Rua Irineu Marinho quanto da Rua Von Martius, torcia para que o SBT não renovasse o acordo com a CBS, então responsável pela geração internacional do concurso, o que de fato acabou acontecendo. A venda das propriedades da Miss Universe Inc. por parte da Paramount à MSG Entertainment, concretizada após a vitória da tailandesa Porntip Nakhirunkanok, interessava à Globo. Era ela a principal interessada em esconder dos brasileiros por uma década e meia quem tinha vencido o Miss Universo e quem tinha representado o país no concurso.
Os efeitos da trapaça da Globo contra o Miss Brasil e a transmissão dos concursos de Miss Universo e Miss Mundo começaram a fazer efeito assim que o SBT lançou sua grade de aniversário de agosto. O Miss Mundo Brasil e o Miss Mundo tinham saído da grade, mas a pressão de coordenadores estaduais ligados a afiliadas e contrários ao PT fez com que a emissora mantivesse a produção e transmissão do concurso Miss Brasil 1989. Ainda assim, a Globo usava de garotos de recados incrustados em redações de jornais, todos ligados aos então pré-candidatos à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Collor (então do PRN), para produzir notas contra a produção do concurso. Algumas afiliadas chegaram a pagar notas em jornais para desmentir as bombas plantadas pelo PT, PC do B, PSB, PRN, PDC e PSC, mas já era tarde: a eleição da candidata do Ceará, Flávia Cavalcante, foi bombardeada pela mídia aliada da Globo e da “esquerda festiva” incrustada em seu elenco de novelas. Não a da geração do “Agora eu Sou Raíssa”, Gugu Liberato continuou no SBT até 2009, quando se transferiu para a Rede Record.
Apenas em 1996 e 1998, a Globo abriu exceções para que redes concorrentes – Record e SBT – exibissem o Miss Brasil (1996) e o Miss Universo (1998) gravados, sem nenhum destaque na mídia. Sem uma página de jornal sequer. Sem uma sílaba pronunciada em rádios ou televisões. Durante a década de 1990, o Miss Brasil, além de ter assistido a três trocas de comando e de ver suas vencedoras decaírem no Miss Universo, sofreu a pior de suas censuras: a imposta pelo pelotão de choque da famíglia Marinho e seus Animais Noturnos sedentos em criminalizar o PT e os movimentos sociais de esquerda.

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Em 65 anos, concurso de Miss Universo teve nove coroas e disputa judicial com tchecos pode levar ao 10º modelo


Modelo mais duradouro foi da joalheria Sarah Coventry, que ornou as cabeças de nossas duas únicas misses

Da redação TV em Análise

Fotos Miss Universe Organization/Divulgação


A disputa judicial entre a WME/IMG e a empresa tcheca Diamonds Internacional Corporation (DIC) pode obrigar o concurso de Miss Universo a adotar uma nona mudança no modelo de coroa a ser usada na edição de 2017, prevista para 17 de dezembro, em Las Vegas. Desde que o concurso foi criado em julho de 1952, 65 misses usaram nove modelos de coroa. O mais duradouro foi o da joalheria americana Sarah Coventry, usado de 1963 (Ieda Maria Vargas, BRA) a 2001 (Denise Quiñones, PUR). Antes disso, se alternaram quatro modelos. O primeioro deles pertencia à família imperial russa Romanov, usado apenas por Armio Kuusela (FIN), em 1952.
Antes da Sarah Coventry entrar na área, foram usados outros três modelos. O segundo deles, usado pela francesa Christiane Martel, apenas em 1953, consistia em uma base de bronze metálico. De 1954 (Miriam Stecenson, USA) a 1960 (Linda Bement, USA), foi usado o modelo Star of the Universe, que possuía 1.000 pérolas negras orientais e valia US$ 500 mil. Em 1961 (Marlene Schmidt, GER) e 1962 (Norma Nolan, ARG), foi usada a thinestone crown, que possuía uma pedraria no seu topo.
A gaúcha Ieda Vargas foi a primeira a usar o modelo de coroa do Miss Universo desenvolvido pela Sarah Coventry, que mostrava o símbolo de então do certame no seu topo. A última brasileira a vencer o Miss Universo, a baiana Martha Vasconcellos (1968), também usou o modelo dessa empresa. Em 2002, o modelo da Sarah Coventry foi aposentado e deu lugar ao usado pela japonesa Mikimoto. Em 2008, a CAO Fine Jewelry aproveitou a realização do Miss Universo no Vietnã e desenvolveu um modelo que apenas Dayana Mendoza (VEN) usou. De 2009 a 2013, foi usada a Coroa da Paz, criada pela americana Diamond Nexus Labs. O modelo da DIC, que orna a cabeça da francesa Iris Mittenarere, 24, desde o dia 30 de janeiro, é baseado na Torre da Liberdade, erguida no lugar do World Trade Center de Nova York.

