Eleição de Catriona Gray como Miss Universo 2018 fez Filipinas acertarem contas com um passado de 2 fracassos em Bangcoc


Elizabeth Berroya e Gionna Cabrera não se classificaram em 1992 e 2005

Da redação TV em Análise

Fotos Miss Universe Organization/Divulgação


A eleição de Catriona Elina Magnayon Gray, 25, como Miss Universo 2018 na manhã de 17 de dezembro do ano passado na IMPACT Arena, em Bangcoc, serviu para as Filipinas acertarem as contas com um passado de hostilidades na capital tailandesa. As desclassificações de Elizabeth Berroya, em 9 de maio de 1992, e Gionna Cabrera, 36, em 31 de maio de 2005, estavam entaladas nas gargantas das Catrionans, que nem nascidas eram ou estavam no berçário ou no jardim de infância. Aguentar um passado de desclassificações em Bangcoc era demais para quem enfrentou 11 anos sem classificações no Miss Universo e viu os anos 2000 passarem em branco.
Quando Berroya esteve em Bangcoc, o Miss Universo estava no terceiro ano da panelinha 10-6-3, uma variação piorada do sistema de classificação de semifinalistas que vigorava desde 1984. No primeiro ano de vigência do sistema 10-5, Desiree Verdadero ficou em quarto lugar em Miami. Em 1987, Geraldine Asis ficou entre as 10 semifinalistas, em Cingapura. Desde que Miriam Quiambao obteve a última classificação em 1999, ficando na segunda colocação em Chaguaramas, as Filipinas só veriam a luz sair do túnel de classificações adotado pela gestão de Donald Trump a partir de 2003 no concurso de 2010. Naquele ano, Maria Venus Raj ficou na quinta colocação em Las Vegas.
A classificação de Venua Raj abriu as portas para o novo eldorado missológico em que as Filipinas se transformariam nos anos 2010 na Ásia. Com 100% de aproveitamento na década, incluindo os dois títulos conquistados no período, as Filipinas encerraram uma seca de 42 anos sem títulos em 2015, após a bravata de Steve Harvey. Pia Wurtzbach transformou as ruas de Manila e Quezón City num sanatório geral, a ponto de se decretar feriado nacional. Pasay levou a sede do Miss Universo 2016, marcado para 30 de janeiro de 2017, derrotando outras cinco cidades do país. Na crise dos anos 2000, os direitos de transmissão do Binibining Pilipinas e do Miss Universo acabaram rachados. Até 2010, o primeiro era da GMA Network e o segundo era (e ainda é) da líder ABS-CBN.
O “efeito Venus Raj” fez acirrar a guerra pelos direitos de transmissão dos principais concursos de beleza do mundo nas televisões filipinas. Em 2011, a ABS-CBN ficou com o Bibibining Pilipinas e com o Miss Universo e a GMA com o Miss Terra e concursos menores. A franquia filipina do Miss Universo é uma das mais caras, segundo especialistas. Um contraste se comparado à desvalorização do Miss Brasil no período, capenga em números de audiência e asfixiado por um único patrocinador. Na mesma linha, o Brasil de Maria Carolina Otto e Carina Beduschi encontrou em Mayra Dias sua redenção na capital tailandesa e os Estados Unidos de Shannon Marketic e Chelsea Cooley levaram Sarah Rose Summers para apenas cumprir tabela entre as 20 semifinalistas.

Publicado em História, Outras Venezuelas, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo | Marcado com , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

As cinco principais redes abertas americanas irão estrear 16 novas séries nas grades de programação da fall-season 2019


Upfronts encerrados na quinta-feira (16) produziram também 22 mudanças de horário

Da redação TV em Análise

Kailey Schwerman/ABC/Divulgação via Getty Images
Cobie Smulders, 37, em Stumptown, que a ABC vai estrear na fall-season 2019


As cinco principais redes abertas de televisão dos Estados Unidos encerraram a semana de apresentação de suas grades para a temporada 2019-2020 com 16 novas séries em suas grades de programação. A rede que tem o maior número de novas séries programadas para a fall-season é a CBS, com cinco produções. ABC, FOX e NBC tem três novas séries cada, seguidas da The CW, que programou apenas duas novas séries para o período.
A FOX é a rede que mais promoveu troca de dia e/ou de horário, envolvendo seis produções, seguida da ABC e The CW, que trocaram os horários de cinco produções. A CBS mudou os horários de quatro séries, contra apenas duas na NBC. Ao todo, 22 produções trocaram de horário nas Big 5 Networks para o ciclo que começa em setembro. Os horários apresentados no panorama das grades são da costa leste e oeste americanas, exceto de transmissões ao vivo de esportes. As novas séries estão indicadas em negrito

