Após Ana Furtado, Globo volta a impor novo nome para apresentar o Miss Brasil(*) 2012 com a Galisteu


Sérgio Marone, da Malhação

Da redação TV em Análise
Com informações de João Eduardo Lima

Chris Chambers/Getty Images

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Na foto, o Victor da 10ª temporada da novelinha juvenil

Na colona(**) do Flávio Ric(c)o:

“A Bandeirantes já formou o casal de apresentadores do Miss Brasil(*), dia 29 de setembro, um sábado, em Fortaleza.
O concurso será comandado por Adriane Galisteu e o ator Sérgio Marone”.

Marone, para quem não sabe, é ator da Globo, sem contrato com a emissora da famíglia Marinho.
A Record o quis para suas novelas, mas o abandonou (ao contrário do que diz a propaganda do desodorante Rexona, após as peraltices do mexicano Peralta na Olimpíada de Londres).
Como a Selecinha do Neymar (que, como o mensalão, está por provar-se, segundo Paulo Henrique Amorim).
Como o vôlei do técnico Bernardinho.
Como a Jennifer Lopez e o Steven Tyler.
Como Raymond Langstrom do CSI.
Depois do escândalo causado pela convocação da Ana Furtado pelo governador Cid Gomes (PSB) e seu trepidante secretário de Turismo (paga pelo contribuinte cearense), a Globo enfia goela abaixo da Enter mais um nome de suas novelas pútridas.
Como os detritos sólidos de maré baixa da revista Veja transformados em Chanel #5 pelo jornal nacional e pelo jornal da band.
Como Avenida Brasil transformada em Revenge.
Como a Deb(o)ra Falabella transformada em Emily VanCamp pelo Reinaldo Azevedo e pelo irmão escritor (de livros) da Cláudia Ohana.
Como a Adrian(n)a Esteves (no SBT e não aconteceu) transformada em Madeleine Stowe pelo Policarpo Júnior.
Como os jogos medíocres de Flamengo e Corinthians pelo Brasileirinho da PetroBrax.
Como amistoso da Selecinha transformado em show do Cirque du Soleil, em palavras do Everaldo Marques, enquanto cobria a Olimpíada para a ESPN Brasil na capital inglesa.
(No caso do Miss Brasil[*], equivale a um show horrendo, medíocre, beirando ao combinado de RuPaul’s Drag Race com NCIS e O Povo Na TV).
Seria mais sensato (e mais barato para o pequeno contribuinte de IPTU do Ceará) a Band convocar o Kris Humphries para acabar de vez com essa porcaria de pseudo-concurso?

Divulgação/TV Globo

http://www.jornalcomarca.com.br/fotos_materias/160820121508228Canal_1.jpg
Na foto, o ex da Kim Kardashian

(*)Na teoria, a Band é dona dos direitos de transmissão do concurso Miss Brasil e de seus concursos estaduais quando, na prática, estes pertencem à Globo (que desde 1990 paga para não transmití-lo). É a mesma coisa que a emissora da famíglia Marinho fez (e ainda faz) com as séries da FOX, como Glee, Bones, Burn Notice e outras (fora as animações)
(**)Convém lembrar que colona não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. Tratam-se de colonistas que, na visão de Paulo Henrique Amorim, “…tratam o Brasil da perspectiva do que imaginam que a Metrópole imaginaria o Brasil. No caso específico de Gaspari, ele trata o Brasil da perspectiva do que imagina que os professores de Harvard pensariam do Brasil e dele…”. Para o Críticas, tratam-se de colonistas sociais que tratam o Brasil como um combinado de Venezuela em termos missológicos com um Sudão em termos econômicos, sociais, de infra-estrutura (vide a campanha que a Globo e a Band fazem contra a Copa de 2014 e as Olimpíadas de Verão de 2016 por causa dos aeroportos) e de educação. Mais: tratam-se de colonistas sociais, calunistas de sites de celebridades, de jornais facistóides e de revistas de entretenimento que jamais reconhecerão Haley Reinhart, James Durbin, Scotty McCreery e Lauren Alaina, finalistas do American Idol em 2011, como promessas da indústria fonográfica. Preferem a Paula Fernandes, o Neymar, o Elano, o Luan Santana, a Nayla Micherif, a Mariana Rios, namorada do Di do NXZero e a Giovanna Lancelotti, namorada do Pê Lanza do Restart, ambas empregadas da Rede Globo, à Pia Toscano, ao Paul MacDonald, ao Ruben Studdard, à Lindsey Vonn, ao Johnny Weir, ao Clay Aiken, ao Francis Lopes, ao saudoso Raimundo Soldado, ao Israel Lucero, ao LeeDewyze, ao Goffredo da Silva Telles Jr., autor da Carta aos Brasileiros de 1977, à Sarah Michelle Gellar….

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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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