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Concursos nacionais de agosto e setembro serão decisivos para formar o quadro de candidatas do Miss Universo 2017


Conta não inclui aclamações

Da redação TV em Análise

Ted Alibe/Getty Images/29.01.2017


A definição de 30 concursos nacionais para os meses de agosto e setembro será decisiva na balança de candidatas da 66ª edição do concurso de Miss Universo, previsto para o dia 17 de dezembro, em Las Vegas. De acordo com o calendário apurado pela redação do TV em Análise Críticas, os únicos concursos nacionais que ainda não tem datas confirmadas para esse período são os da Zâmbia, Barbados, Haiti, Finlândia e Turquia. O Brasil elege sua candidata no dia 19 de agosto.
Considerando apenas os concursos nacionais com datas confirmadas, até o final de setembro o Miss Universo 2017 conhecerá 69 de suas possíveis 86 candidatas, o que equivalerá a 80,23% do total previsto. A conta não inclui aclamações que vierem a ser feitas, que poderão puxar o quadro para cima.
Até o momento, 36 países e territórios elegeram suas candidatas, o que equivale a 41,86% do quadro previsto para o Miss Universo 2017. A Miss Universe Organization não confirma, mas as coordenações nacionais estão contribuindo para o incremento dessas informações. De um total de 105 países e territórios credenciados junto à MUO, 81,90% estarão presentes no Miss Universo 2017. Veja o calendário detalhado

-Malta (4/8)
-Ilhas Virgens Britânicas (6/8)
-Ucrânia (10/8)
-Nova Zelândia (12/8)
-Sri Lanka (16/8)
-Brasil (19/8)
-Guiana (19/8)
-Honduras (19/8)
-Vietnã (19/8)
-Guatemala (20/8)
-Irlanda (25/8)
-Panamá (25/8)
-Jamaica (26/8)
-República Dominicana (26/8)
-Serra Leoa (27/8)
-Zâmbia (agosto)
-Guam (1º/9)
-Gana (2/9)
-Paraguai (2/9)
-Bahamas (9/9)
-Belize (10/9)
-Maurício (23/9)
-República Tcheca (23/9)
-Eslováquia (23/9)
-Peru (24/9)
-Islândia (25/9)
-Barbados (setembro)
-Finlândia (setembro)
-Haiti (setembro)
-Turquia (setembro)
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Após prisões e destituição da miss de 2016, participação da Dinamarca no Miss Universo 2017 está ameaçada


Christina Mikkelsen é acusada de integrar esquema de lavagem de dinheiro

Da redação TV em Análise

Fotos Instagram/Christina Mikkelsen e AFP/Getty Images


A prisão de diretores da organização Face of Demnark, no início de fevereiro, pode ameaçar seriamente a participação da Dinamarca na 66ª edição do concurso de Miss Universo, previsto para 17 de dezembro, em Las Vegas. De acordo com relatos de emissoras e jornais locais, a vencedora do título de Miss Universo Dinamarca 2016, Christina Mikkelsen, teve o título cassado após as acusações de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro na Guiné Equatorial terem se tornado públicas em uma das principais emissoras do país.
De acordo com os relatos, Mikkelsen e um ex-namorado que foi preso estariam integrando o esquema de lavagem de dinheiro em uma firma de iates. O namorado de Christina é filho de um ex-ditador africano, que teria usado US$ 100 milhões em contas na Suíça. O iate de Teodorin Obiang foi apreendido na Holanda em dezembro de 2016.
De acordo com o perfil especializado Pageanthology 101, Mikkelsen estaria também envolvida em um esquema interno de corrupção na Face of Demnark, que consistia no envio de fotos de biquíni para o celular pessoal de um dos diretores. Desde que o escândalo veio a público, a Face of Demnark perdeu a licença para representar a Miss Universe Organization na Dinamarca. As redes sociais da empresa estão fora do ar.
Em sua rede social, no entanto, Mikkelsen diz ser vítima de uma chantagem feita pelo diretor do Miss Universo Dinamarca, John-Paul Hamilton, que a teria pressionado a perder seis quilos para disputar o Miss Universo 2016, realizado no dia 30 de janeiro, em Pasay (região metropolitana de Manila). O pai do namorado de Mikkelsen preside a Guiné Equatorial e tem o filho da Miss Universo Dinamarca 2016 como vice-presidente.
Caso a Dinamarca não tenha uma nova coordenação nacional até o final do mês, o país corre o risco de ficar fora do Miss Universo pela 16ª vez. Em 49 participações no Miss Universo, a Dinamarca obteve oito classificações, o que equivale a um aproveitamento de 16,32%. A melhor classificação do país foi o segundo lugar de Aino Korwa, em 1963.

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De acordo com verbetes da Wikipedia em inglês e espanhol, 79 países estão confirmados no concurso Miss Universo 2017


Número é próximo do que o Críticas tem apurado, mas mostra omissões

Da redação TV em Análise

Benjamin Askinas/WME/IMG via Getty Images/14.01.2017


Os verbetes da Wikipedia em inglês e espanhol tem constatada, até o início da tarde desta sexta-feira (21), a confirmação de 79 países e territórios na 66ª edição do concurso de Miss Universo, cuja data e cidade-sede deverão ser definidos a partir da terça-feira, 1º de agosto pela Miss Universe Organization. O dado apurado se aproxima dos 86 países e territórios confirmados no mesmo concurso em apuração paralela que o TV em Análise Críticas realizou no sábado (15).
No entanto, tal número omite coordenações nacionais que já estejam trabalhando com as etapas nacionais do Miss Universo 2017, como Portugal, Espanha, Holanda, Ucrânia, Nigéria, Índia e Chile. Sem as omissões feitas pela Wikipedia, a lista é esta

-Albânia
-Angola
-Aruba
-Austrália
-Áustria
-Bahamas
-Barbados
-Belize
-Bélgica
-Bolívia
-Botsuana
-Brasil
-Ilhas Virgens Britânicas
-Camboja
-Canadá
-Ilhas Cayman
-Chile
-Colômbia
-Costa Rica
-Croácia
-Curaçao
-República Tcheca
-República Dominicana
-Equador
-Egito
-El Salvador
-Finlândia
-França
-Geórgia
-Alemanha
-Gana
-Grã-Bretanha
-Grécia
-Guam
-Guatemala
-Guiana
-Haiti
-Honduras
-Islândia
-Índia
-Indonésia
-Irlanda
-Israel
-Jamaica
-Japão
-Cazaquistão
-Coreia (do Sul)
-Líbano
-Malásia
-Malta
-Maurício
-México
-Montenegro
-Mianmar
-Namíbia
-Holanda
-Nova Zelândia
-Nicarágua
-Nigéria
-Noruega
-Panamá
-Paraguai
-Peru
-Filipinas
-Polônia
-Portugal
-Porto Rico
-Rússia
-Sérvia
-Serra Leoa
-Cingapura
-Eslováquia
-Eslovênia
-África do Sul
-Espanha
-Sri Lanka
-Santa Lúcia
-Suécia
-Tailândia
-Trinidad e Tobago
-Turquia
-Ucrânia
-Estados Unidos
-Venezuela
-Vietnã
-Zâmbia

Desse grupo, 36 países já elegeram candidatas para o Miss Universo 2017:

-Albânia
-Angola
-Aruba
-Austrália
-Áustria
-Bélgica
-Bolívia
-Camboja
-Ilhas Cayman
-Colômbia
-Costa Rica
-Croácia
-Curaçao
-Equador
-El Salvador
-França
-Grã-Bretanha
-Indonésia
-Israel
-Japão
-Cazaquistão
-Coreia (do Sul)
-Malásia
-México
-Montenegro
-Mianmar
-Namíbia
-Nicarágua
-Filipinas
-Porto Rico
-Rússia
-Sérvia
-África do Sul
-Suécia
-Estados Unidos
-Venezuela

Por fim, 33 concursos nacionais já estão com as datas confirmadas:

-Guatemala (23/7)
-Noruega (29/7)
-Tailândia (29/7)
-Santa Lúcia (31/7)
-Malta (4/8)
-Ilhas Virgens Britânicas (6/8)
-Nova Zelândia (12/8)
-Sri Lanka (16/8)
-Brasil (19/8)
-Guiana (19/8)
-Honduras (19/8)
-Vietnã (19/8)
-Irlanda (25/8)
-Panamá (25/8)
-Jamaica (26/8)
-República Dominicana (26/8)
-Serra Leoa (27/8)
-Guam (1º/9)
-Gana (2/9)
-Paraguai (2/9)
-Bahamas (9/9)
-Belize (10/9)
-Maurício (23/9)
-República Tcheca (23/9)
-Eslováquia (23/9)
-Peru (24/9)
-Islândia (25/9)
-Canadá (7/10)
-Alemanha (13/10)
-Eslovênia (21/10)
-Geórgia (28/10)
-Cingapura (31/10)
-Polônia (26/11)

Os países que não constam das tabelas ainda não confirmaram as datas de seus concursos ou devem decidir por indicação de candidatas. O quadro exposto pode sofrer alteração à medida que novos países e territórios forem confirmando participação no certame.

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Assunto da semana: Sete homens em busca da estatueta


A grande depuração no 69º Emmy de ator em série dramática

Fotos NBC, HBO, AMC, FX, Showtime e Netflix/Divulgação


Entre 139 artistas inscritos, sete conseguiram as indicações ao 69º Primetime Emmy na categoria de melhor ator em série dramática. Entre 140 submissões, sete foram indicadas ao 69º Primetime Emmy na categoria de melhor ator em série dramática. A prosopopeia que se desenhou para esta categoria serviu também para que o júri do SAG-AFTRA incrustado no corpo de votantes da Academia de Televisão soubesse separar o que é excelência artística do que é mera insignificância em termos de atuação principal. Não serão aceitas reclamações.
Nesse verdadeiro Tour de France de submissões, Sterking K. Brown, indicado no ano passado por American Crime Story: O.J. Simpson entra na sua segunda indicação. A acolhida crítica na minissérie colocou-o em This is Us, também representada por Milo Ventimiglia (Heroes). Retirando-se outras contas a serem apuradas mais à frente, esta é a nova série dramática da temporada 2016-2017 que devolveu à televisão aberta a reputação perdida para o cabo e o streaming no cabo de guerra violentíssimo nesse campo de indicações.
No entanto, olhando para o restante das indicações de ator em série dramática, vem a preocupação: quatro dos indicados vem de produções de canais pagos, daí o fato de a HBO puxar o coro para Westworld e a maestria de sir Anthony Hopkins, do Oscar lhe concedido em 1992 por O Silêncio dos Inocentes. O benefício para Hophkins é a ausência dos vencedores do Golden Globe e do SAG Awards nesse segmento, Billy Bob Rhornto (Goliath) e John Lithgow (The Crown). Vai dar uma canseira enorme para o grupo final de votação.
Ainda no grupo dos canais pagos, temos os “heróis da resistência” Liev Schreiber e sua eterna tentativa por Ray Donovan, Bob Odenkirk idem por Better Call Saul e Matthew Rhys, de The Americans, o qual não pode ser chamado de aventureiro em termos de indicações. Parceiro de Keri Russell na cena, Rhys tem sido o nome mais lembrado em premiações de associações de críticos de televisão em 2014 e 2015, massa acabava sempre escamoteado do Emmy. No streaming, temos Kevin Spacey (House of Cards). Até sábado.

Publicação simultânea com o TV+Vida do Jornal Meio Norte deste sábado (22/7)

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As curvas da atriz e modelo canadense Shannon Tweed na Playboy americana em novembro de 1981 e junho de 1982


A loirinha de St. John’s que conquistou os corações de Hugh Hefner e Gene Simmons


Fotos Richard Fegley/Playboy EUA/Reprodução

















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