19h 20h 21h 22h
DOMINGO
ABC America’s Funniest Home Videos Kids Say the Darndest Things Shark Tank The Rookie(*)
CBS 60 Minutes God Friended Me NCIS: Los Angeles Madam Secretary
FOX NFL on Fox
The OT
The Simpsons
Bless the Harts
Bob’s Burgers(*)
Family Guy(*)
NBC Football Night in America Sunday Night Football
The CW Batwoman Supergirl(*)
SEGUNDA-FEIRA
ABC Dancing with the Stars The Good Doctor
CBS The Neighborhood
Bob Hearts Abishola
All Rise Bull
FOX 9-1-1(*) Prodigal Son
NBC The Voice Bluff City Law
The CW All American(*) Black Lightning
TERÇA-FEIRA
ABC The Conners
Bless This Mess (*)
Mixed-ish
Black-ish(*)
Emergence
CBS NCIS FBI NCIS: New Orleans
FOX The Resident(*) Empire(*)
NBC The Voice This is Us New Amsterdam
The CW The Flash Arrow(*)
QUARTA-FEIRA
ABC The Goldbergs
Schooled
Modern Family
Single Parents
Stumptown
CBS Survivor SEAL Team S.W.A.T.(*)
FOX The Masked Singer(*) Not Just Me
NBC Chicago Med Chicago Fire Chicago P.D.
The CW Riverdale Nancy Drew
QUINTA-FEIRA
ABC Grey’s Anatomy A Million Little Things How to Get Away with Murder
CBS
Young Sheldon(*)
The Unicorn
Mom
Carol’s Second Act
Evil
FOX Thursday Night Football – pré-jogo Thursday Night Football
NBC Superstore
Perfect Harmony
The Good Place(*)
Sunnyside
Law & Order: Special Victims Unit
The CW Supernatural Legacies
SEXTA-FEIRA
ABC American Housewife(*)
Fresh Off the Boat(*)
20/20
CBS Hawaii Five-O(*) Magnum P.I.(*) Blue Bloods
FOX WWE Smackdown
NBC The Blacklist(*) Dateline
The CW Charmed(*) Dynasty(*)
SÁBADO
ABC Saturday Night Football
CBS Crimetime Saturday Crimetime Saturday 48 Hours
FOX Fox College Football ou Fox Sports Saturday
NBC Dateline Mystery SNL Vintage

(*)Produções com novos dias e/ou horários


NOTA: CBS e NBC também terão transmissões de futebol americano universitário em datas isoladas, definidas pelas conferências ou equipes com as quais tem contratos

Publicado em Programação, Reality-shows, Séries | Marcado com , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

64 candidatas ao Miss Universo 2019 estarão eleitas até o final de agosto, de acordo com calendários de concursos nacionais


Só naquele mês, serão 17 certames

Da redação TV em Análise

Captura de tela/Facebook/Miss Universe Mongolia
Mongólia fará seu concurso no dia 31 de agosto


A movimentação de definição de datas de concursos nacionais para a 68ª edição do concurso de Miss Universo tomou forma no último final de semana com a confirmação de datas de mais quatro concursos nacionais. A Mongólia vai eleger a sucessora de Dolgion Delgerjav, 28, no dia 31 de agosto. No mesmo mês, em datas a serem definidas, Guam e Ilhas Cayman farão seus concursos nacionais.
As confirmações fizeram com que o quadro de concursos nacionais marcados para agosto saltasse de 14 para 17, o que faz com que o quadro de candidatas nacionais eleitas até o final daquele mês seja de 64. A somatória final vai depender do quadro de concursos nacionais a serem realizados em setembro e outubro, que ainda está em formação.

COORDENAÇÕES QUE ELEGERÃO CANDIDATAS EM MAIO
México Myanmar
COORDENAÇÕES QUE ELEGERÃO CANDIDATAS EM JUNHO
Albânia
Angola
Austrália
Áustria
Curaçao
Dinamarca
Filipinas
Holanda
Panamá
Porto Rico
Tailândia
COORDENAÇÕES QUE ELEGERÃO CANDIDATAS EM JULHO
Armênia
Aruba
Bolívia
Canadá
Costa Rica
El Salvador
Equador
Grã Bretanha
Japão
Malta
Namíbia
Portugal
Santa Lúcia
Turks e Caicos
COORDENAÇÕES QUE ELEGERÃO CANDIDATAS EM AGOSTO
África do Sul
Coreia do Sul
Guam
Ilhas Cayman
Ilhas Virgens Americanas
Ilhas Virgens Britânicas
Índia
Irlanda
Islândia
Jamaica
Maurício
Mongólia
Nova Zelândia
Noruega
República Dominicana
República Tcheca
Venezuela

 

Publicado em Datamisses, Jóia da coroa, Numb3rs, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo | Marcado com , , , , , , | Deixe um comentário

50 candidatas municipais já foram eleitas ou aclamadas em oito concursos estaduais válidos para a disputa do Miss Brasil 2020


Rio Grande do Sul tem maior número de candidatas e Espírito Santo abre quadro

Da redação TV em Análise

Hallison Campos/Miss Espírito Santo Be Emotion/Divulgação/10.05.2019
Vanessa Santos vai representar Venda Nova do Imigrante no Miss Espírito Santo 2020


71 dias após a eleição da mineira Júlia Horta, 25, como Miss Brasil 2019, a coordenação do Miss Rio Grande do Sul passou a receber mais confirmações de candidatas municipais para o concurso de 2020, que tenta ser o primeiro do calendário apesar do impasse gerado pela negativa da Rede Bandeirantes em aceitar a antecipação da renovação de patrocínio por parte da Polishop. A empresa impõe essa condição para a Band manter o Miss Brasil na grade, mas a emissora alega que essa questão tem de ser conversada primeiro com a Endeavor, controladora do concurso de Miss Universo.
Mesmo assim, o Rio Grande do Sul é o Estado com o maior número de candidatas municipais já eleitas para o Miss Brasil 2020 até o início da tarde deste domingo (19), com 25 competidoras confirmadas pela coordenação estadual, seguido de São Paulo, que elegeu 12 candidatas em concursos municipais. Na semana anterior, o Espírito Santo elegeu sua primeira candidata municipal, em Venda Nova do Imigrante (115 km a oeste de Vitória). O quadro atualizado de candidatas municipais já eleitas está no mapa abaixo

Publicado em Datamisses, Nossas Venezuelas, Numb3rs, Projetos especiais | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário

Chavit Singson será o grande avalista do Miss Universo 2019


Peso financeiro de empresário filipino será decisivo para sede do certame

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

Jason Quibilan/Esquire Philippines/26.09.2017
Chavit em um de seus iates, na baía de Manila


Com uma fortuna pessoal estimada em US$ 2,2 milhões por mês, o empresário filipino Luis Chavit Singson, 77, deve se tornar peça chave na definição da sede da 68ª edição do concurso de Miss Universo. Sua relação com a presidenta da Miss Universe Organization, Paula Shugart, é estreita. Tão estreita que a executiva do principal concurso de beleza do mundo esteve em Manila por duas vezes consecutivas após a realização do Miss Universo 2016, no início de 2017. Filiado ao partido Nacionalista, Chavit tem tido uma boa relação com o governo de Rodrigo Duterte nas negociações dos concursos de 2017 e 2018, mas encontra oposição em membros de seu governo, que pregam austeridade de gastos.
Saiu da boca dele a ideia de se fazer a 68ª edição do Miss Universo em Seul. Mas, e os investidores sul-coreanos? Deram algum sinal de interesse? O silêncio da Coreia sobre a sede do Miss Universo 2019 é tão grande quanto a desinformação em torno também de sua data. Cogita-se antecipar vo concurso para 3 de novembro, devido às baixas temperaturas na cidade verificadas em dezembro. Esse é um ponto. O outro é acertar os ponteiros com a FOX e a Endeavor, controladora da Miss Universe Organization.
Foi da caneta de Singson que saiu também a ideia fracassada de se levar o Miss Universo 2018 para a China comunista. O regime de Xi Jinping vetou a sua realização de manhã, para atender demanda de transmissão ao vivo no horário nobre americano. Hong Kong e Taiwan, mais flexíveis, permitiram edições do Miss Universo em 1976 e 1988. O cenário político e econômico dessas regiões chinesas naquela época era outro. Hong Kong era colônia britânica e Taiwan se apresentava como China capitalista. Mas era a China continental quem precisava atrair investimentos e liberalizar a economia, até então amarrada ao Estado. No Miss Universo 1988, Taiwan era uma ilha de prosperidade em meio às tensões com Pequim. A China entrou no Miss Universo em 2002. Taiwan saiu do concurso em 2005, por ser considerada “província rebelde” pelo governo de Pequim.

Publicado em Jóia da coroa, Personalidades, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo | Marcado com , , , , , , | Deixe um comentário

Mais de dois meses se passaram da eleição da mineira Júlia Horta como Miss Brasil 2019 e nada sobre o concurso de 2020


Na contramão, 54,9% das etapas estaduais do Miss USA 2020 tem datas marcadas

Da redação TV em Análise

Rodrigo Trevisan/Band/MissBrasil/Divulgação/09.03.2019
A mineira Júlia Horta recebe o título de Miss Brasil da amazonense Mayra Dias


Há exatos 70 dias, a mineira Júlia do Vale Horta era eleita Miss Brasil 2019 em uma convenção da empresa patrocinadora, realizada no São Paulo Expo, na zona sul da cxapital paulista. 70 dias se passaram e nada da Polishop decidir nada sobre a abertura de inscrições para os concursos estaduais do Miss Brasil 2020. Talvez nem haja clima para isso, até porque o foco das coordenações estaduais são as disputas municipais. Esse é o caminho certo que se deve tomar para colocar candidatas competitivas e tornar os concursos estaduais ainda mais atraentes aos olhos das imprensas locais e mídias sociais.
O que está na trava dessa novela toda é a insistência da Rede Bandeirantes em não aceitar a renovação do acordo de patrocínio do Miss Brasil, que é realizado sob licença da Endeavor, braço de entretenimento da International Management Group (IMG), dona da agência que gerenciou a carreira de Gisele Bündchen e Alessandra Ambrósio. É a Band quem manda prender e soltar no que diz respeito aos interesses do Miss Brasil. Sem a anuência da Endeavor e da Miss Universe Organization, em Nova York, nada feito.
Com o “terrorismo” imposto pela Band, saem perdendo as coordenações estaduais que esperam um posicionamento para tocarem as inscrições de candidatas para os certames. A desorientação é geral de norte a sul do país de Marthas Rocha e Vasconcellos e Ieda Vargas. Os Bruttos do sobrenome da Miss Universo 1963 adoram uma confusão. Ainda mais envolvendo a rede de televisão que exibe tanto o Miss Brasil quanto o Miss Universo.
Para Band e Polishop se espelharem: até o fechamento desta matéria, 28 das 51 coordenações estaduais do Miss USA já tinham fechado as datas dos concursos de 2020. Isso equivale a 54,90% do total de coordenações estaduais do Miss USA. No Brasil de 51 anos sem títulos de Miss Universo, ainda parece que o Miss Brasil 2019 foi ontem.

Publicado em Jóia da coroa, Nossas Venezuelas, Projetos especiais | Marcado com , , , , , , , , | Deixe um comentário

‘O czar da beleza’, Osmel Sousa se bandeia da Venezuela e vai tentar revitalizar a combalida etapa argentina do Miss Universo


Só com o título de Norma Nolan em 1962, país não classifica no concurso desde 2014

Da redação TV em Análise

Instagram/Osmel Sousa
Bye bye Maduro e Guaidó, seus trouxas!


Com a imagem em frangalhos no Miss Universo, a Argentina teve de importar da Venezuela um sábio em concursos de beleza. Responsável por cinco das sete misses Universo que a Venezuela teve entre 1979 e 2013, o produtor cubano Osmel Sousa, 72, não aguentou a crueldade da tragédia humanitária que assola a pátria de Bárbara Palacios a Maria Gabriela Isler, forçando milhares de venezuelanos a atravessar a fronteira com o Estado brasileiro de Roraima. Com o dinheiro que amealhou nos anos de Miss Venezuela, Osmel pegou um avião para ir embora para Buenos Aires, onde vai recomeçar a vida na coordenação de outra etapa nacional do Miss Universo.
Se na Venezuela Osmel já não estava satisfeito com as canalhices do presidente Nicolas Maduro e do autoproclamado presidente interino Juan Guaidó, reconhecido até pelos Estados Unidos de Donald Trump, ex-dono do Miss Universo, na Argentina o “czar da beleza” terá um enorme problema a resolver. A revitalização e reestruturação da etapa local do Miss Universo será seu primeiro desafio, Já recebeu carta branca da Endeavor para tanto. Agora, Osmel vai atrás de uma emissora para o Miss Universo Argentina 2019; Nos últimos três anos, o MUA esteve nas mãos do canal pago TNT e da Endemol.
Ausente do Miss Universo em 1965, 1995, 2002 e 2005, a Argentina teve 16 classificações em 61 participações no concurso, iniciadas em 1954, o que equivale a um aproveitamento de 26,22%, um dos piores da América do Sul. Fora o título de Norma Nolan, em 1962, em Miami Beach, a melhor classificação foi um terceiro lugar obtido no ano anterior por Adriana Gardiazabal. A última classificação do país no Miss Universo ocorreu em 2014, em Miami, quando Valentina Ferrer ficou entre as 10 semifinalistas.
Osmel Sousa foi produtor e coordenador do Miss Venezuela entre 1982 e 2017. No período, foi responsável por 21 classificações consecutivas no Miss Universo entre 1983 e 2003, incluindo os títulos de Bárbara Palácios (1986) e Alicia Machado (1996). Além do Miss Universo, Osmel fez a Venezuela emplacar vitórias em outros concursos de beleza.

Publicado em Jóia da coroa, Outras Venezuelas, Podres poderes, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário